Polícia
Tragédia no Rio Grande: seis mortos, entre eles uma criança, após lancha bater em píer
Seis pessoas morreram e outras nove ficaram feridas em um grave acidente envolvendo uma lancha na noite deste sábado (21), por volta das 23h30, às margens do Rio Grande, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a embarcação partiu de Franca, no interior paulista, e transportava 15 ocupantes quando colidiu violentamente contra a estrutura de um píer. O acidente ocorreu na margem mineira do rio, no município de Sacramento.
Com o impacto, seis pessoas morreram no local. Entre as vítimas estão três mulheres, dois homens e uma criança de apenas 4 anos. As identidades ainda não haviam sido divulgadas até a última atualização.
Os nove sobreviventes foram inicialmente socorridos por equipes da Defesa Civil. Três deles precisaram ser hospitalizados na cidade de Rifaina (SP), enquanto os demais apresentaram ferimentos leves e não correm risco de morte.
Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto da lancha, que também morreu no acidente, não possuía habilitação na categoria Arrais-Amador, exigida para condução desse tipo de embarcação.
As circunstâncias da colisão serão apuradas pelas autoridades competentes. A tragédia gerou grande comoção na região e reacende o alerta sobre a importância da habilitação e do cumprimento das normas de segurança na navegação.
Polícia
Veja o momento que técnica de enfermagem tenta sequestrar bebê
Vídeos das câmeras de segurança da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, no Piauí, registraram o momento em que a técnica de enfermagem Auricélia de Sousa Rocha pega o bebê que tentou sequestrar no último dia 6 de julho.
No vídeo, é possível ver o momento em que a bebê é entregue à técnica de enfermagem, que já carregava sua bolsa consigo, pela tia da criança. A tia relata que entregou sua sobrinha para a realização do exame do pezinho.
Veja o vídeo abaixo:
A tia publicou um relato sobre o ocorrido em suas redes sociais, explicando que, depois que a criança foi entregue à técnica de enfermagem, a autora colocou a criança dentro de uma bolsa, trocou de roupa e direcionou-se para a saída do estabelecimento, quando foi questionada pela tia.
Daniela Beatriz, a tia, responsável por impedir a ação, afirmou que a técnica contou com o apoio de outras pessoas durante a tentativa de retirar a criança da unidade de saúde.
Ela relata que Auricélia entrou em um banheiro da instituição, trocou o uniforme por um vestido jeans, soltou o cabelo e colocou o bebê dentro da bolsa que carregava. Daniela afirmou que encontrou a técnica saindo da maternidade e conseguiu impedir o sequestro.
Suspeita de participação de terceiros
A tia da recém-nascida afirma que, durante o confronto no banheiro, uma segunda mulher apareceu e tentou acobertar Auricélia. Segundo Daniela, essa pessoa se apresentou como colega da técnica e afirmou que ela seria uma paciente grávida que estava na maternidade para uma consulta.
Além disso, a familiar também questiona a atuação da unidade de saúde após o flagrante. Segundo Daniela, a Polícia Militar não foi acionada imediatamente, o que teria permitido que a suspeita deixasse o local.
“Ela recebe ajuda de lá para sair. Se se tratava de uma pessoa que não trabalhava lá dentro, por que deixaram sair com tanta facilidade?”, questionou.
Inicialmente, a maternidade informou que Auricélia não estava em serviço no momento do crime. Posteriormente, confirmou que ela era funcionária da unidade, mas estava de folga naquele dia.
Daniela afirmou ainda que teve acesso a imagens do circuito interno de segurança diferentes das divulgadas inicialmente. Segundo ela, as gravações indicariam que a técnica recebeu auxílio de outra pessoa. A família informou que já ingressou na Justiça para obter acesso integral às imagens da maternidade.
Embora o delegado responsável pelo caso tenha descartado, em um primeiro momento, a participação de terceiros, a família acredita que novas provas possam alterar as investigações.
Defesa cita transtorno psiquiátrico
A defesa de Auricélia afirma que ela foi diagnosticada com Transtorno Psicótico Agudo Polimorfo com sintomas esquizofrênicos após avaliação no Hospital Areolino de Abreu.
Segundo o advogado, a investigada já fazia uso de medicação psiquiátrica e apresenta comprometimento da capacidade de compreender a realidade e a gravidade de seus atos.
Com base no laudo, a defesa informou que pedirá a revogação da prisão preventiva.

Veja a nota na íntegra:
“Desde o início, a defesa manifesta profundo respeito à família da recém-nascida, aos profissionais da Maternidade Dona Evangelina Rosa e ao trabalho desenvolvido pelas autoridades responsáveis pela investigação dos fatos.
Entretanto, é imprescindível destacar que o caso possui um aspecto de extrema relevância que não pode ser ignorado: a condição de saúde mental da investigada.
