Polícia
Taxista é preso após ameaçar colega com pistola em shopping de Porto Velho
Um taxista foi preso na tarde de sábado (7) após ameaçar um colega de trabalho com uma arma de fogo no estacionamento de Shopping, localizado na zona leste de Porto Velho. Durante a confusão, o suspeito chegou a apontar a pistola para a vítima e apertar o gatilho várias vezes, mas nenhum disparo foi efetuado.
De acordo com o relato da vítima à Polícia Militar, o desentendimento começou no ponto de táxi do local. O motorista percebeu que o colega vinha tirando fotos e fazendo filmagens dele há alguns dias, o que motivou o questionamento.
Segundo o relato, no momento da discussão o suspeito teria reagido de forma agressiva. Ele teria sacado uma pistola que estava na cintura, apontado em direção ao outro taxista e pressionado o gatilho repetidas vezes. Apesar da ação, a arma não disparou.
Assustada com a situação, a vítima correu do local e acionou a Polícia Militar.
Após receberem as informações, equipes do 5º Batalhão da PM iniciaram buscas e foram informadas de que o suspeito estaria em uma residência localizada na rua Aruba, no bairro Socialista. Os policiais foram até o endereço indicado e localizaram o homem.
Durante a abordagem, o próprio taxista confirmou que possuía uma arma de fogo registrada. Ele autorizou a entrada da equipe na residência e informou que a pistola estava em seu quarto.
No local indicado, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 milímetros da marca Taurus, acompanhada de um carregador com 11 munições intactas. No momento da verificação, não havia munição na câmara da arma.
Diante do relato da vítima sobre a ameaça e as tentativas de disparo, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Departamento de Flagrantes, onde o caso foi registrado
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Alerta Rolim
Polícia
Casal é condenado por envolvimento na execução de dentista
O júri popular realizado nesta sexta-feira (24/4), na comarca de Vilhena, levou ao banco dos réus um casal, apontado nas investigações e denunciado pelo MPRO, por intermediar e facilitar a execução do dentista Clei Bagattini, morto a tiros dentro de seu consultório no centro da cidade no dia 12 de julho de 2024.
Com a atuação dos promotores de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães e Vinícius Basso de Oliveira e após quase 20 horas de júri, o homem foi condenado a 23 anos e 4 meses e a mulher recebeu a pena de 6 anos. Ambos já se encontravam presos.
O MPRO sustentou que o casal integrava um grupo organizado, que atua de forma planejada e com divisão de funções para cometer crimes. Além disso, a mulher denunciada também responde por porte ilegal de arma de fogo.
Planejamento do crime
De acordo com a investigação, o autor dos disparos marcou uma consulta na clínica um dia antes do crime, usando nome falso. A ideia era se passar por paciente para se aproximar da vítima. No dia do fato, ele entrou no consultório e atirou várias vezes.
A investigação aponta que o grupo se reuniu na noite anterior para combinar detalhes da ação. Um dos envolvidos teria dado apoio na fuga, enquanto outra denunciada ajudou no plano ao marcar um segundo horário na clínica, como alternativa caso o primeiro não desse certo.
Execução e fuga
Após os disparos, o autor saiu do local e fugiu em uma motocicleta. Em seguida, trocou de veículo com apoio de outro denunciado e deixou a cidade. O MPRO afirma que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa.
De acordo com os promotores de Justiça, a investigação continua para esclarecer outros fatos do crime, como o mandante e a motivação do assassinato do dentista.
O homem apontado como executor, Maicon da Silva Raimundo, morreu em dezembro de 2024, num confronto com a polícia no município de Colniza, MT.
Fonte: MPRO
Polícia
Polícia resgata 70 mulheres de cárcere privado em clínica clandestina
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) resgatou, nessa quinta-feira (23/4), cerca de 70 mulheres de uma clínica terapêutica que funcionava de forma irregular em Abadia de Goiás. Durante a operação, dois responsáveis pelo local foram presos em flagrante.
A ação foi coordenada pela 16ª Delegacia Regional de Polícia, com apoio da Vigilância Sanitária e da Guarda Civil Municipal, após denúncia de descumprimento de um auto de interdição previamente aplicado ao estabelecimento.
No momento da fiscalização, as equipes foram recebidas por uma interna, que confirmou o funcionamento da clínica, caracterizando, em tese, o crime de desobediência.
Durante a abordagem, os agentes também ouviram pedidos de socorro vindos de outros cômodos, o que levou à entrada imediata no local.
Dentro da unidade, os policiais encontraram aproximadamente 70 mulheres. Pelo menos 12 delas relataram estar internadas contra a própria vontade, o que indica a prática de cárcere privado. As vítimas também denunciaram condições precárias de higiene, falhas na segurança e alimentação inadequada.
Segundo a investigação, havia uma pessoa responsável pela coordenação da clínica e um responsável legal pelo estabelecimento, que compareceu durante a operação.
Ambos foram levados à delegacia, passaram por exames de corpo de delito e acabaram autuados em flagrante por cárcere privado qualificado.
As mulheres resgatadas foram acolhidas e encaminhadas às famílias com apoio da assistência social do município.
O nome da clínica não foi divulgado pelas autoridades.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias e identificar possíveis outras irregularidades.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Homem mata companheira espancada e é preso 5 dias depois
Um homem foi preso na noite dessa quinta-feira (23/4) acusado de espancar a própria companheira até a morte. O crime ocorreu na madrugada de 18 de abril, em Campinaçu (GO).
A vítima, Andreia Beltrão da Silva, não resistiu aos ferimentos e morreu cinco dias depois, na quinta-feira (23/4).
A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Minaçu (12ª DRP).
Desde o dia do crime, equipes das polícias Civil e Militar iniciaram buscas para localizar o autor. As diligências ocorreram em Campinaçu, Minaçu e Uruaçu, incluindo áreas rurais, possíveis rotas de fuga, fazendas e imóveis ligados ao acusado.
Segundo a corporação, o homem se apresentou à delegacia quando já havia um cerco investigativo montado pelas forças de segurança, resultado das buscas realizadas ao longo dos últimos dias.
Após ser detido, ele foi encaminhado à unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Fonte: Metrópoles
