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Seminário Estadual de Educação e Relações Étnico-Raciais acontece nesta quinta e sexta-feira, em Porto Velho

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O governo de Rondônia promove, nos dias 18 e 19 de dezembro, o Seminário Estadual de Educação e Relações Étnico-Raciais “Educar para Reparar”, em um hotel localizado na Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 491, Bairro Nossa Senhora das Graças, em Porto Velho. O evento é a primeira iniciativa institucional voltada exclusivamente à pauta quilombola no âmbito educacional.

O seminário, realizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc),  por meio da Coordenadoria de Modalidades e Diversidade da Educação (CMDE) e da Gerência de Educação Escolar Indígena, Quilombola e do Campo (GEEIQC), reunirá coordenadores pedagógicos, gestores, professores, pesquisadores, lideranças quilombolas e representantes de órgãos como o Ministério da Educação, Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), universidades e entidades da sociedade civil.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o seminário reforça o compromisso do estado com a justiça social e o enfrentamento das desigualdades históricas. “A educação é uma das ferramentas mais poderosas para transformar realidades. Ao promovermos um seminário com foco na equidade racial, ampliamos as políticas públicas que respeitam a diversidade, valorizam as comunidades quilombolas e fortalecemos uma educação mais justa e inclusiva em Rondônia”, salientou.

A secretária de Estado da Educação, Albaniza Batista de Oliveira, ressaltou que o evento representa um avanço significativo para a rede estadual de ensino. “Educar para reparar significa ir além do conteúdo em sala de aula. É rever práticas pedagógicas, fortalecer a formação dos professores e garantir que nossas escolas sejam espaços de pertencimento, respeito e valorização das identidades. Este seminário consolida o compromisso da gestão estadual com uma educação antirracista, equitativa e socialmente responsável.”

TEMÁTICA 

Com o tema “Educar para Reparar”, o seminário propõe reflexões sobre o papel da educação no enfrentamento do racismo estrutural, na valorização das identidades negras e quilombolas e na construção de práticas pedagógicas antirracistas. A iniciativa está alinhada à legislação vigente, como as Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, à Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Quilombolas (PNDQT) e às diretrizes atualizadas da Educação Escolar Quilombola.

PROGRAMAÇÃO

A abertura oficial acontece no dia 18 de dezembro, às 18h, com a presença de autoridades, lideranças quilombolas, profissionais da educação e representantes de instituições parceiras. No dia 19, a programação segue com o Eixo Formativo 2: Gestão, currículo e práticas pedagógicas de reparação e equidade racial, com atividades ao longo de todo o dia. A programação contará com momentos teóricos e práticos, promovendo escuta, diálogo e construção coletiva.

Fonte: Secom

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Ferrovia da floresta pode virar patrimônio mundial da Unesco

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A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré representa a origem de Porto Velho e um dos maiores capítulos da história da Amazônia e do Brasil. Agora, esse patrimônio pode ganhar reconhecimento mundial.

A Prefeitura de Porto Velho deu o primeiro passo para transformar a histórica ferrovia em Patrimônio Mundial da Unesco. A administração municipal encaminhou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) uma carta de intenção solicitando apoio para estruturar a candidatura da Madeira-Mamoré ao seleto grupo de bens reconhecidos por seu valor universal para a humanidade.

A iniciativa acontece em um momento de valorização do complexo ferroviário. Nos últimos meses, a Prefeitura tem investido em ações de preservação e promoção do patrimônio histórico, entre elas o retorno da Locomotiva 18, que voltou a funcionar após anos sem operar, devolvendo à população um dos maiores símbolos da história de Rondônia.

Caso a candidatura seja aprovada, Porto Velho passará a integrar o mapa mundial do patrimônio cultural, fortalecendo o turismo, incentivando a preservação da memória e ampliando a visibilidade internacional da capital rondoniense.

O secretário executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, ressaltou a importância da iniciativa. “A Madeira-Mamoré é muito mais do que um patrimônio de Porto Velho. Ela representa um legado histórico da Amazônia e do Brasil. Iniciar esse processo é reconhecer a importância da nossa história e trabalhar para que ela seja valorizada e conhecida no mundo inteiro.”

