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Faculdades de medicina têm até sexta para aderir ao Bolsa Permanência

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As instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas que oferecem cursos de graduação em medicina pelo Programa Mais Médicos têm até as 23 horas e 59 minutos de sexta-feira (13), no horário de Brasília, para aderir ao Programa Bolsa Permanência (PBP-PMM), do Ministério da Educação (MEC).

adesão da instituição deve ser formalizada pelo representante legal da instituição (reitor) ou da mantenedora, diretamente no Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP). É preciso ter conta na plataforma Gov.br.

O programa busca reduzir desigualdades sociais ao contribuir para a permanência e a diplomação de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, matriculados em cursos de graduação presenciais e participantes do Mais Médicos.

O auxílio financeiro é de R$ 700 por mês para alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a fim de garantir condições materiais para a conclusão do curso e diminuir a evasão escolar.

Bolsas

Para este ano, o MEC oferece 1,5 mil novas bolsas do Programa Bolsa Permanência do Programa Mais Médicos. Para custeá-las, a pasta fará um investimento anual de R$ 12,6 milhões.

No total, 25% bolsas são destinadas a estudantes de universidades federais e 75% para bolsistas integrais das instituições de ensino privadas. 

Pelo critério de distribuição, do total de vagas ofertadas, 1.125 são para bolsistas de 59 instituições privadas de ensino superior. Para as universidades públicas federais estão disponíveis 375 vagas, distribuídas em 37 campi de 32 instituições de ensino superior públicas.

Cada instituição de ensino terá garantido o mínimo de três bolsas permanência.

O MEC esclarece que a distribuição das bolsas priorizou municípios com maiores índices de vulnerabilidade, com adoção de critérios diferenciados de pontuação e acréscimo de vagas para instituições de ensino superior localizadas na Amazônia Legal e em faixas de fronteira. 

Seleção de estudantes

Os candidatos à Bolsa Permanência já podem se cadastrar ao processo de seleção, que deve ser feito exclusivamente pelo Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP). O prazo termina em 20 de fevereiro.

Para direcionar o benefício aos estudantes que mais precisam, os requisitos obrigatórios são:

  • estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), com cadastro ativo e atualizado;
  • ter renda bruta familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio;
  • ter matrícula ativa em um curso de medicina em instituições que participam do Programa Mais Médicos;
  • não ter concluído qualquer outro curso superior; e
  • não ser beneficiários do programa de Bolsa Permanência em outra modalidade.

Para concorrer, é obrigatório que o estudante assine o termo de compromisso do programa federal, conforme estabelecido no edital nº 8/2026.

Fonte: Agência Brasil

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Uso indiscriminado do Mounjaro e versões clandestinas preocupa autoridades

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O Mounjaro é um medicamento injetável de aplicação semanal, desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, cujo princípio ativo é a tirzepatida. Inicialmente aprovado no Brasil para o tratamento do diabetes tipo 2, o remédio também recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da obesidade e do sobrepeso associado a comorbidades, devido à sua atuação na redução do apetite, aumento da saciedade e melhora do controle glicêmico.

A tirzepatida age por um duplo mecanismo hormonal, estimulando os receptores GLP-1 e GIP, o que potencializa o controle da glicose no sangue e favorece a perda de peso. Apesar dos resultados expressivos, o medicamento deve ser utilizado exclusivamente com prescrição médica, como parte de um tratamento que inclui alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, além de acompanhamento regular, geralmente com endocrinologista.

Com a popularização do Mounjaro, especialmente nas redes sociais, muitas pessoas passaram a utilizar o medicamento não para o tratamento do diabetes, sua indicação original, mas com finalidade estética, buscando emagrecimento rápido. A alta demanda, aliada ao elevado custo no Brasil que pode ultrapassar R$ 1.500 nas doses iniciais, segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) fez com que parte dos consumidores buscasse alternativas mais baratas.

