Polícia
Apenado é executado a tiros e outro homem é morto a facadas no bairro Planalto
A madrugada deste domingo (29) foi marcada por violência no bairro Planalto, em Porto Velho, onde dois homens foram encontrados mortos em circunstâncias ainda cercadas de mistério.
Uma das vítimas foi identificada como Gabriel Fagotti de Almeida, apenado monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele foi encontrado na Rua do Inferno Velho com perfurações provocadas por disparos de arma de fogo, principalmente na região da cabeça, o que indica características de execução.
Já o segundo homem, ainda não identificado, foi localizado na Rua Programa Apolo, caído ao meio da via pública, com múltiplas perfurações de faca.
Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, populares encontraram os corpos e acionaram a Polícia Militar. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram nos locais e apenas constataram os óbitos.
Até o momento, não há informações sobre a dinâmica dos crimes, nem se os dois homicídios têm relação entre si.
Após os trabalhos da perícia técnica, os corpos foram removidos pelo rabecão e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).
O caso segue sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca esclarecer as circunstâncias e identificar os autores dos crimes.
Polícia
Homem é encontrado gravemente ferido após suposto ‘tribunal do crime’ e morre
Após ter sido encontrado gravemente ferido em uma área de mata no município de Manacapuru (a 68 quilômetros a oeste de Manaus), Anderson Oliveira da Rocha, 31, morre na segunda-feira (17). A família do homem informou que ele tinha sido sequestrado e agredido por integrantes de um “tribunal do crime”.
O Boletim de Ocorrência informou que o homem foi localizado após ser vítima de várias agressões e ainda chegou a ser encaminhado a uma unidade hospitalar da região.
Ainda conforme informações preliminares, Anderson foi acusado de praticar roubos na cidade. No entanto, a motivação e a participação de suspeitos no crime ainda serão invetsigadas pela polícia.
Anderson teria sido amarrado a um poste e agredido. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha para identificar e localizar os envolvidos.
Fonte: D24am
Polícia
Motociclista tem cabeça partida ao meio em acidente
Um acidente de trânsito na noite de segunda-feira (17), na BR-174, terminou com a morte do motociclista Gilmar João Pereira Nery, de 68 anos. A vítima teve a cabeça partida ao meio.
Até o momento não há informações de como o acidente ocorreu e se o motociclista colidiu com outro veículo no trecho entre o Butekão e a entrada da penitenciária, entre os quilômetros 6 e 10 da rodovia.
O idoso foi encontrado no chão e havia presença de massa encefálica. O local foi isolado para os procedimentos necessários e para a realização da perícia.
O corpo de Gilmar João Pereira Nery foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) após os procedimentos periciais.
Fonte: D24am
Polícia
Estudante de medicina é denunciada por morte de idoso prensado por carro
A estudante de medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider foi denunciada pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) pela morte de Odair Brustolin, de 68 anos, em Porto Velho. De acordo com a denúncia, o idoso morreu depois de ser atingido pelo carro da acusada e ficar preso contra uma parede.
O caso aconteceu em 1º de julho, na região central da capital. Vitória foi denunciada por homicídio duplamente qualificado, com as qualificadoras de motivo fútil e uso de recurso que teria dificultado a defesa da vítima. A idade de Odair, superior a 60 anos, também foi considerada uma circunstância agravante. A Justiça recebeu a denúncia, e o processo segue em tramitação na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho.
Segundo o Ministério Público, a situação teria começado depois que Vitória bateu o próprio veículo contra o portão do condomínio onde morava. Após o acidente, houve uma discussão com moradores. Odair, que era vizinho, teria passado pelo local, rido e feito um comentário dizendo “vixe”. Para a acusação, a fala teria provocado a reação da estudante.
Ainda conforme o MP-RO, Vitória teria iniciado uma série de ofensas contra o idoso e seguido até a casa dele, onde teria tocado a campainha várias vezes. Em seguida, usando o carro, teria atingido o portão da residência e acertado Odair.
Áudios gravados durante a discussão foram considerados na investigação. Na avaliação do Ministério Público, a reação atribuída à estudante teria sido incompatível com o comentário feito pela vítima.
Conflito terminou com atropelamento
Após as primeiras discussões, a denúncia aponta que Vitória teria tentado entrar na residência, além de jogar garrafas de vidro contra o imóvel. Depois, deixou o local afirmando que retornaria.
Pouco depois, ela teria voltado dirigindo. Segundo a acusação, a estudante teria ameaçado Odair e determinado que ele e seus familiares se ajoelhassem na calçada para pedir perdão.
Os familiares tentaram evitar uma nova discussão e chegaram a pedir desculpas. Odair, porém, teria explicado que não conseguia se ajoelhar por causa de limitações nos joelhos.
De acordo com a denúncia, Vitória teria então dito: “Não vai? Então toma.”
Na sequência, ela teria entrado no veículo, dado marcha à ré para criar distância e, logo depois, acelerado em direção à residência. O automóvel rompeu o portão e atingiu Odair, que foi prensado contra a parede de um banheiro construído na área externa da casa.
O homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Depois do ocorrido, Vitória deixou o endereço. A estudante foi encontrada horas mais tarde por policiais militares e presa em flagrante. Ela permanece custodiada enquanto o processo segue na Justiça.
Defesa aguarda resultado de avaliação psicológica
Em manifestação oficial, os advogados de Vitória Caroline disseram prestar solidariedade aos familiares de Odair e às demais pessoas envolvidas.
A defesa informou que a estudante já realizou exames periciais e aguarda o resultado de um laudo destinado a analisar sua condição psíquica e sua capacidade no momento em que os fatos ocorreram.
Os advogados afirmaram que, após a conclusão da perícia, serão definidas as estratégias e medidas consideradas necessárias para a defesa da estudante no processo.
