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Governo de RO oferta 1.500 vagas de cursos técnicos; inscrições encerram quarta-feira, 28

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Modalidade que vem crescendo significativamente em Rondônia nos últimos anos, o ensino profissionalizante, mantém o ritmo de avanços em 2026. Com o objetivo de atender a demanda por qualificação de mão de obra, o governo do estado oferta, 1.500 vagas de cursos técnicos gratuitos, em Porto Velho, neste semestre. Os candidatos podem se inscrever até a próxima quarta-feira (28), no link do edital publicado no site do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep).

O principal requisito para se candidatar é ter concluído ou está cursando o ensino médio. As aulas serão ministradas na sede do Idep, localizada na Avenida Tiradentes, Setor Industrial, e nos polos das escolas Rio Branco e Flora Calheiros. Serão oferecidos 15 cursos, com 25 turmas distribuídas nos turnos da manhã, tarde e noite. O início das aulas está previsto o dia 23 de fevereiro.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o lançamento de mais um cronograma de cursos técnicos comprova o interesse dos estudantes pela formação profissional, uma das prioridades do Planejamento Estratégico da gestão estadual. “O governo de Rondônia vem investindo na expansão do ensino técnico em todas as regiões do estado. No final do ano de 2024, foi lançado o edital de cursos voltados ao agronegócio para alunos de vários municípios rondonienses e ao longo do ano letivo de 2026, mais cidades serão contempladas”, evidenciou.

NOVA PROFISSÃO

Com a democratização do ensino técnico, muitos trabalhadores estão se encontrando profissionalmente. Diego Costa Batista, de 27 anos, que mora no Bairro Nacional, em Porto Velho, confessa que estava cansado de mudar de emprego sem saber qual seria a próxima função que iria ocupar por não ter uma formação específica. “Fiz o Curso Técnico em Segurança do Trabalho, me formei em agosto de 2025, e em novembro do mesmo ano consegui o emprego”, comemorou a vaga  conquistada  na empresa que presta serviços para uma concessionária de energia na Capital e em Ji-Paraná.

A presidente do Idep, Adir Josefa de Oliveira, ressaltou que além de permitir que trabalhadores com carreira já consolidada façam a migração para outro ramo de atividade a partir da nova qualificação, jovens que estão dando os primeiros passos no mundo do trabalho também ampliam as chances de ter uma trajetória de sucesso. “Nem todos os alunos do ensino médio sabem a profissão que vão abraçar, enquanto quem faz o ensino técnico já está decidido em relação ao ofício que desempenhará”, frisou.

CURSOS OFERTADOS 

  • Técnico em Marketing
  • Técnico em Secretaria Escolar
  • Técnico em Segurança do Trabalho
  • Técnico em Informática
  • Técnico em Administração
  • Técnico em Logística
  • Técnico em Edificações
  • Técnico em Desenvolvimento de Sistemas
  • Técnico em Recursos Humanos
  • Técnico em Guia de Turismo
  • Técnico em Manutenção Suporte em Informática
  • Técnico em Programação de Jogos Digitais
  • Técnico em Comércio
  • Técnico em Eventos
  • Técnico em Hospedagem

Fonte: Secom

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Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global

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O dólar fechou acima de R$ 5 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%). A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.

A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta. O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Federal Reserve (Fed), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.

Ibovespa

A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de março, ampliando a sequência negativa recente. O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%. Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.

O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano. Desde a máxima histórica registrada em abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de março.

Petróleo

Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%. Já o Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.

A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.

Contexto global

O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia. O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais. Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais. A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.

No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.

Agência Brasil

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Supremo chega a 1,4 mil condenados pelos atos de 8 de janeiro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou ao patamar de 1.402 condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. As penas estão divididas da seguinte forma:

  • 431 – penas de prisão
  • 419 – penas alternativas
  • 552 – acordos de não persecução penal.

O balanço sobre o andamento dos processos foi divulgado nesta quarta-feira (29) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

De acordo com o levantamento, o maior grupo de condenados é formado por 404 réus, que receberam penas de um ano de prisão, número equivalente a 28,82% do total de condenações. Em seguida, foram registradas 213 condenações a 14 anos de prisão, representando 15,19% do total.

A pena mais alta foi aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, único condenado a 27 anos e três meses de prisão.

O balanço também mostra que 190 acusados estão presos, sendo 169 que já tiveram as penas definitivas executadas e 21 prisões provisórias.

Núcleos

No ano passado, a Primeira Turma da Corte teve 21 sessões para julgar os núcleos crucial, estratégico, executores e de desinformação, formados por investigados ligados a Bolsonaro.

O julgamento terminou com 29 condenações de réus e 2 absolvições. 

Na sexta-feira (24), Alexandre de Moraes encerrou a execução definitiva das penas dos condenados pela trama golpista.

As prisões foram completadas após o ministro determinar a execução das condenações dos cinco condenados do Núcleo 2, o último grupo que estava pendente. Os réus que pertencem aos núcleos 1, 3 e 4 já tiveram as prisões determinadas.

8 de janeiro

Os ataques antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023 marcaram um dos episódios mais graves contra as instituições brasileiras, quando grupos de manifestantes invadiram e depredaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Motivados pelo inconformismo com o resultado das eleições presidenciais de 2022, os extremistas depredaram  patrimônio histórico e artístico nacional, em uma tentativa de instigar um golpe de Estado e interromper a ordem democrática.

Desde o ocorrido, o Poder Judiciário tem atuado na responsabilização dos envolvidos, desde os executores diretos até os financiadores e mentores intelectuais da tentativa de golpe. A investigação, conduzida sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes no STF, desmembrou as condutas em diferentes núcleos de atuação.7

Agência Brasil

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Família de Bruce Willis se prepara a morte do ator e anuncia decisão importante

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A convivência com uma doença neurodegenerativa tem fortalecido ainda mais os laços familiares de Bruce Willis, de 71 anos. Desde a confirmação do diagnóstico de demência frontotemporal, em 2023, o avanço do quadro vem exigindo decisões sensíveis — tomadas de forma conjunta entre pessoas próximas ao ator.

Diante da progressão da doença, a atual esposa, Emma Heming Willis, a ex-companheira Demi Moore e as cinco filhas chegaram a um consenso sobre uma medida significativa: a doação do cérebro do artista para pesquisas científicas após sua morte. A iniciativa tem como objetivo contribuir para o avanço dos estudos sobre a condição, que ainda não possui cura e representa um desafio para a medicina.

A decisão foi compartilhada publicamente por Emma em seu livro, The Unexpected Journey, no qual relata aspectos da rotina familiar desde o surgimento dos primeiros sinais da doença. Segundo ela, o tema foi discutido abertamente dentro de casa, com a participação das filhas, especialmente as mais velhas, que acompanharam de perto o processo.

Nos últimos anos, a saúde do ator passou por mudanças importantes. Em março de 2022, ele anunciou o fim da carreira após ser diagnosticado com afasia, condição que afeta a comunicação. Posteriormente, o quadro evoluiu para a forma mais complexa da doença neurodegenerativa.

Reconhecido mundialmente por seu papel na franquia Die Hard, Bruce Willis vive atualmente sob cuidados paliativos, cercado pela família. Em meio aos desafios, a decisão de doar o cérebro representa não apenas um gesto pessoal, mas também uma contribuição que pode ajudar a ampliar o conhecimento científico e beneficiar futuras pesquisas sobre doenças semelhantes.

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