Geral
Prefeitura vai iniciar entrega de uniformes e kits escolares para a rede municipal
A Prefeitura de Porto Velho a partir de fevereiro começa a entrega de uniformes e kits escolares para alunos e professores da rede municipal de ensino. A ação representa um investimento direto na qualidade da educação, na segurança e na inclusão dentro e fora das escolas.
Ao todo, serão distribuídos 46.746 kits para alunos e 2.984 kits para professores, com o objetivo de atender toda a rede municipal. Até o ano passado, a rede contava com cerca de 43 mil alunos nas zonas urbana e rural. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) ainda finaliza a alocação dos estudantes da Chamada Escolar e das transferências, e o número total de matriculados em 2026 será consolidado em fevereiro, incluindo as unidades conveniadas.
A previsão é que a entrega ocorra de forma gradativa e gratuita, com conclusão até o fim de fevereiro, sem qualquer custo para as famílias.
Para o prefeito Léo Moraes, o uso de uniformes e kits padronizados traz benefícios diretos para o ambiente escolar. “Um dos principais pontos é a segurança, já que a identificação visual facilita o controle de acesso e ajuda a proteger crianças e adolescentes dentro e fora das escolas”.
Outro impacto importante, segundo o prefeito, está relacionado à igualdade e à inclusão. “A padronização reduz diferenças socioeconômicas, evita comparações por vestimentas e ajuda a prevenir situações de bullying, fazendo com que todos se sintam parte do mesmo grupo”.
Os kits escolares também contribuem para o foco no aprendizado, já que garantem o material básico necessário desde o início do ano letivo, reduzindo preocupações das famílias e favorecendo a permanência dos alunos na escola.
O investimento na aquisição de kits escolares e pedagógicos é de R$ 4.321.083,00.
A iniciativa reforça o compromisso da gestão com a qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação e a criação de um ambiente escolar mais organizado, inclusivo e propício à aprendizagem.
Composição dos kits
Os kits foram organizados conforme a etapa educacional:
• Kit 1 – Educação Infantil (Creche e Pré-Escola): caderno brochurão, lápis de cor, canetinhas, massa de modelar, tinta guache, tesoura sem ponta, estojo e agenda escolar.
• Kit 2 – Ensino Fundamental (1º ao 5º ano): cadernos, lápis, régua, calculadora, material dourado, canetinhas, cola, estojo e agenda.
• Kit 3 – Ensino Fundamental (6º ao 9º ano): caderno universitário, calculadora, transferidor, canetas, marca-texto, corretivo e estojo.
• Kit 4 – Educação de Jovens e Adultos (EJA): caderno universitário, lapiseira, grafite, calculadora, canetas, corretivo e estojo.
• Kit 5 – Professor: caderno universitário, agenda personalizada, lapiseira, régua, calculadora, grampeador, pincel para quadro branco, apagador, bloco de notas, pasta e outros itens de apoio pedagógico.
Para o secretário municipal de Educação, Leonardo Leocádio, a entrega dos uniformes e kits vai além da distribuição de materiais.
“É um sinal de compromisso com a educação pública, com o bem-estar dos alunos e com o apoio aos profissionais da rede. Garantir que todos tenham acesso aos mesmos recursos é investir em igualdade, segurança e em um ambiente mais favorável ao aprendizado”, pontuou.
Investimento em uniformes, mochilas e tênis
Além dos kits escolares, a Prefeitura realizou investimento na aquisição de mochilas, tênis e uniformes para atender mais de 42.888 alunos da rede municipal, da Educação Infantil à Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Foram adquiridas 46.335 mochilas, nos tamanhos P e G, com investimento de R$ 1.626.730,21. Também foram comprados 46.335 pares de tênis escolares, com fechamento em velcro (números 19 a 35) e cadarço (números 34 a 40), totalizando R$ 1.800.696,00.
A gestão municipal ainda investiu na compra de 93.509 peças de uniformes, entre camisas, bermudas, short-saia e calças, com valor total de R$ 1.078.994,74.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura com a igualdade, a segurança e a permanência dos alunos na escola, além de reduzir custos para as famílias e fortalecer a identidade da rede municipal de ensino.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Furto de energia elétrica leva 139 pessoas à prisão em Rondônia em 2025
O furto e a fraude no consumo de energia elétrica, popularmente conhecidos como “gato”, resultaram na prisão de 139 pessoas em Rondônia ao longo de 2025, quase o dobro do registrado em 2024, quando houve 71 prisões. Apesar das penalizações previstas em lei, o crime ainda é uma prática recorrente e segue preocupando autoridades e concessionária.
A maioria das prisões ocorreu em flagrante, após a identificação de irregularidades pelos peritos da Polícia Técnico-Científica – POLITEC, em casos de auto religação, desvio de energia, fraudes em medidores e ligações clandestinas. Os municípios com maior número de ocorrências foram Porto Velho, com 89 prisões, seguido de Ji-Paraná (20), Cacoal (17) e Ariquemes (13).
Para conter a prática, a Energisa mantém a intensidade de ações de combate ao furto de energia. Em 2025, foram realizadas mais de 140 mil inspeções técnicas de rotina em áreas urbanas e rurais, além da implementação de tecnologias de monitoramento inteligente de consumo, capazes de identificar padrões suspeitos de irregularidades.
