Geral
Sesau realiza coletiva após confirmação de casos de Mpox em Porto Velho
Porto Velho já registra quatro casos confirmados de Mpox, conhecida como varíola dos macacos, enquanto outros casos suspeitos seguem sob investigação. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia, Sesau, que realizou coletiva para esclarecer a situação epidemiológica no estado.
LEIA MAIS: Sobe para quatro o número de casos confirmados de Mpox em Porto Velho
Durante o pronunciamento, a Sesau e a Agência Estadual de Vigilância Epidemiológica informaram que, atualmente, Rondônia contabiliza seis notificações suspeitas. Destas, quatro já foram confirmadas pelo Ministério da Saúde e estão sendo monitoradas pela equipe de Vigilância Epidemiológica. Outros dois casos foram descartados após análise laboratorial.
As autoridades de saúde explicaram que a forma mais comum de transmissão ocorre por contato íntimo, principalmente em relações sexuais, além de abraços e beijos. A doença também pode ser transmitida por gotículas, embora de forma mais rara, e pelo compartilhamento de objetos como talheres, roupas de cama e utensílios pessoais. No entanto, para esse tipo de contágio é necessário contato próximo e direto com a pessoa infectada.
A Sesau reforçou que qualquer pessoa que apresente lesões na pele, com ou sem febre, e com ou sem ínguas, que são aumento dos linfonodos e uma característica frequente da doença, deve procurar atendimento médico imediatamente. Segundo os técnicos, o surgimento de bolhas na pele já é motivo suficiente para buscar avaliação profissional.
Durante o dia, também circulou a informação de que um dos eventos carnavalescos da capital teria sido cancelado em razão dos casos confirmados. No entanto, a notícia é falsa. Até o momento, não há cancelamento de eventos, e a programação segue normalmente.
A Secretaria reforçou que o cenário permanece sob monitoramento constante e que novas atualizações poderão ser divulgadas conforme a evolução dos casos.
Geral
Prazo para contestar descontos indevidos em benefícios termina em 20 de março
Termina em 20 de março de 2026 o prazo para que aposentados e pensionistas contestem os descontos associativos não autorizados em seus benefícios. A contestação é uma etapa fundamental para garantir o direito ao ressarcimento corrigido oferecido pelo Governo Federal. Depois do prazo, adesão ao acordo de ressarcimento continuará disponível para quem tiver direito.
Para fazer a contestação, o segurado deve verificar pelo aplicativo Meu INSS, pela Central 135 ou em agências dos Correios se houve descontos associativos e informar se autorizou ou não o débito.
Até o momento, 6,3 milhões de pessoas contestaram as cobranças. Entre os que fizeram, 4.340.240 já aderiram ao acordo e receberam os valores. O montante total já restituído soma R$ 2.941.856.151,80. Além desses, 799.186 pessoas estão aptas para fazer a opção pelo ressarcimento administrativo, mas ainda não realizaram a adesão. Uma vez aceito o acordo, o pagamento é depositado na conta do benefício em até três dias úteis.
Acesso para todos
Para indígenas, quilombolas e idosos com 80 anos ou mais, o ressarcimento ocorre de forma automática na folha de pagamento, dispensando a necessidade de adesão. Já a população ribeirinha conta com o atendimento das unidades do PrevBarco.
VEJA SE VOCÊ TEM DIREITO – Podem aderir ao acordo de ressarcimento:
Beneficiários que contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade em até 15 dias úteis.
Quem recebeu resposta irregular da entidade, como assinaturas falsificadas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos.
Quem sofreu descontos entre março de 2020 e março de 2025.
Beneficiários com processo na Justiça, desde que ainda não tenham recebido os valores (nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo).
COMO FUNCIONA
1. Contestar o desconto indevido
É o primeiro passo. Pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS, Central 135 ou nas agências dos Correios até 20 de março de 2026.
2. Aguardar a resposta da entidade
Prazo: até 15 dias úteis.
3. Sem resposta da entidade?
O sistema libera automaticamente a opção de adesão ao acordo.
4. Recebeu resposta irregular?
O INSS também está liberando a adesão para beneficiários que receberam respostas irregulares das entidades, como assinaturas falsificadas ou gravações de áudio.
5. Aderir ao acordo
Pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios.
No aplicativo Meu INSS:
• Acesse com CPF e senha;
• Vá em “Consultar Pedidos” → “Cumprir Exigência”;
• Role até o último comentário, selecione “Sim” em “Aceito receber” e envie.
Importante: não é possível aderir ao acordo pela Central 135.
NÃO CAIA EM GOLPES!
O INSS não envia links, SMS ou mensagens com pedido de dados;
Não cobra taxas nem solicita intermediários;
Toda a comunicação é feita pelos canais oficiais: aplicativo Meu INSS, pelo site gov.br/inss, pela Central 135 e pelas agências dos Correios.
Fonte: Governo Federal
Geral
Mpox: saiba como a doença é transmitida e como se proteger
Com o aumento dos casos de Mpox em Porto Velho, as autoridades de saúde reforçaram as orientações sobre as formas de transmissão da doença e os cuidados necessários para evitar a contaminação.
A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) explicou que a principal forma de transmissão da Mpox ocorre por meio do contato íntimo e direto com uma pessoa infectada. Isso inclui relações sexuais, beijos, abraços e qualquer contato pele a pele com lesões. O vírus também pode ser transmitido pelo contato com secreções respiratórias, especialmente em situações de proximidade prolongada, embora essa forma seja menos comum.
Outra possibilidade de contágio é o compartilhamento de objetos de uso pessoal contaminados, como toalhas, roupas de cama, vestuário, talheres e utensílios. No entanto, para que a transmissão ocorra dessa forma, é necessário contato próximo e direto com a pessoa infectada ou com materiais recentemente contaminados.
Segundo a Sesau, os principais sintomas incluem lesões na pele, que podem começar como manchas, evoluir para bolhas e formar crostas. As erupções podem surgir em diferentes partes do corpo, inclusive na região genital, mãos, pés e rosto. Febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos (ínguas) também são sinais frequentes da doença.
A Secretaria orienta que qualquer pessoa que apresente lesões na pele, com ou sem febre, e com ou sem ínguas, procure atendimento médico imediatamente. O surgimento de bolhas já é considerado um alerta importante para buscar avaliação profissional e, se necessário, realizar exames específicos.
Para se proteger, as recomendações incluem evitar contato íntimo com pessoas que apresentem lesões suspeitas, não compartilhar objetos pessoais, higienizar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool 70%, e manter atenção redobrada durante eventos com grande concentração de pessoas. Em caso de confirmação da doença, é fundamental seguir as orientações médicas, manter isolamento até a completa cicatrização das lesões e evitar contato próximo com outras pessoas.
A Sesau destacou que o cenário segue sob monitoramento constante e que novas informações poderão ser divulgadas conforme a evolução dos casos. Até o momento, não há recomendação para cancelamento de eventos na capital.
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Geral
Receita Federal abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda
Cerca de 205 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco podem saber se receberão restituição. Nesta sexta-feira (20), a Receita Federal liberou a consulta ao lote da malha fina de fevereiro. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 204.824 contribuintes receberão R$ 578,97 milhões. Desse total, R$ 337,69 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.
As restituições estão distribuídas da seguinte forma:
- 127.585 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
- 39.290 contribuintes de 60 a 79 anos;
- 17.318 contribuintes sem prioridade;
- 10.735 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
- 6.632 contribuintes acima de 80 anos;
- 3.264 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.
Pagamento
O pagamento será feito em 27 de fevereiro, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.
Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
Fonte: Agência Brasil
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