Polícia
Justiça rejeita recurso e mantém pena de 8 anos contra ex-BBB por estupro
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do arquiteto e ex-participante do Big Brother Brasil Felipe Prior, 33 anos, por estupro. A pena é de oito anos de prisão, em regime semiaberto inicial, por um crime ocorrido em agosto de 2014, na cidade de São Paulo.
A decisão foi proferida de forma monocrática pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca em 19 de dezembro de 2025. Por não ter sido julgada por um colegiado, ainda cabe recurso. Prior responde ao processo em liberdade.
A defesa do ex-BBB afirmou que, por enquanto, não irá se manifestar. O caso já havia passado por outras instâncias da Justiça paulista.
Em setembro de 2024, desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) analisaram um recurso da defesa e decidiram elevar a pena de seis para oito anos de prisão, mantendo o regime semiaberto inicial.
Com a manutenção da condenação no STJ, a decisão segue válida, mas ainda pode ser questionada por meio de novos recursos.
Crime teria ocorrido após festa universitária em 2014
Segundo a investigação, à época do crime Felipe Prior e a vítima moravam na Zona Norte da capital e estudavam no mesmo campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie. De acordo com a decisão de primeira instância, o episódio teria ocorrido depois de uma festa universitária.
A reconstrução do caso apontou que Prior passou a dar caronas à vítima e a uma amiga em comum. No dia do crime, após deixar a outra colega em casa, ele teria seguido em direção à residência da vítima.
Ainda conforme a sentença, em uma rua próxima ao local, Prior teria começado a beijá-la e tocá-la, puxando-a para o banco traseiro do carro. A vítima, segundo o processo, não conseguiu oferecer resistência porque estava alcoolizada.
Ex-BBB acumula quatro processos por estupro
Ao todo, Felipe Prior acumula quatro processos por estupro. Dois deles terminaram em absolvição, um teve condenação confirmada e outro ainda aguarda decisão judicial.
O arquiteto ainda espera julgamento de um quarto processo, relacionado a um suposto estupro ocorrido durante uma festa universitária em Biritiba Mirim, no interior paulista, em 2018.
Em maio de 2025, a Justiça absolveu Prior da acusação de estuprar uma mulher durante o InterFAU, evento esportivo que reúne faculdades de Arquitetura de São Paulo, em Itapetininga, em setembro de 2018.
Na denúncia, a vítima afirmou que ele teria se aproveitado de sua embriaguez para praticar atos libidinosos, com violência física, mesmo diante do choro dela.
Além disso, em dezembro do ano passado, Prior foi absolvido da acusação de estupro de uma mulher em Votuporanga, no interior paulista, em fevereiro de 2015.
Ele havia sido condenado em primeira instância a seis anos de prisão, mas os desembargadores entenderam que não havia provas suficientes para sustentar a condenação e decidiram pela absolvição.
Quem é Felipe Prior
Felipe Prior é arquiteto, empresário e influenciador digital. Ele ganhou projeção nacional ao participar do BBB 20, quando se tornou um dos protagonistas da edição e formou uma amizade marcante com o ator Babu Santana.
Após o reality, passou a investir em empreendimentos e manteve presença nas redes sociais.
Polícia
Homem é executado a tiros em vila de apartamentos
Um homem ainda não identificado foi morto a tiros dentro de uma vila de apartamentos localizada na Rua General Osório, região central de Porto Velho (RO).
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, moradores da região foram surpreendidos por vários disparos de arma de fogo. Ao saírem para verificar o que havia acontecido, encontraram a vítima caída no chão, aparentemente já sem vida.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas, ao chegar ao local, apenas constatou o óbito.
A Polícia Militar também foi chamada e realizou o isolamento da área para os trabalhos da perícia criminal.
Até o momento, não há informações sobre a identidade da vítima, a motivação do crime ou os responsáveis pelos disparos.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida.

Matéria em atualização.
Polícia
Mulher paga R$ 500 para recuperar moto e acaba roubada durante o trajeto
Uma motocicleta roubada na noite desta terça-feira (27) foi recuperada por policiais militares do 5º Batalhão em uma residência na Rua Freijó, no bairro Parque Amazônia, zona Leste de Porto Velho (RO). O suspeito de levar o veículo não foi localizado.
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a mulher havia ido a um ponto de venda de drogas na Rua Tucunaré, no bairro Lagoa, para recuperar a motocicleta que, conforme relatou, havia sido deixada como penhor pelo marido, usuário de drogas. Ela teria pago R$ 500 para reaver o veículo.
Como não sabia pilotar, a mulher saiu empurrando a motocicleta pela Rua Piratininga. Durante o trajeto, um homem se ofereceu para conduzir o veículo e ajudá-la a chegar ao destino.
A mulher aceitou a ajuda, mas, assim que subiu na motocicleta, o suspeito fugiu levando o veículo.
