Geral
Casa Criar ganha novo playground e reforça acolhimento de crianças e jovens
Quem passa hoje pela área externa da Casa Criar já percebe a mudança. O espaço, antes marcado por abandono, com brinquedos danificados e estrutura comprometida, foi completamente revitalizado pela Prefeitura de Porto Velho.
O antigo Lar do Bebê agora dá lugar à Casa Criar, um ambiente voltado ao acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A proposta amplia o cuidado, com foco no desenvolvimento, no bem-estar e na convivência.
A revitalização incluiu a construção de um novo playground, com grama sintética, piso adequado, pintura lúdica e um espaço de plantio. No local, as crianças podem cultivar plantas e aprender, na prática, sobre cuidado e responsabilidade.
A transformação é resultado de uma atuação conjunta da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur) e de instituições parceiras, como o Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC).
A presidente do NACC, Flaviana Moreira Garcia, destaca o impacto da iniciativa. “O novo espaço proporciona momentos de alegria e contribui diretamente para o desenvolvimento das crianças. A mudança é visível no dia a dia.”
Atualmente, a Casa Criar atende cerca de 30 crianças e adolescentes de até 18 anos, com assistência completa nas áreas de saúde, educação, alimentação e lazer.
O prefeito Léo Moraes reforça o significado da entrega. “Transformamos um espaço degradado em um ambiente digno, seguro e preparado para o desenvolvimento dessas crianças. Nosso compromisso é garantir acolhimento com qualidade e respeito.”
A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à melhoria dos espaços públicos e ao fortalecimento das políticas de assistência social no município.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Pescador é arrastado por peixe de 40 quilos no rio Madeira
Uma pescaria esportiva no rio Madeira, em Porto Velho, transformou-se em um verdadeiro teste de resistência para o pescador João Cordeiro. Durante a captura de uma pirarara de aproximadamente 40 quilos, ele foi arrastado por cerca de 20 minutos até conseguir retirar o peixe da água.
Toda a ação foi registrada em vídeo pelo próprio pescador. As imagens mostram o momento em que ele enfrenta a força do animal, que tenta escapar enquanto puxa o caiaque ao longo do rio. Somente após uma longa disputa foi possível concluir a captura.
A pirarara (Phractocephalus hemioliopterus) é considerada um dos maiores peixes de couro da Amazônia e está entre as espécies mais procuradas por praticantes da pesca esportiva. Conhecida pela grande força e pelas nadadeiras de coloração alaranjada, ela é encontrada em diversos rios da região Norte, incluindo o rio Madeira.
Segundo João Cordeiro, o peixe foi fisgado em um trecho do rio que corta a área urbana de Porto Velho, local onde há intenso tráfego de embarcações. Para ele, a captura demonstra que exemplares de grande porte também podem ser encontrados próximos ao perímetro urbano, sem a necessidade de longos deslocamentos.
O pescador contou ainda que essa não foi sua maior conquista. No fim de 2025, ele fisgou outra pirarara, com mais de 50 quilos, considerada até hoje o maior peixe já capturado por ele.
Além da força do animal, a movimentação de balsas e outras embarcações tornou a pescaria ainda mais desafiadora. Durante o combate, João precisou manter atenção redobrada para evitar acidentes, já que foi arrastado pelo rio enquanto controlava o peixe.
Apesar da satisfação pela captura, ele destaca que a segurança deve estar acima de qualquer troféu. Segundo o pescador, caso fosse necessário escolher entre manter o peixe fisgado ou evitar uma colisão com uma embarcação, ele abriria mão da captura para preservar a própria vida.
João também aproveitou para reforçar a importância do uso de colete salva-vidas e da atenção constante às condições do rio Madeira, especialmente durante o período de cheia, quando a correnteza e o fluxo de embarcações aumentam os riscos para quem pratica pesca esportiva.
Geral
Prefeitura diz que investigações não apontam irregularidades na gestão
A Prefeitura de Ariquemes informa que, nesta data, órgãos de controle e fiscalização realizaram diligências presenciais em setores da Administração Municipal, relacionadas à apuração de procedimentos administrativos.
