Geral
Com menos barulho, queima de fogos segue normas rígidas
A virada para 2026 em Porto Velho será marcada por um evento de grande porte. O Viradão do Béra promete transformar o réveillon em um marco cultural, com a maior queima de fogos já realizada em Rondônia. A celebração ocorrerá na Avenida Farquhar, em frente ao Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, e reunirá música, tradição e um show pirotécnico planejado para oferecer impacto visual, segurança e inclusão.
Além de mais de 10 horas de programação musical, com artistas regionais e participação nacional do cantor Tierry, o ponto alto da noite será o espetáculo de fogos, que reúne efeitos especiais, duração ampliada e rigor no cumprimento das normas técnicas.
O diretor de Cultura de Porto Velho, Vanderlei Silva, explicou que o planejamento atende diretrizes da administração municipal. “Atendendo à determinação do prefeito Léo Moraes, a gente está preparando uma queima de fogos excepcional para Porto Velho. Também estamos cumprindo todas as normas previstas na lei 5.623, que trata do uso de fogos de artifício no município e no estado, além das classificações previstas pelo Exército”.
A queima será realizada em área isolada dentro do complexo da EFMM, garantindo distância segura do público e redução significativa de estampido. A proposta busca proporcionar um espetáculo acessível para todos, incluindo pessoas sensíveis ao barulho, crianças, idosos e animais.
“A queima de fogos vai ser feita longe do público, cerca de 100 a 150 metros, com barulho reduzido. Tudo conforme a legislação, com estampido praticamente zero, para que a festa seja agradável para todas as pessoas que venham prestigiar o Viradão do Béra”, destacou Vanderlei.
Para o presidente da Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural), Antônio Ferreira, o Viradão do Béra marca um novo momento para a capital. “Porto Velho vai viver um réveillon histórico. Estamos preparando um espetáculo de fogos inédito, pensado para emocionar as pessoas e valorizar esse momento tão simbólico, que é a chegada de um novo ano”.
O show pirotécnico terá duração estimada entre 8 e 10 minutos, com fogos de efeito e composição visual sequencial. “A expectativa é oferecer um espetáculo contínuo, com muitos efeitos especiais, criando um momento único para quem estiver celebrando a chegada de 2026”.
A programação segue pela madrugada, valorizando ritmos diversos e reafirmando o caráter cultural do evento.
PROGRAMAÇÃO
19h30 – 20h12 | Abertura – DJ Mário
20h13 – 20h55 | DJ Lacaia
21h00 – 22h30 | Elly Lima
22h30 – 22h40 | DJ Lacaia
22h40 – 23h55 | Samba +
23h55 – 00h20 | Solenidade oficial e queima de fogos
00h25 – 00h35 | DJ Leylson
00h40 – 02h00 | Atração nacional – Tierry
02h05 – 02h45 | G.R.E.S. São João Batista
02h50 – 03h50 | Banda do Vai Quem Quer
03h55 – 04h00 | DJ Leylson
04h00 – 05h00 | Estação do Forró
05h10 – 05h15 | DJ Leylson
05h15 – 06h00 | Juninho Ale
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente
Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.
A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.
Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.
A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.
Contratação é opcional
O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.
A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.
Fonte: DOL
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Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra
A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.
A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.
Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.
A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.
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Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva
A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira.
No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas.
No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.
Fonte: Ultimo segundo
