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Espaço Acolher no Parque da Cidade é alvo de vandalismo

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Um ato de vandalismo registrado na noite de ontem (10) deixou temporariamente fechado o Espaço Acolher, estrutura voltada ao lazer e à convivência de crianças e pessoas neurodivergentes dentro do Parque da Cidade.

De acordo com informações da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), por volta das 21h30, várias pedras foram arremessadas contra o vidro da estrutura. Após sucessivas tentativas, um pedaço de tijolo atingiu o espaço e quebrou o vidro, causando danos à instalação.

O Espaço Acolher foi criado para oferecer um ambiente seguro e adaptado, onde crianças e pessoas neurodivergentes podem brincar, interagir e ter momentos de lazer em um espaço pensado para esse público. Por causa dos danos, o local precisará permanecer fechado até que o vidro seja restaurado e as condições de segurança sejam garantidas.

O presidente da Emdur, Bruno Holanda, comentou sobre a situação. “Infelizmente tivemos esse ato de vandalismo no Espaço Acolher, que é um ambiente preparado com muito cuidado para atender crianças e pessoas neurodivergentes. Por conta dos danos no vidro, será necessário manter o espaço fechado até que possamos fazer o reparo e garantir novamente a segurança de quem utiliza o local”, afirmou.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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‘É papel higiênico’: morador denuncia açaí comprado

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Um homem denunciou nas redes sociais uma situação inusitada após comprar um saco de açaí em uma feira localizada no bairro Educandos, na zona sul de Manaus. Segundo ele, ao abrir o produto, teria encontrado o que aparentava ser papel higiênico misturado ao açaí.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o homem abre o saco com uma faca para mostrar o conteúdo. Durante a gravação, ele demonstra indignação.

“As pessoas compram isso aqui e por isso que estão adoecendo”, afirmou o homem enquanto cortava o saco.

Na sequência, ele critica quem teria colocado o material no alimento e afirma que a pessoa devia ser presa.

Para tentar comprovar a denúncia, o morador chega a pegar o produto nas mãos e peneirar o açaí, separando o que ele identifica como pedaços de papel higiênico.

Até o momento, não há confirmação sobre a origem do material filmado.

Fonte: D24am

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Brasileiros retiram R$ 10,5 bilhões da poupança em agosto

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O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em agosto deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 10,5 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 357,7 bilhões, contra saques de R$ 368,2 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,5 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

É o terceiro mês seguido de saques líquidos na poupança. Em 2026, apenas em maio houve mais depósitos que retiradas. Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram de R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

Até agosto, a caderneta já acumula R$ 57,1 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a taxa está em 14% ano.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.

A Selic é o principal instrumento do BC para garantir que a meta de 3% (com tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos) para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No mês de julho, os alimentos ficaram mais baratos e contribuíram para que a inflação oficial perdesse força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado fez o IPCA acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a margem de tolerância da meta.

A inflação de agosto será divulgada na próxima sexta-feira (11) pelo IBGE.

Fonte: Agência Brasil

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Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto

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Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Levantamento é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1,43%, e em São Luís, com aumento médio de 0,78%.

De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%).

No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).

Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras. O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.

Cesta mais cara do país

Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59, seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente. Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).

Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.565,86 ou 4,67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00. 

Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Fonte: Agência Brasil

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