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Polícia

Ex-servidor é encontrado morto em sua residência em RO

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O professor aposentado e ex-servidor público estadual Antônio Mantelli, de 78 anos, foi encontrado morto no início da noite desta sexta-feira (19), em sua residência localizada na rua Marcos da Luz, em Vilhena. O idoso cumpria pena em regime de prisão domiciliar no local, com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Segundo informações apuradas pela Equipe Notícias Urgentes, um amigo da família encontrou o corpo ao chegar ao imóvel para entregar mantimentos. A Polícia Militar foi acionada e, após os primeiros levantamentos realizados pela perícia, não foram constatados sinais de violência física, levantando a suspeita de morte natural, possivelmente provocada por um infarto fulminante.

Antônio Mantelli teve atuação na área da educação regional, exercendo funções como diretor escolar e representante de ensino. No entanto, possuía condenação judicial por crimes de assédio sexual, tendo cumprido parte da pena em regime fechado no Centro de Ressocialização Cone Sul, antes de obter progressão para prisão domiciliar em junho deste ano, por motivos de saúde.

O corpo está sendo velado no Memorial São Matheus, e o sepultamento está marcado para as 14h deste sábado (20), no Cemitério Municipal Cristo Rei. O caso foi registrado e segue sob os procedimentos legais de praxe.

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Polícia

Homem é condenado a 111 anos por chacina em Rondônia

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Um júri realizado na segunda-feira (4/5), em Guajará-Mirim, resultou na condenação de um homem a 111 anos de prisão por uma chacina ocorrida em 2013. O julgamento contou com a atuação dos promotores de Justiça Marcus Alexandre Oliveira e Luciano Aquino Rodrigues. O réu foi julgado à revelia, pois está foragido desde 2016.

Crime

De acordo com a denúncia, o condenado, Tanus dos Santos, foi responsável pela morte de Luciene de Almeida, de 28 anos, e dos filhos dela, Elizandro Almeida Lima Tavares, de 15 anos, e Renato Almeida Paiva, de apenas 5 anos. O irmão de Luciene, Jokley Lima Brito, de 20 anos, também foi baleado e morreu dias depois.

Segundo as investigações, as vítimas foram atingidas por tiros na cabeça. O acusado mantinha um relacionamento com a mulher na época. O inquérito apontou que ele já vinha agredindo a vítima.

No dia do crime, o homem estava sob efeito de cocaína e bebida alcoólica. Ele matou a mulher e o filho de cinco anos com tiros na testa. Antes de matar a namorada, ele a obrigou a ligar para a mãe e pedir que o irmão e o outro filho fossem até a casa. Quando eles chegaram, também foram emboscados e atingidos por disparos.

Repercussão

O caso gerou comoção na época. Após a prisão do acusado, houve tentativa de invasão à delegacia. Ele foi transferido para o presídio de Nova Mamoré e, depois, para o presídio conhecido como Pandinha, em Porto Velho. O homem fugiu após dois anos e três meses e segue foragido. Ele consta na lista de difusão vermelha da Interpol, que reúne pessoas procuradas internacionalmente.

Julgamento e pena

O promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira, que coordena o Núcleo de Apoio ao Júri, explicou que, na época dos fatos, ainda não existia a tipificação de feminicídio. Os jurados reconheceram homicídio qualificado e as circunstâncias que tornam o crime mais grave, como motivo fútil e o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. Também houve aumento de pena por haver criança entre as vítimas.

O réu foi condenado pela morte de Jokley como forma de encobrir os homicídios de Luciene e de Renato. A pena também foi ampliada pela ligação entre os crimes.

Pelas mortes de Luciene e Renato, a pena foi de 29 anos e 6 meses para cada. Pelas mortes de Jokley e Elizandro, a pena foi de 25 anos e 6 meses para cada, totalizando 111 anos de prisão.

Presença da família

A família das vítimas acompanhou o julgamento e se mostrou emocionada com o resultado.

O julgamento ocorreu sem a presença do condenado, que não foi localizado pelas autoridades. À época dos fatos, ele tinha 23 anos e era namorado de Luciene. Segundo familiares das vítimas, a motivação do crime seria ciúmes.

Fonte: MPRO

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Polícia

Policial de folga impede feminicídio após ataque a tiros na zona Leste

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Na madrugada do último dia 3 de maio de 2026, uma ação rápida e decisiva de um policial militar de folga evitou o que poderia ter sido mais um caso de feminicídio em Porto Velho. O caso ocorreu por volta das 3h, na rua Benedito Inocêncio, nas proximidades da avenida Guaporé, no bairro Três Marias.

De acordo com informações repassadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP), equipes do Setor 13 do 5º Batalhão da Polícia Militar foram acionadas após relatos de uma intensa troca de tiros na região. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um veículo Chevrolet Onix abandonado sobre a calçada, com diversas marcas de disparos de arma de fogo — incluindo perfurações no capô, para-brisa, teto e vidros estilhaçados.

Durante a ocorrência, o cabo da Polícia Militar Castro Aguiar, lotado no 5º BPM, relatou que estava em sua residência quando ouviu entre oito e dez disparos. Ao sair para verificar a situação e acionar o serviço de emergência, deparou-se com sua vizinha, que informou que seu veículo havia sido atingido por tiros em frente à casa.

Enquanto conversavam, o suspeito — identificado como ex-companheiro da vítima — chegou ao local em um automóvel e, armado com uma pistola calibre 9mm, iniciou uma sequência de disparos contra a mulher e também contra o policial. Diante da agressão iminente, o cabo Castro Aguiar agiu com rapidez: abrigou-se junto à vítima atrás de um veículo e revidou os disparos utilizando sua arma institucional.

Mesmo sob intenso confronto, o policial conseguiu conter o avanço do agressor e impedir que a vítima fosse atingida. Em meio à troca de tiros, o suspeito tentou fugir, colidiu o carro contra o meio-fio, desceu novamente e continuou atirando, antes de finalmente abandonar o veículo e fugir do local. Segundo testemunhas, ele ainda teria rendido um motociclista de aplicativo para escapar.

A vítima relatou que estava separada do autor há cerca de quatro meses, embora mantivessem contato recente. Ela afirmou não saber o que motivou o ataque.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnico-Científica, que encontrou cápsulas de munição, um carregador de pistola e vestígios de sangue no interior do veículo abandonado, além de documentos pessoais do suspeito.

O cabo Castro Aguiar informou ter efetuado 18 disparos durante a ação, conduzida em legítima defesa, conforme previsto no artigo 25 do Código Penal. Sua intervenção foi fundamental para preservar a vida da vítima e conter a ação violenta.

O suspeito segue foragido, e o caso é tratado, em tese, como tentativa de homicídio qualificado. A Polícia Militar segue em diligências para localizá-lo.

A atuação do policial militar, mesmo fora de serviço, demonstra preparo, coragem e compromisso com a proteção da sociedade, sendo decisiva para evitar uma tragédia anunciada.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia prende foragido condenado a mais de 13 anos por homicídio

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Nesta segunda-feira (4/5), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) realizou a prisão de um foragido da Justiça que possuía mandado de prisão definitiva em aberto.

A identificação ocorreu após diligências das equipes de investigação, que localizaram o indivíduo em Porto Velho. Contra ele, constava um mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado, com pena fixada em 13 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado. A ordem judicial foi expedida pela Vara Única de Costa Marques, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

O foragido poderá responder pelos crimes de homicídio qualificado e de corrupção de menores.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, as quais têm como objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

Fonte: PF

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