“Os casos identificados, ao contrário do senso comum, demostram que o furto de energia não está restrito a um único perfil socioeconômico. Encontramos irregularidades tanto em residências quanto em comércios de grande porte. Isso comprova que o crime não está ligado à incapacidade de pagamento, mas sim a uma prática ilegal presente em todas as classes sociais”, explica Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia.
Risco à vida e prejuízos à população
Somente em 2025, 10 pessoas morreram em Rondônia devido a acidentes provocados por ligações clandestinas e autorreligação. A prática coloca em risco a vida de quem realiza a intervenção irregular e de moradores da região, podendo causar curtos-circuitos, sobrecargas, incêndios e apagões.
Além do risco à vida, o crime compromete a qualidade do fornecimento de energia, sobrecarrega a rede elétrica e pode causar interrupções no serviço. Em 2025, cerca de 7 mil clientes foram prejudicados por interrupções no fornecimento de energia provocadas por curtos-circuitos decorrentes de ligações clandestinas em Rondônia.
“O furto de energia coloca vidas em risco, causa prejuízo ao estado com perda de arrecadação, aumenta os custos operacionais e encarece a tarifa para quem paga corretamente. Por isso, é essencial que a população ajude no combate a essa prática e denuncie qualquer suspeita de ligação clandestina”, destaca Daniel Andrade.
Ao suspeitar de ligações clandestinas, denuncie anonimamente:
Polícia Militar: 190
Central de atendimento 24h: 0800 647 0120
WhatsApp Gisa: (69) 99358-9673
Aplicativo Energisa On, disponível na App Store e no Google Play
Saiba mais
Quais as penalidades para quem comete furto ou fraude de energia?
Os artigos 155 e 177 do Código Penal classificam o furto e fraude de energia com crime. A pena pode variar de 2 a 8 anos de reclusão, além de multa. Em casos de agravantes, como o uso de dispositivos eletrônicos para fraudar o medidor de energia, a pena pode ser aumentada.
Geral
Luana Piovani surpreende ao publicar fotos nuas nas redes sociais; veja fotos
Luana Piovani compartilhou fotos sensuais nas redes nessa quinta-feira (22/1). Na legenda, a atriz aproveitou para fazer um desabafo.
“O planeta pede socorro, os demônios que mandam seguem querendo mais poder e dinheiro, pastor devorando criancinha e roubando de pobre… O caos se instalou! E? Não sei, juro… Eu sigo orando e combativa, amaldiçoando todos os racistas, xenofóbicos, misóginos e machistas”, escreveu na legenda.
Nos cliques, Piovani aparece nua, posando em uma janela e segurando uma cortina branca. A publicação já conta com mais de 54 mil curtidas e recebeu elogios de fãs e famosos, como Fafá de Belém e Maria Bopp.


Metrópoles
Geral
Advogado afirma que nova fase de operação não apresenta provas contra influenciadora
Em nota divulgada após a deflagração da segunda fase da Operação Arur Betach, a defesa da influenciadora Izabela Paiva, a “Iza Paiva” contestou as acusações e afirmou que as novas diligências não apresentaram fatos ou provas individualizadas capazes de sustentar sua responsabilização penal, sustentando que a investigação segue baseada em presunções.
Segundo o advogado Samuel Costa Menezes, a própria comunicação oficial da polícia limita-se a informar a continuidade das investigações e a identificação de outros envolvidos, sem atribuir atos concretos à influenciadora. O texto afirma que não há registros de ordens, mensagens, áudios, ligações ou qualquer outro elemento que comprove participação direta de Iza Paiva nos fatos investigados, além de questionar a validade de vídeos citados como suposta prova.
A manifestação ressalta que, nesta nova fase da operação, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra outros investigados apontados como supostos comparsas, sem que haja individualização de conduta atribuída à influenciadora ou apresentação de provas novas que alterem o cenário já conhecido do processo.
A defesa também critica a denúncia apresentada pelo Ministério Público, alegando que o documento não descreve quando, como ou de que forma a influenciadora teria ordenado, incentivado ou participado dos crimes mencionados. De acordo com a nota, a acusação não apresenta elementos concretos que demonstrem comando, anuência ou participação direta nos episódios apurados.
Outro ponto levantado diz respeito à tentativa de vincular responsabilidade penal ao fato de a influenciadora ser proprietária de imóvel ou manter vínculo pessoal com um dos investigados. Para a defesa, esse argumento afronta princípios básicos do direito penal, ao atribuir culpa com base em associação ou contexto social, e não em condutas individualizadas.
A nota ainda questiona a utilização de vídeos mencionados na investigação, afirmando que o material não mostra a influenciadora no local dos fatos, não registra sua voz e não comprova qualquer ordem ou incentivo à prática de violência. A defesa também sustenta que não há comprovação de cadeia de custódia do conteúdo, o que comprometeria sua validade jurídica.
Por fim, o advogado afirmam que, mesmo após a segunda fase da operação, a denúncia não permitiria o pleno exercício do direito de defesa por carecer de fatos claros e comprovados. A defesa declarou confiar que o Judiciário analisará o caso com isenção e rigor técnico, afastando acusações baseadas em conjecturas.
Fonte/créditos: Rondoniagora
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