Após os acontecimentos, Auricélia foi submetida à avaliação por equipe especializada do Hospital Areolino de Abreu, referência em psiquiatria no Estado do Piauí, tendo recebido o diagnóstico de Transtorno Psicótico Agudo Polimorfo com sintomas esquizofrênicos (CID F23.1), permanecendo em observação e recebendo alta com encaminhamento para acompanhamento psiquiátrico especializado.
Além disso, a defesa juntou aos autos documentos que demonstram que ela fazia uso de medicação de natureza psiquiátrica, circunstância que será devidamente submetida à apreciação do Poder Judiciário.
No atual estado clínico, conforme constatado pela defesa e pelos familiares, Auricélia apresenta importante comprometimento de sua compreensão acerca da realidade vivenciada, demonstrando dificuldade para compreender a gravidade dos fatos investigados e até mesmo a própria situação processual em que se encontra. Essa percepção é compatível com a necessidade de avaliação especializada já documentada, mas a repercussão jurídica desse quadro deverá ser apurada pelos meios periciais previstos na legislação, não cabendo à defesa antecipar conclusões sobre sua imputabilidade penal.
A defesa informa que protocolará pedido de revogação da prisão preventiva e, caso necessário, impetrará Habeas Corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, sustentando que a manutenção da custódia cautelar deve ser reavaliada também à luz dos documentos médicos supervenientes já apresentados ao Juízo.
É importante ressaltar que essa iniciativa não busca minimizar a gravidade dos fatos investigados, tampouco desrespeitar o sofrimento da família envolvida. O objetivo é assegurar que o processo penal observe integralmente a Constituição Federal, o devido processo legal e os direitos fundamentais da investigada, inclusive o direito de receber tratamento médico adequado quando há elementos clínicos relevantes.
A defesa reafirma sua confiança nas instituições, no Ministério Público e no Poder Judiciário, acreditando que todas as decisões serão tomadas com base nas provas constantes dos autos, na legislação vigente e nos princípios constitucionais que regem o Estado Democrático de Direito.”
Investigação
O caso é investigado pela Polícia Civil do Piauí como tentativa de sequestro e subtração de incapaz. O inquérito tramita sob segredo de Justiça.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí informou que registrou boletim de ocorrência, entregou as imagens do circuito interno de monitoramento às autoridades, afastou a técnica de enfermagem das funções e instaurou um Processo Administrativo Disciplinar.
Já o Coren-PI (Conselho Regional de Enfermagem do Piauí) também abriu procedimento ético em caráter de urgência para apurar a conduta da profissional.
O processo poderá resultar na suspensão cautelar do registro profissional durante a investigação e, ao final da apuração, na cassação definitiva do direito ao exercício da enfermagem, caso sejam comprovadas infrações éticas graves.
Em nota, o Coren-PI afirmou que adotará medidas legais para proteger a imagem de uma segunda profissional de enfermagem que estaria sendo associada indevidamente ao caso nas redes sociais.
CNN Brasil
Polícia
Confronto com a Força Tática termina com foragido morto e arma apreendida
Uma ação da Força Tática da Polícia Militar terminou com a morte de um foragido da Justiça na tarde desta terça-feira (14), no km 17 da BR-319, após a ponte sobre o Rio Madeira, em Porto Velho.
LEIA TAMBÉM: Criminoso do PCC morre em confronto com a Polícia Militar
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o suspeito foi localizado durante uma operação policial. No momento da abordagem, ele teria atirado contra as equipes, que reagiram aos disparos.
O homem foi atingido durante o confronto e recebeu atendimento imediato dos policiais, sendo levado ao Hospital João Paulo II. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.
Na ação, a Polícia Militar apreendeu uma arma de fogo, grande quantidade de munições, aparelhos celulares e um rádio comunicador (HT), que foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil.
As circunstâncias do confronto serão apuradas pelos órgãos competentes, conforme os procedimentos adotados em ocorrências com intervenção policial.

Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Criminoso do PCC morre em confronto com a Polícia Militar
O foragido da Justiça Roney Barroso de Matos, conhecido pelos apelidos de “Roney do pcc” e “Jogador”, morreu na tarde desta terça-feira (14) após ser baleado durante um confronto com a Força Tática, na BR-319, em Porto Velho.
De acordo com informações da Polícia Militar, o confronto ocorreu durante uma ação policial. Roney foi baleado e socorrido pelos próprios policiais em uma viatura da corporação até o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II (JP II).
Apesar do rápido atendimento, ele não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado logo após dar entrada na unidade hospitalar.
Segundo a Polícia Militar, Roney Barroso de Matos era considerado foragido da Justiça. Informações repassadas pelas forças de segurança também apontam que ele era conhecido pelos apelidos de “Roney” e “Jogador”. As circunstâncias que levaram ao confronto serão detalhadas pela corporação após a conclusão da ocorrência.
O caso será investigado, e a Polícia Militar deverá divulgar novas informações por meio de boletim oficial.