O prefeito Léo Moraes afirmou que o reconhecimento internacional fortalecerá a preservação e o desenvolvimento do turismo na capital. “Estamos construindo um novo momento para a nossa ferrovia. Já realizamos importantes ações de valorização, como o retorno da Locomotiva 18, e agora damos mais um passo histórico ao buscar o reconhecimento da Unesco. Preservar a Madeira-Mamoré é preservar a identidade de Porto Velho e abrir novas oportunidades para o turismo e para a economia da nossa cidade.”

Investimentos 

A Prefeitura de Porto Velho e a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) assinaram, no último sábado (01), uma carta de intenção para recuperar parte da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) e retomar o tradicional passeio turístico de trem.

A parceria prevê a recuperação do trecho entre a Estação Ferroviária e o Mercado Municipal do Pescado, além da manutenção corretiva e preventiva da Locomotiva nº 18 e dos carros de passageiros do acervo histórico da EFMM. 

O objetivo é preservar o patrimônio cultural e reintegrá-lo ao roteiro turístico do complexo ferroviário.

Acompanhe as ações, serviços e notícias da Prefeitura de Porto Velho. Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:

https://whatsapp.com/channel/0029VbCaSTO5q08TB4mYNM0o

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Adolescentes jogam água em óleo em chamas e causam explosão

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Um vídeo que ganhou repercussão nas redes sociais mostra uma tentativa perigosa de controlar um princípio de incêndio provocado por óleo de cozinha. Nas imagens, uma panela em chamas é retirada para a área externa de uma residência e, na tentativa de apagar o fogo, uma pessoa despeja água sobre o óleo quente, causando uma reação imediata com aumento das chamas.

A situação serve de alerta para um erro comum em ocorrências desse tipo. Especialistas reforçam que a água jamais deve ser jogada em incêndios envolvendo óleo de cozinha, pois o contato entre os líquidos pode provocar uma explosão e espalhar o fogo rapidamente, aumentando o risco de queimaduras e danos ao imóvel.

A orientação é desligar o fogo, quando possível com segurança, e cobrir a panela utilizando uma tampa metálica ou outro material adequado para abafar as chamas. Caso o incêndio não seja controlado ou ofereça risco, a recomendação é deixar o local e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros.

O alerta busca evitar acidentes domésticos e reforçar os cuidados necessários durante situações envolvendo fogo em cozinhas.

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Após protesto, moradores liberam acesso aos portos no Baixo Rio Madeira

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Após horas de bloqueio, moradores da comunidade de Cujubim, na região do Baixo Rio Madeira, decidiram liberar, na tarde desta segunda-feira (3), a estrada de acesso aos portos graneleiros. A manifestação foi organizada para cobrar do Governo de Rondônia medidas urgentes de recuperação da via, que, segundo os moradores, enfrenta problemas de conservação há mais de oito anos.

Os manifestantes afirmam que as condições da estrada prejudicam a circulação de veículos e provocam grande quantidade de poeira, afetando diretamente a qualidade de vida das famílias que vivem às margens do trecho. A situação, segundo a comunidade, se agravou com o aumento do tráfego de carretas que transportam cargas para os terminais portuários da região.

Entre as reivindicações apresentadas estão a recuperação imediata da estrada e a pavimentação asfáltica do trecho, considerada pelos moradores uma solução definitiva para os transtornos enfrentados diariamente.

A mobilização resultou na abertura de um canal de diálogo com o Governo do Estado. Uma comissão formada por representantes da comunidade foi criada para discutir alternativas e acompanhar as medidas voltadas à melhoria da estrada, considerada a principal ligação terrestre com diversas comunidades do Baixo Rio Madeira, em Porto Velho.

Durante o protesto, o bloqueio provocou uma extensa fila de caminhões e outros veículos, que ultrapassou 10 quilômetros de extensão, impactando o acesso e as operações nos portos graneleiros de Cujubim e Portochuelo.

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