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Porto Velho amplia atendimento de urgência com três UPAs em funcionamento

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Porto Velho alcança um importante marco na área da saúde ao contar, atualmente, com três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em funcionamento na capital. As unidades estão distribuídas estrategicamente pela cidade, sendo duas na zona Leste e uma na zona Sul, ampliando o acesso da população aos serviços de urgência e emergência.

As UPAs funcionam 24 horas por dia e atendem casos como febre alta, crises de pressão, fraturas, cortes, mal-estar súbito e problemas respiratórios. A estrutura também contribui para reduzir a sobrecarga nos hospitais da capital, oferecendo atendimento mais rápido e próximo das comunidades.

No último sábado (14), foi inaugurada a Unidade de Pronto Atendimento 24h Dr. José Adelino da Silva, localizada na Rua Colatina, nº 2.031, bairro Marcos Freire. A nova unidade conta com cerca de 130 funcionários e possui aproximadamente 1.550 metros quadrados de área construída, com três consultórios médicos, sala vermelha com dois leitos para estabilização de pacientes graves, sala de medicação, área de observação ampliada e estacionamento exclusivo para ambulâncias.

A diretora-geral da UPA Leste Provisória, Fernanda Medeiros, explica que a unidade mantém o fluxo regular de atendimento desde a mudança para o prédio provisório.

“O fluxo de atendimento segue normal desde que nos mudamos para cá, em setembro. Temos cinco médicos pela manhã, cinco à tarde e quatro no período noturno, o que tem sido suficiente para suprir a demanda da unidade”.

Segundo ela, a UPA atende, em média, de 350 a 400 pacientes por dia. O atendimento é organizado por meio da classificação de risco, que define a prioridade conforme a gravidade do caso.

“Seguimos a classificação de Manchester, que define as cores de atendimento. Os casos vermelhos são atendidos imediatamente e vão direto para a sala vermelha. Já os classificados como azul e verde não são urgentes, mas também recebem atendimento normalmente”, explicou.

Na UPA da zona Sul, o movimento também é intenso. A gerente administrativa, Tânia Morgana, destaca que a unidade registra cerca de 470 a 490 atendimentos por dia.

“A demanda aumentou bastante e hoje o movimento é grande durante toda a semana. Atendemos casos variados, como acidentes de trânsito, sintomas gripais, hipertensão e outras situações de urgência”.

De acordo com ela, os acidentes de trânsito estão entre as ocorrências mais frequentes. “Dependendo do dia, registramos de 10 a 15 atendimentos por acidentes de trânsito, além de outras notificações de urgência”.

O atendimento nas UPAs também segue a classificação por cores. Os casos vermelhos representam emergências com risco iminente de morte e são atendidos imediatamente. Já os amarelos indicam urgência e precisam de atendimento rápido. Os verdes são considerados pouco urgentes e os azuis correspondem a situações de menor complexidade.

Com a ampliação da rede, a distribuição das unidades permite maior cobertura da cidade, principalmente em regiões com grande concentração populacional. A medida garante atendimento mais rápido e descentralizado, possibilitando que moradores de diferentes bairros tenham acesso aos serviços de saúde mais próximos de casa.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Classificação por cores nas UPAs garante prioridade e melhora o atendimento

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Quem procura atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho pode até estranhar ao ver pessoas sendo atendidas fora da ordem de chegada. No entanto, essa dinâmica segue um protocolo fundamental para salvar vidas: a classificação de risco por cores. Adotado em todo o país, o sistema organiza o atendimento com base na gravidade do quadro clínico de cada paciente.

Logo na entrada da unidade, todos passam por uma triagem realizada por profissionais de enfermagem, que avaliam sintomas, sinais vitais e o estado geral de saúde. Após essa avaliação, o paciente recebe uma classificação que define o tempo de espera e a prioridade no atendimento.

As cores funcionam como um guia rápido e eficiente para as equipes de saúde:

Vermelho: emergência absoluta, com risco imediato de morte e atendimento imediato;

Laranja: casos muito urgentes, que necessitam de atenção rápida; (até 10 minutos de espera)

Amarelo: urgência intermediária, com necessidade de atendimento, mas sem risco imediato; (até 1h de espera)

Verde: baixa urgência, com possibilidade de aguardar; (até 2h de espera)

Azul: situações não urgentes, que podem ser encaminhadas para a atenção básica. (até 4h de espera)

Prioridade

De acordo com o Diretor Técnico UPA Sul, Maxwendell Gomes Batista, mais do que organizar filas, o sistema tem papel decisivo na redução da superlotação das unidades. Ao identificar rapidamente os casos mais graves, as equipes conseguem priorizar recursos e orientar pacientes com quadros leves a buscarem atendimento em postos de saúde.

