Polícia
Ex-servidor é encontrado morto em sua residência em RO
O professor aposentado e ex-servidor público estadual Antônio Mantelli, de 78 anos, foi encontrado morto no início da noite desta sexta-feira (19), em sua residência localizada na rua Marcos da Luz, em Vilhena. O idoso cumpria pena em regime de prisão domiciliar no local, com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
Segundo informações apuradas pela Equipe Notícias Urgentes, um amigo da família encontrou o corpo ao chegar ao imóvel para entregar mantimentos. A Polícia Militar foi acionada e, após os primeiros levantamentos realizados pela perícia, não foram constatados sinais de violência física, levantando a suspeita de morte natural, possivelmente provocada por um infarto fulminante.
Antônio Mantelli teve atuação na área da educação regional, exercendo funções como diretor escolar e representante de ensino. No entanto, possuía condenação judicial por crimes de assédio sexual, tendo cumprido parte da pena em regime fechado no Centro de Ressocialização Cone Sul, antes de obter progressão para prisão domiciliar em junho deste ano, por motivos de saúde.
O corpo está sendo velado no Memorial São Matheus, e o sepultamento está marcado para as 14h deste sábado (20), no Cemitério Municipal Cristo Rei. O caso foi registrado e segue sob os procedimentos legais de praxe.
Polícia
Dois homens são atacados a tiros na zona leste
Dois cunhados, de 53 e 71 anos, foram vítimas de uma tentativa de homicídio a tiros na noite desta terça-feira (03), na Rua Plutão, bairro Planalto II, zona leste de Porto Velho.
De acordo com as primeiras informações, as vítimas estavam em um veículo que apresentou falha mecânica. Ao descerem para verificar o problema, foram surpreendidas por um homem que estava escondido em um matagal próximo à via e que efetuou vários disparos de arma de fogo.
O homem de 53 anos foi atingido na coxa. Já o idoso de 71 anos foi baleado no tórax, braço e nádegas. Após os disparos, o suspeito fugiu do local e não foi localizado.
Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestou socorro às vítimas. Um dos feridos foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o outro para o Hospital João Paulo II. O estado de saúde deles não foi divulgado.
A Polícia Militar realizou buscas na região, sem êxito. As vítimas relataram não conhecer o autor e disseram desconhecer a motivação do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Matéria em atualização.
Geral
MPRO apura pagamento de quase R$ 180 mil em diárias a servidor entre 2023 e 2025
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 7ª Promotoria de Justiça, recomendou que a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) adote medidas para corrigir possíveis irregularidades no uso de diárias, fortalecer o controle interno e evitar favorecimento pessoal. A recomendação foi feita na última terça-feira (27/1), em Porto Velho.
O documento foi expedido pela 7ª Promotoria de Justiça da capital, por meio do promotor de Justiça Geraldo Henrique Ramos Guimarães, que estabeleceu prazo para a Agevisa fornecer providências. O objetivo é a prevenção de gastos desnecessários, a proteção do dinheiro público e a promoção da boa governança administrativa.
Motivação
Segundo informações enviadas ao MPRO, entre 2023 e 2025, um dirigente recebeu diárias que somaram quase R$180 mil. Os atos foram formais, sem elementos suficientes à caracterização de ato de improbidade administrativa ou de prejuízos aos cofres públicos; sobretudo o volume e a frequência das diárias levaram à recomendação de ajustes. O objetivo é prevenir falhas, reduzir riscos e melhorar a gestão, sem caráter punitivo.
Recomendação
O MPRO orientou o aperfeiçoamento da justificativa de cada viagem, devendo ser explicada a finalidade do deslocamento, a relação com o cargo e a necessidade da presença do servidor ou dirigente.
Nela também consta a orientação quanto ao reforço do controle interno, que além de checar a parte formal, deve fazer a análise de custo-benefício, razoabilidade e economia, com atenção especial a cargos de direção.
Os relatórios de comprovação devem ser padronizados, descrever o que foi feito, os resultados e os produtos gerados para a administração.
O MPRO recomendou que a participação em eventos deve ter como prioridade temas ligados às funções da Agevisa e que viagens repetidas, sem retorno claro, devem ser evitadas. A medida busca mais transparência e controle.
Ficou estabelecido o prazo de dez dias para que a Agevisa informe ao Órgão Ministerial se acata ou não a Recomendação, bem como quais medidas administrativas serão adotadas para seu cumprimento.
Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Polícia
Justiça de Rondônia mantém prisão de piloto investigado por tráfico de drogas e organização criminosa
Os julgadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negaram o pedido de revogação de prisão de um aviador, preso preventivamente e, apontado em investigação da Polícia Federal (PF) como piloto de uma organização criminosa voltada para o tráfico de drogas. A investigação da PF apontou que o grupo atuava nos estados de Rondônia, Amazonas e Roraima.
Consta na decisão colegiada que existem indícios em mais de vinte elementos de prova, produzidos pela Polícia Federal, de que o grupo utilizava aeronaves particulares de pequeno porte para a prática criminosa, inclusive em pousos clandestinos.
Segundo a decisão da 2ª Câmara Criminal, membros do grupo foram abordados pela PF nos anos de 2022 e 2024 com carregamento de entorpecentes. Em 2022, um dos membros foi preso em flagrante com 430 kg de drogas. Já o piloto, que entrou com o pedido de Habeas Corpus (HC), foi alvo de uma operação da PF em Roraima, também em 2022, na qual foi apontado como “integrante de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas no gabinete de um vereador da cidade de Boa Vista/RR”.
Para o relator, desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, diante dos fortes indícios e da decisão fundamentada do juízo de 1º grau, “deve ser mantida a prisão preventiva do paciente (acusado), pois realizada em harmonia com a legislação processual penal e sem ofensas às garantias constitucionais previstas”.
O Habeas Corpus (n. 0816227-72.2025.8.22.0000) foi julgado durante sessão eletrônica realizada entre os dias 26 e 30 de janeiro de 2026. Participaram do julgamento os desembargadores José Jorge Ribeiro da Luz (relator), Álvaro Kalix Ferro e Adolfo Theodoro Naujorks Neto.
Fonte: Assessoria TJ/RO
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