Política
Marcos Rogério reconhece vitória de Lula e diz que diferenças políticas não vão travar Rondônia
O governador eleito de Rondônia, Marcos Rogério (PL), reconheceu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial e afirmou que o resultado não deve impedir o desenvolvimento do estado. Em manifestação publicada nas redes sociais, ele também falou sobre os compromissos que pretende assumir a partir de janeiro de 2027, quando tomará posse no governo estadual.
Marcos Rogério declarou que pretende conduzir a administração com responsabilidade e manter o foco nas necessidades da população. Ele também reconheceu que o resultado eleitoral provocou indignação entre parte de seus apoiadores.
Ligado politicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e conhecido por suas posições alinhadas ao bolsonarismo durante o mandato no Senado, o futuro governador terá pela frente o desafio de manter uma relação institucional com o governo federal, mesmo diante das diferenças políticas.
A articulação com Brasília será importante para Rondônia, especialmente na busca por recursos, investimentos e parcerias em áreas que dependem da participação da União. Nesse contexto, o diálogo entre os governos estadual e federal poderá influenciar o andamento de projetos e ações voltados ao estado.
Ao assumir o Executivo estadual, Marcos Rogério terá de conciliar suas posições políticas com as demandas administrativas e econômicas de Rondônia. A condução dessa relação e os resultados apresentados ao longo da gestão serão pontos importantes para avaliar como o novo governo pretende avançar diante das diferenças partidárias.
Política
Servidora é exonerada após post desejando que famílias de esquerdistas sejam estupradas em RO
Uma servidora comissionada da Prefeitura de Pimenta Bueno (RO), identificada como Larissa Prado Silva, foi exonerada na segunda-feira (26), após a circulação de mensagens polêmicas atribuídas a ela nas redes sociais. O conteúdo incluía uma declaração desejando que familiares de pessoas de esquerda fossem vítimas de estupro em comemoração à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A defesa de Larissa sustenta que o perfil dela foi invadido e que as publicações não foram feitas pela ex-servidora. Segundo a advogada, houve tentativas de recuperar o acesso à conta, mas o perfil acabou sendo excluído por quem teria realizado a invasão. A defesa também informou que procurou profissionais da área de informática para tentar solucionar o problema, sem sucesso.
A Prefeitura de Pimenta Bueno informou que a decisão de exoneração ocorreu após a repercussão da publicação e de áudios atribuídos à servidora, que também circularam nas redes sociais com críticas e ofensas a pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores (PT). De acordo com a administração municipal, as mensagens levantaram dúvidas sobre a versão de que a conta teria sido invadida.
Em manifestação pública, a prefeitura condenou o teor das declarações e afirmou que não aceita conteúdos que tratem a violência sexual como motivo de provocação ou disputa política.
A advogada afirmou que Larissa não faria publicações com palavras ofensivas nem conteúdo que banalize a violência sexual. A defesa também manifestou pesar pela repercussão do episódio e informou que a ex-servidora pede desculpas à população de Pimenta Bueno e à prefeitura caso tenha contribuído, mesmo involuntariamente, para a divulgação das mensagens.
Até o momento, a invasão da conta é uma alegação apresentada pela defesa.
Leia as notas na íntegra:


Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO
Política
Flávio Bolsonaro chega aos Estados Unidos
O senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou aos Estados Unidos em “segurança” após fugir do Brasil nesta terça-feira (27/10). A informação foi divulgado pelo advogado mexicano Simón Levy, que é ligado ao movimento Make America Great Again (MAGA), do presidente Donald Trump.
“Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos”, afirmou Levy em uma publicação divulgada na rede social X por volta das 15h20.
Em atualização.
Fonte: Metrópoles
Política
Ministros de Lula culpam Moraes por possível fuga de Flávio Bolsonaro
Ministros do governo Lula atribuem ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, parte da responsabilidade pela possibilidade de o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência da República, ter deixado o país após decisão do magistrado de determinar a entrega de seu passaporte.
Flávio está desaparecido. Na manhã desta terça-feira, autoridades brasileiras acionaram representantes da Argentina para verificar se o senador teria viajado para o exterior por meio de algum aeroporto do país vizinho.
Entre aliados do núcleo duro do chefe do Palácio do Planalto, a avaliação é de que uma eventual saída de Flávio do país não seria positiva nem mesmo para o petista. Para esses interlocutores, o senador poderia deixar de ser visto apenas sob a ótica de eventuais acusações e passar a sustentar o discurso de que estaria sendo perseguido politicamente.
“Passa de criminoso para perseguido”, disse um ministro à coluna.
Como mostrou a coluna, senadores aliados de Lula criticaram a iniciativa de Moraes. Em conversas reservadas, parlamentares classificaram a medida como “inadequada” e “precipitada” para o atual momento político.
Na avaliação desses senadores, a decisão tem potencial para aumentar a “tensão” no ambiente político e fortalecer a narrativa de Flávio Bolsonaro de que seria alvo de perseguição.
O que aconteceu?
Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, a Polícia Federal brasileira entrou em contato com autoridades da Argentina para checar se o senador Flávio Bolsonaro (PL) viajou para o exterior por meio de algum aeroporto do país vizinho.
A checagem está sendo feita após o site argentino “Infobae” publicar, durante a madrugada, uma notícia de que Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina, de onde viajaria aos Estados Unidos em um jatinho particular.
Segundo fontes da cúpula da PF, Flávio não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira nas últimas horas. Fontes da corporação admitem, porém, que haveria como o senador cruzar a fronteira sem passar por fiscalização.
Metrópoles