Como a moto possuía rastreador, a vítima acionou a Polícia Militar e informou a localização indicada pelo dispositivo.
Uma equipe do 5º Batalhão, comandada pelo sargento F. Matos, realizou diligências e encontrou a motocicleta escondida dentro de uma residência na Rua Freijó, no bairro Parque Amazônia. O suspeito não foi localizado.
O veículo foi encaminhado à Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos de Veículos. Como o homem levou a chave, a motocicleta precisou ser apresentada à unidade policial.
O caso será investigado para identificar e localizar o responsável pelo crime.



Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Polícia Civil prende 3 suspeitos por corpos encontrados dentro de sacos
A Polícia Civil de São Paulo prendeu três suspeitos de participação em homicídios. Outros sete envolvidos fora identificados. Um homem já foi preso. Ao todo, foram encontrados 20 corpos descartados em sacos de lixo pelo estado.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), são cinco adultos, todos com mandados de prisão autorizados pela Justiça. Dois são adolescentes, cujos pedidos de busca e apreensão foram solicitados.
As apurações relativas aos corpos localizados são conduzidas pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), na capital, e pelas unidades responsáveis na região metropolitana, com o objetivo de identificar os suspeitos, individualizar as condutas e reunir as provas para responsabilizar os envolvidos.
Entre 5 de setembro e 26 de outubro, foram encontrados 20 corpos em ocorrências investigadas como homicídio, sendo 15 na capital e cinco na região metropolitana — dois em Itapecerica da Serra, um em Embu das Artes, um em São Bernardo do Campo e um em Diadema –, segundo levantamento da Polícia Civil. São casos em que houve transporte e abandono dos corpos, em locais públicos após a execução, de pessoas ligadas ao cometimento de crimes diversos, como tráfico e roubo.
“Cada caso exige uma apuração própria, com análise dos vestígios, imagens, depoimentos e demais elementos de prova. A identificação dos suspeitos representa um avanço importante, mas o trabalho continua até que todas as circunstâncias dos crimes sejam esclarecidas e os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, ao descartar possível serial killer.
Polícia prende suspeito
A Polícia Militar (PM) prendeu no sábado (24/10) um homem, de 40 anos, suspeito de participar do homicídio de um jovem, de 22 anos, encontrado no Jardim do Lago, na zona oeste da capital, nessa quinta-feira (22). Com o acusado, foi encontrado um revólver com numeração raspada, o que levou à prisão em flagrante.
O preso foi encaminhado ao DHPP, que solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva.
“Durante as buscas, a equipe encontrou, no vão do telhado de uma residência, um revólver de calibre .38 com numeração suprimida e cinco munições intactas. Um aparelho celular também foi apreendido”, informa o tenente-coronel Ives Minosso, comandante do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M).
Segundo a PM, os agentes identificaram o suspeito a partir de informações encaminhadas para o Disque-Denúncia. Os dados coletados ajudaram o serviço de inteligência a localizar um endereço no Jardim Catanduva. Os relatos apontam ainda que o homem tem envolvimento com facção criminosa.
13º corpo
O corpo da vítima, encontrado na quinta-feira, estava amarrado, com sinais de violência e dentro de um saco plástico. A vítima foi identificada como Jean Victor Sousa Guimarães, de 22 anos.
O corpo dele foi achado por moradores, que acionaram a PM.
O cadáver tinha sinais de tortura, como um corte na cabeça e marcas de disparos de arma de fogo.
Com este caso, segundo dados da PM levantados pelo Metrópoles, o número de corpos achados sob as mesmas circunstâncias, desde o começo de setembro, no município de São Paulo, subiu para 13.
Investigação
O secretário da Segurança Pública do estado, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou que todos os casos de corpos encontrados são investigados individualmente, e que, em alguns casos, as prisões de suspeitos foram solicitadas e decretadas pela Justiça.
Nico se reuniu nessa quinta-feira com autoridades da alta cúpula da Polícia Civil, como o delegado-geral Artur Dian e a a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o secretário afasta a possibilidade de que os crimes tenham sido cometidos por um serial killer.
“Até agora, não encontramos [evidências de] que esses 12, 13 casos foram praticados pela mesma pessoa. Estamos trabalhando muito nisso [na descoberta das autorias]”, escreveu.
Nico afirmou que as eventuais semelhanças entre os casos estão sendo analisadas. “Nenhuma hipótese é descartada. Cada caso tem sua investigação e o seu suspeito, e já temos prisão preventiva decretada em alguns. Pode confiar na polícia.”, finalizou.
A tese de que os crimes estariam sendo praticados por serial killer ganhou força nas redes sociais após uma série de corpos serem encontrados, desde 5 de setembro, na capital paulista e em cidades da região metropolitana, como Itapecerica da Serra, Diadema e São Bernardo do Campo.
Se somados, são 13 casos na capital e outros três na região metropolitana.
Fonte: Metrópoles
