Política
Prefeitura quita passivos históricos, garante melhorias na educação e esclarece manifestações sobre abono
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), vem a público esclarecer os fatos relacionados às recentes manifestações promovidas por um grupo específico de professores da rede municipal, bem como apresentar à população um balanço claro e objetivo das ações realizadas pela atual gestão em favor da educação e dos profissionais do magistério.
Desde o início de 2025, a administração municipal assumiu o compromisso de enfrentar passivos históricos, corrigir distorções acumuladas ao longo dos anos e promover melhorias reais e permanentes para a educação pública. Em poucos meses, esse compromisso saiu do discurso e se transformou em ações concretas.
Entre os principais avanços, destaca-se a implementação plena do Piso Salarial Nacional do Magistério, com a incorporação definitiva ao vencimento-base dos professores da rede municipal. A medida garante valorização contínua, segurança jurídica e estabilidade na carreira, corrigindo distorções históricas que penalizavam a categoria.
Além disso, a Prefeitura realizou o pagamento integral dos valores retroativos do piso, referentes ao período de novembro de 2024 a junho de 2025, conforme acordo judicial firmado com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Rondônia (SINTERO), entidade legítima de representação dos profissionais da educação. A decisão foi construída por meio do diálogo institucional e resultou em uma escolha responsável: assegurar o piso na carreira e quitar os retroativos, garantindo previsibilidade financeira ao sistema e ganhos efetivos aos professores.
Outro avanço importante foi o reajuste salarial de diretores, vice-diretores e secretários escolares, realizado após mais de dez anos sem atualização, reconhecendo o papel estratégico da gestão escolar no funcionamento e na qualidade das unidades de ensino.
A administração municipal também promoveu o pagamento das licenças-prêmio convertidas em pecúnia aos profissionais do magistério, uma demanda aguardada por anos. A medida representou um investimento superior a R$ 3 milhões, respeitou rigorosamente a ordem cronológica dos processos e permitiu a quitação de todos os pedidos aptos que estavam represados, corrigindo um passivo histórico e garantindo justiça aos servidores.
Atendendo a uma reivindicação antiga da categoria, a gestão municipal realizou ainda a retirada da obrigatoriedade do ponto eletrônico para os professores, reconhecendo as especificidades da atividade docente, que envolve planejamento pedagógico, atividades extraclasse e dedicação além da sala de aula.
Como parte da política de valorização e incentivo à qualidade do ensino, foi instituído o Prêmio de Desempenho Educacional “Avalia Porto Velho”, iniciativa que reconhece e estimula professores, equipes gestoras e alunos com melhores resultados no programa de avaliação municipal.
Em relação à reivindicação pelo pagamento de abono, a Prefeitura esclarece que o tema já foi amplamente discutido, negociado e encerrado no âmbito institucional, com a participação do sindicato da categoria. Na ocasião, optou-se, de forma técnica, legal e responsável, pela valorização estrutural da carreira, com a implementação do piso salarial e o pagamento dos retroativos, em substituição a medidas pontuais que não se incorporam à carreira e não garantem valorização permanente.
Dessa forma, não há previsão de pagamento de abono, uma vez que a administração municipal priorizou soluções duradouras, juridicamente seguras e compatíveis com o equilíbrio fiscal do Município.
A Prefeitura de Porto Velho respeita o direito constitucional à manifestação pacífica, mas reafirma que o diálogo institucional ocorre com os representantes legítimos da categoria e permanece aberto para a construção de soluções responsáveis para 2026, sempre considerando a sustentabilidade financeira e a melhoria contínua da educação pública.
Por fim, a administração municipal destaca que nunca se avançou tanto na educação municipal em tão pouco tempo. As ações realizadas em 2025 demonstram, de forma concreta, o compromisso desta gestão com os professores, com os alunos e com toda a população de Porto Velho.
Fonte: Assessoria
Política
Deputada Cristiane Lopes amplia ações pela inclusão em Rondônia
No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, deputada destaca projetos e investimentos que transformam inclusão em ações concretas.
No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado nesta segunda-feira (21), a deputada federal Cristiane Lopes (Podemos -RO) reforça uma das frentes que marca sua atuação parlamentar, a defesa das pessoas com deficiência e o apoio às mães atípicas. Em Rondônia, o trabalho reúne iniciativas no Congresso e investimentos destinados a transformar demandas históricas em atendimento, capacitação e oportunidades.
Entre os resultados está o Projeto PCD + Mães Atípicas, desenvolvido em parceria com o Instituto Federal de Rondônia (IFRO), com ações voltadas à saúde, inclusão, capacitação e geração de oportunidades. No Congresso, Cristiane é autora do PL 561/2024, que cria a Semana Nacional da Maternidade Atípica, proposta que avançou na Câmara e teve seu requerimento de urgência aprovado por 378 votos a 1.
“Inclusão não pode ficar apenas no discurso. Precisa virar política pública, investimento e resultado na vida das pessoas. Essa é uma das minhas maiores bandeiras e uma missão que continuarei defendendo, porque quando cuidamos da pessoa com deficiência, também estamos cuidando de toda a família que está ao lado dela”, pontuou Cristiane Lopes.
A atuação também alcança a área da saúde. Por meio do PL 4.342/2025, a deputada propõe ampliar, pelo SUS, o acesso à terapia baseada na Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para pessoas com Transtorno do Espectro Autista, conforme indicação e comprovação de eficácia. São iniciativas que, segundo o mandato, buscam aproximar a política pública da realidade enfrentada diariamente pelas famílias.
Fonte: Assessoria
Política
AGU pede que STF reconheça validade do reajuste do Bolsa Família
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família.

O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal. O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro.
O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777.
A atualização dos valores está prevista na legislação do Bolsa Família e busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias, de acordo com o governo.
Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.
Para o órgão, a Lei nº 14.601/2023 prevê a atualização dos pagamentos por meio de correção monetária.
“Trata-se, portanto, de providência inserida na execução ordinária e continuada de política pública já existente, em observância ao marco normativo reconhecido por essa Corte como apto a concretizar a ordem injuncional. O decreto representa ato de manutenção e atualização de programa social permanente, e não a criação de vantagem inédita ou excepcional”, argumenta a AGU.
O caso será decidido pelo ministro Gilmar Mendes.
Fonte: Agência Brasil
Política
Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de Vida
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida neste ano.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS.
A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que a medida facilita a vida dos pensionistas.
“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.
Segundo a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.
Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.
Fonte: Agência Brasil