“Aqui na UPA Sul, por exemplo, são em média 500 atendimentos por dia. A movimentação é grande, por isso seguimos o protocolo de Manchester. O Paciente, por exemplo, que está em choque, em parada cardiorrespiratória, ou em iminência de parada cardiorrespiratória tem prioridade por causa do risco eminente”, destacou o diretor.

Ainda segundo Maxwendell Gomes, essa triagem inicial também contribui para tornar o serviço mais ágil. Com um fluxo melhor distribuído, diminui-se o tempo de espera para atendimentos urgentes e aumenta-se a eficiência no uso das equipes e da estrutura das UPAs, em especial da unidade da zona sul da capital.

Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, com esse protocolo, as UPAs de Porto Velho reforçam o compromisso com um atendimento mais organizado, humanizado e eficiente, onde a prioridade é sempre preservar vidas.

“A gente sabe que em situações de emergência, cada minuto conta e a classificação de risco é uma ferramenta essencial para que o atendimento aconteça no tempo certo. Por isso é fundamental a população buscar as UPAs quando se enquadrarem nesses critérios”, finaliza.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Porto Velho inova na prevenção do câncer do colo do útero

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Cuidar da saúde das mulheres é, acima de tudo, um gesto de respeito, responsabilidade e atenção com toda a família. Com esse compromisso, a Prefeitura de Porto Velho dá mais um passo importante na prevenção e no cuidado com o público feminino.

O prefeito Léo Moraes anunciou, em suas redes sociais, que a partir do dia 28 de março, as unidades de saúde do município passarão a oferecer gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o teste de DNA do HPV. Trata-se do método mais moderno e eficaz para o rastreamento do câncer do colo do útero, que antes estava disponível apenas na rede particular.

“Esse exame vai salvar a vida de milhares de mulheres. Muitas vezes o câncer do colo de útero só é descoberto quando está muito avançado. Aí o tratamento é muito mais complicado”.

Ele disse ainda que a eficácia do exame permite detectar o vírus antes mesmo do surgimento da doença, o que facilita a prevenção. “E tem um detalhe importante: se o exame der negativo, o próximo só será daqui a cinco anos”, acrescentou.

O prefeito também orienta que as mulheres, entre 25 e 64 anos, procurem qualquer unidade de saúde de Porto Velho, a partir do dia 28 de março, para realizar o teste de DNA do HPV.

SILENCIOSO

O câncer do colo do útero ainda está entre os que mais afetam mulheres no Brasil, principalmente por não apresentar sintomas em sua fase inicial. Isso faz com que muitos casos sejam diagnosticados tardiamente, fazendo com que o tratamento se torne mais difícil e doloroso.

Com o teste de DNA do HPV, é possível identificar a presença do vírus de forma precoce, permitindo acompanhamento antecipado e aumentando significativamente as chances de prevenção e cura.

Em caso de resultado negativo, a recomendação é que o próximo exame seja realizado após cinco anos, garantindo mais comodidade e segurança às pacientes.

“Nossa orientação é que as mulheres procurem a unidade de saúde mais próxima para obter informações sobre o acesso ao exame”, alertou o secretário de saúde, Jaime Gazola.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Governo de RO reabre inscrições para cadastro reserva de candidatos a beneficiários de imóveis

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O governo de Rondônia por meio da Secretaria da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), publicou o Edital nº 17/2026 com procedimentos e regras para reabertura de prazo para inscrição e formação de cadastro reserva para o processo de seleção de candidatos a beneficiários das unidades habitacionais do Empreendimento Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná, do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), cujos recursos são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, até o dia 14 de abril, pelo sistema Cadastro Habitacional. Dúvidas podem ser sanadas na unidade do Tudo Aqui, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, na rua Maringá, 597, bairro Nova Brasília.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a reabertura das inscrições para formação de cadastro reserva foi necessária, considerando que até a assinatura do contrato os candidatos a beneficiários podem ser desclassificados por alteração de status ou por não regularização documental. “Esta reabertura do prazo para novas inscrições tem por objetivo garantir ampla margem de suplentes para que não haja paralisação do processo de entrega do empreendimento por falta de beneficiários dentro dos critérios estabelecidos”, explicou.

A secretária da Seas, Luana Rocha reforça que as novas inscrições não significam a garantia da conquista do imóvel, pois os novos selecionados passarão por todas as etapas do processo de seleção, conforme os critérios e normas do Minha Casa Minha Vida. “Para concorrer a um imóvel, as pessoas devem ter cadastro atualizado como responsável familiar no Cadastro Único, residam em Ji-Paraná/RO há no mínimo 2 anos, tenham idade a partir dos 18 anos, renda bruta mensal familiar de até R$ 2.850, não tenham outro imóvel em seu nome, entre outros critérios que podem ser analisados no edital”, pontuou.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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