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Polícia

Família e amigos se pronunciam após prisão de humorista em Porto Velho

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O humorista e criador de conteúdo digital Wesley Souza foi preso na noite desta segunda-feira (9), em Porto Velho (RO), após a gravação de um vídeo na praça de alimentação de um shopping da capital. As imagens, nas quais ele aparece dançando enquanto utiliza tornozeleira eletrônica, viralizaram nas redes sociais e alcançaram quase dois milhões de visualizações em poucas horas.

Segundo informações das autoridades, Wesley é apenado e estava sendo monitorado por meio de equipamento eletrônico. A prisão ocorreu porque ele teria descumprido as medidas judiciais impostas, ao permanecer fora da rota permitida pelo sistema de monitoramento. O deslocamento irregular foi identificado após a ampla circulação do vídeo nas redes sociais, o que chamou a atenção da Polícia Penal.

Após a constatação da violação, equipes realizaram diligências e localizaram o criador de conteúdo, efetuando a prisão. Ele foi encaminhado à Unidade de Monitoramento e, posteriormente, deverá ser apresentado ao sistema penal para as providências legais cabíveis.

Depois da prisão, familiares e amigos usaram as redes sociais para se manifestar. Em um vídeo, eles afirmam que Wesley não cometeu nenhum outro crime além do descumprimento da rota estabelecida pela Justiça. Segundo o relato, ele não poderia aparecer em vídeos fora da área autorizada, prática que já teria ocorrido outras vezes, culminando na prisão após a repercussão do conteúdo gravado no shopping.

Ainda de acordo com os familiares, um advogado já foi acionado para acompanhar o caso. Eles reforçaram que Wesley vem tentando reconstruir a vida, trabalhando com criação de conteúdo digital, cuidando do filho e mantendo uma rotina considerada correta desde que passou a cumprir a pena.

Em um desabafo emocionado, a tia do humorista declarou que a família estava orgulhosa de sua mudança de comportamento e afirmou acreditar que a situação será superada. Segundo ela, Wesley sempre demonstrou o desejo de crescer profissionalmente e ajudar outras pessoas, mesmo tendo poucas condições.

O caso segue sob acompanhamento da Justiça, e o cumprimento das medidas legais dependerá das decisões judiciais relacionadas ao descumprimento das regras do monitoramento eletrônico.

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Polícia

Motociclista fica gravemente ferido após carro avançar preferencial

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Um motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta quinta-feira (13), no bairro Liberdade, em Porto Velho.

A colisão aconteceu no cruzamento da Rua Tabajara com a Rua Elias Gorayeb. Conforme as informações obtidas no local, o motociclista seguia pela Rua Elias Gorayeb, no sentido da Avenida Calama, quando ocorreu a colisão com um Chevrolet Montana.

Segundo os relatos iniciais, o motorista do automóvel trafegava pela Rua Tabajara, em direção à Avenida Jorge Teixeira, quando teria avançado a preferencial e atingido a motocicleta.

Com o impacto, o motociclista sofreu ferimentos na região da cabeça e da testa, apresentando fortes contusões, hematomas e sangramento intenso.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou os primeiros atendimentos à vítima. Em seguida, o motociclista foi encaminhado para uma unidade hospitalar, onde deverá receber atendimento médico.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

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Polícia

Adolescente de 14 anos é executada pelo Tribunal do Crime

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Encontrada morta em uma cova às margens da rodovia BR-163, Claudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, foi executada em uma sessão do Tribunal do Crime por membros do Comando Vermelho no último dia 6. O crime ocorreu em uma região de mata às margens da Rodovia BR-163 e, apesar da pouca idade, a vítima fazia parte do Primeiro Comando da Capital (PCC), tendo inclusive um namoro com um dos membros da facção. O corpo da jovem foi encontrado na noite desta quarta-feira (12).

As informações acerca da vítima e do envolvimento dela com o PCC foram reveladas ao Olhar Direto pelo delegado Artur Andrade Almeida, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que atua à frente da investigação do caso. À reportagem, Arthur conta que a adolescente tirava fotos com símbolos da facção paulista.

“Ela namorava com um integrante e depois começou a fazer sinal do PCC, o ‘três’, no Instagram, e aí ameaçou algumas meninas do Comando Vermelho”, revelou o delegado. A jovem, segundo Arthur, não chegou a tomar partido de ações do PCC na cidade.

Ainda conforme Arthur, o namorado da vítima não está preso. O criminoso não teve a identidade revelada. Cinco criminosos estão envolvidos diretamente na morte da vítima e, deles, dois já foram presos. A vítima, segundo os próprios criminosos, namorava anteriormente com um membro do Comando Vermelho e, ao começar um relacionamento com o membro do PCC, teve a morte decretada.

Sequestro e morte

Claudia foi atraída até um hotel do município, onde foi sequestrada pelos criminosos. Durante uma semana, seu paradeiro foi um mistério e, por meio de imagens de câmeras de segurança, os policiais conseguiram identificar um veículo modelo Fiat Mobi, sendo posteriormente localizado e um dos envolvidos preso.

Em continuidade à procura da vítima, a equipe da Polícia Civil localizou o corpo da menor em uma área de mata na rodovia. Informações preliminares indicam que a vítima apresentava sinais aparentes de agressões e que havia indícios de asfixia. Ela também foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço. O caso continua a ser investigado.

Fonte: Olhar Direto

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Polícia

Trio é condenado a até 28 anos por ameaçar empresas e provocar incêndios

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Jaru, obteve no Poder Judiciário a condenação de três réus pelos crimes de organização criminosa, extorsão e incêndio. Os acusados foram sentenciados a penas que variam de 15 a 28 anos de reclusão em regime fechado.

Conforme o MP, em 2025, o grupo promoveu ações de extorsão a duas empresas provedoras de internet, localizadas nos municípios de Jaru e Theobroma, exigindo pagamentos sob ameaça de represálias. Em outubro daquele mesmo ano, como forma de intensificar as cobranças e coagir as vítimas, os acusados provocaram incêndios nos estabelecimentos.

O Ministério Público fundamentou a denúncia com um conjunto de laudos periciais, vídeos e outras provas digitais colhidas ao longo das investigações, que demonstraram a participação dos réus nos ataques.

Em relação às condenações, o primeiro acusado foi sentenciado pelos crimes de organização criminosa, extorsão, incêndio e associação para o tráfico, somando pena de 28 anos de reclusão. O segundo foi condenado pelos mesmos delitos, totalizando 16 anos. Por organização criminosa, extorsão e incêndio, o terceiro recebeu a pena de 15 anos de reclusão.

Os réus já estão presos e não poderão recorrer em liberdade.

Fonte: MPRO

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