Nesse cenário, ganhou espaço a compra de versões comercializadas no Paraguai, anunciadas como tirzepatida, com preços variando entre R$ 294 e R$ 770. No entanto, esses produtos não possuem registro sanitário no Brasil. A Anvisa já emitiu alertas e notificações proibindo a comercialização e o uso dessas substâncias, ressaltando que elas não passaram por avaliação de qualidade, eficácia e segurança, o que representa um risco significativo à saúde.

Além da falta de garantia quanto à procedência, o uso indiscriminado do medicamento, sem acompanhamento médico, pode causar efeitos adversos importantes. Entre os mais comuns estão náuseas, vômitos, diarreia, refluxo e perda excessiva de apetite. Em situações mais graves, há registros de pancreatite aguda, inclusive em formas severas, que podem evoluir para complicações graves e até risco de morte. O medicamento também não é indicado para menores de 18 anos, gestantes, lactantes, pessoas com diabetes tipo 1 ou com histórico de câncer medular de tireoide.

Recentemente, alertas internacionais reforçaram essa preocupação. No Reino Unido, autoridades de saúde notificaram casos graves de pancreatite associados a medicamentos da mesma classe do Mounjaro. No Brasil, a Anvisa também intensificou a farmacovigilância diante do aumento de eventos adversos relatados.

Diante da alta demanda e do impacto financeiro do tratamento, o Congresso Nacional aprovou a urgência de um projeto que declara o Mounjaro e o Zepbound como medicamentos de interesse público, o que pode abrir caminho para uma possível quebra de patente e produção de versões genéricas no país. A medida ainda depende de trâmites legais e avaliação da Anvisa.

Enquanto isso, especialistas reforçam que o Mounjaro é um medicamento eficaz e inovador, mas que não deve ser usado por motivos estéticos nem adquirido por meios irregulares. O uso sem prescrição, especialmente de produtos sem registro, coloca a vida dos usuários em risco e pode trazer consequências graves e irreversíveis à saúde.

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Concessionária Nova 364 emite nota após morte de funcionários na BR

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A Nova 364 Concessionária de Rodovia informa que, na manha desta terça, dia 10, ocorreu um sinistro de trânsito no km 185 da BR-364, envolvendo um caminhão e uma motocicleta, do qual resultou na morte de dois colaboradores da base operacional de Pimenta Bueno. Eles se deslocavam para o início de seu turno de trabalho.

RELEMBRE AQUI: Trabalhadores da concessionária Nova364 morrem em grave acidente na BR

De acordo com as informações preliminares, o acidente decorreu da invasão da faixa de sentido contrário pelo caminhão, ocasionando uma colisão frontal.

A Concessionária comunica que está adotando todas as providências cabíveis, bem como prestando o devido suporte aos familiares das vítimas, mantendo-se à disposição das autoridades competentes para os esclarecimentos necessários.

A Nova 364 manifesta seu profundo pesar e reforça que os familiares recebem todo amparo neste momento de consternação.

Fonte: Assessoria

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Câmara aprova urgência para votar quebra de patente do Mounjaro

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) requerimento de regime de urgência para apreciar o Projeto de Lei nº 68, de 2026, que declara os remédios Mounjaro e Zepbound como de interesse público e pede a quebra de patente. Ambos são medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Foram registrados, ao todo, 337 votos favoráveis e 19 contrários. O texto é de autoria dos deputados federais Antonio Brito (PSD-BA) e Mário Heringer (PDT-MG). Com a aprovação do regime de urgência, o projeto pode ser votado a qualquer momento no plenário, sem necessidade de passar pelas comissões da Casa.

Alerta

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de canetas emagrecedoras. O grupo inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida.

Em nota, a Anvisa destacou que, embora o risco conste das bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, as notificações têm aumentado tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional, o que exige reforço das orientações de segurança.

O monitoramento médico, segundo a agência, é motivado pelo risco de eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.

No início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido também emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

Fonte: Agência Brasil

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