A Administração Municipal recebe a atuação dos órgãos competentes com tranquilidade e transparência, reafirmando que os procedimentos administrativos da gestão são conduzidos com observância à legalidade e aos princípios que regem a Administração Pública.
A Prefeitura está colaborando integralmente com as autoridades, disponibilizando as informações e os documentos solicitados, e confia na regularidade dos atos administrativos praticados e no devido esclarecimento dos fatos.
A gestão reforça que não há, até o presente momento, qualquer conclusão definitiva que indique irregularidade por parte da Administração Municipal, razão pela qual mantém serenidade e respeito ao trabalho das instituições responsáveis pela apuração.
Os serviços públicos e o atendimento à população seguem normalmente.
A Prefeitura de Ariquemes reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a correta aplicação dos recursos públicos, permanecendo à disposição das autoridades competentes para todos os esclarecimentos necessários.
Prefeitura de Ariquemes
Diretoria de Comunicação
Geral
Cremero investiga médicos denunciados por laqueadura sem autorização
O Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) instaurou um processo ético-profissional para apurar a conduta de três médicos denunciados por uma paciente que afirma ter sido submetida a uma laqueadura sem autorização durante uma cesariana realizada em 2021, na Maternidade Municipal de Ji-Paraná.
A abertura do procedimento ocorreu após a análise da denúncia, da documentação apresentada e das manifestações dos profissionais envolvidos. Segundo o Cremero, a instauração do processo não representa condenação nem reconhecimento de culpa, mas indica que foram encontrados elementos suficientes para aprofundar a investigação e verificar se houve eventual infração ao Código de Ética Médica.
Os médicos investigados são Eliedson Vicente de Almeida, Jozelida Bitencour Miranda da Silva e Geraldo Carvalho de Alencar. Em suas manifestações ao conselho, os profissionais apresentaram versões diferentes sobre o caso.
A médica Jozelida Bitencour Miranda da Silva informou que atuou como auxiliar durante a cirurgia e afirmou que a paciente, então com 42 anos, apresentava um quadro grave de pré-eclâmpsia. Segundo ela, a decisão pela realização da laqueadura durante a cesariana teria sido tomada pelo obstetra responsável pelo procedimento.
Já o médico Eliedson Vicente de Almeida declarou que a paciente chegou à unidade hospitalar com pressão arterial elevada e precisava ser submetida a uma cesariana de urgência. Conforme sua versão, a esterilização foi indicada em razão do estado clínico da paciente, da idade e dos riscos que uma futura gestação poderia representar. O médico também afirmou que a paciente teria concordado verbalmente com a realização da laqueadura, mas que não foi possível colher a assinatura do termo de consentimento devido à urgência do atendimento.
Em relação ao médico Geraldo Carvalho de Alencar, o relatório elaborado pelo Cremero aponta uma possível irregularidade no preenchimento do prontuário médico, em razão da ausência de registros sobre as queixas apresentadas pela paciente, o exame físico realizado e a conduta adotada durante o atendimento.
A paciente e o marido, no entanto, sustentam que a laqueadura foi realizada sem qualquer autorização do casal. Eles afirmam que planejavam ter outro filho e que o procedimento provocou consequências emocionais e familiares permanentes. Após tomarem conhecimento da abertura do processo ético, disseram esperar que o caso seja apurado com rigor e que eventuais responsáveis sejam responsabilizados, caso as irregularidades sejam confirmadas.
O caso também teve desdobramento na esfera criminal. Em 2025, a Justiça de Rondônia condenou o médico Eliedson Vicente de Almeida a dois anos de reclusão pelo crime de realização de esterilização sem autorização da paciente durante procedimento cirúrgico, previsto na Lei nº 9.263/96. A pena foi substituída por medidas restritivas de direitos, entre elas a prestação de serviços à comunidade. A decisão, contudo, ainda é passível de recurso.
Até a última atualização, a defesa dos médicos investigados não havia se manifestado sobre a instauração do processo ético perante o Cremero.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Rolnews
