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Polícia

Pai que matou bebê de 5 meses por se incomodar com choro é condenado

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Segundo a acusação, o crime foi praticado em razão da condição do sexo feminino, no contexto de violência doméstica e familiar. Também foi considerada a circunstância de a vítima ser descendente do réu e ter menos de 14 anos.

Além da pena de reclusão, o condenado deverá pagar R$ 30 mil de indenização aos familiares da vítima. O réu, que já estava preso, teve mantida a custódia para o início imediato do cumprimento da pena.

O Tribunal do Júri de Palotina, no oeste do Paraná, condenou, na última quinta-feira (11/12), um homem de nacionalidade paraguaia pelo assassinato da própria filha, uma bebê de cinco meses. O crime ocorreu em 13 de julho do ano passado, no município de Maripá.

O réu foi condenado a 45 anos e 10 meses de prisão. À época, o caso causou forte comoção entre os moradores da cidade.

De acordo com a investigação, o acusado, atualmente com 23 anos, matou a criança por se incomodar com o choro dela. A bebê teria sido agredida com socos, sofrendo fratura no crânio, o que provocou a morte.

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi cometido por motivo fútil, uma vez que o pai rejeitava a filha e passou a agredi-la devido ao choro. A Promotoria também apontou o emprego de meio cruel e o uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que, em razão da idade, não tinha qualquer capacidade de reação.

Segundo a acusação, o crime foi praticado em razão da condição do sexo feminino, no contexto de violência doméstica e familiar. Também foi considerada a circunstância de a vítima ser descendente do réu e ter menos de 14 anos.

Além da pena de reclusão, o condenado deverá pagar R$ 30 mil de indenização aos familiares da vítima. O réu, que já estava preso, teve mantida a custódia para o início imediato do cumprimento da pena.

Fonte: Metrópoles

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Operação Tétrade prende três investigados por homicídio em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Combate aos Crimes Contra a Vida (DERCCV), com apoio da 1ª Delegacia de Polícia, ambas de Vilhena, deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Tétrade, destinada ao cumprimento de medidas judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido em Chupinguaia.

Durante a operação, duas pessoas foram presas no município. Também foi cumprido mandado de prisão contra um terceiro investigado, que já se encontrava recolhido ao sistema prisional pela prática de outro crime. O quarto envolvido havia sido preso no dia do homicídio.

O crime ocorreu na tarde de 31 de maio de 2026, na área externa de um Balneário na zona rural de Chupinguaia. Na ocasião, a vítima foi atacada e morta mediante golpes de instrumento perfurocortante. As investigações também indicaram que, no dia anterior ao crime, a vítima teria se envolvido em um desentendimento com um colega de trabalho e de alojamento, nas dependências destinadas aos funcionários de um frigorífico. O episódio teria provocado indignação entre outros trabalhadores e passou a integrar a linha investigativa sobre a possível motivação do homicídio.

A partir das diligências, a Polícia Civil reuniu elementos que possibilitaram identificar quatro investigados e representar pelas medidas judiciais necessárias.
As apurações prosseguem para esclarecer integralmente a dinâmica dos fatos e individualizar a participação de cada envolvido.

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a investigação qualificada dos crimes contra a vida e com o cumprimento das decisões judiciais, garantindo a responsabilização dos envolvidos na forma da lei.

Fonte: Polícia Civil

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Operação apreende 396 kg de cocaína e cumpre mandados em Rondônia

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Uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) atingiu, nesta quarta-feira (16), um grupo investigado por tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A Operação Muro de Gesso ocorre de forma simultânea em cidades do Acre, Paraíba, Minas Gerais e Ji-Paraná, em Rondônia.

A investigação identificou uma organização que, segundo as informações divulgadas, utilizava uma estrutura para movimentar dinheiro de origem ilícita e esconder bens adquiridos com os recursos. As apurações também chegaram a carregamentos de entorpecentes, que resultaram na apreensão de cerca de 396 quilos de cocaína.

O principal alvo da investigação é apontado como possível líder do grupo. Ele estaria morando na Paraíba com uma identidade falsa. Durante o trabalho investigativo, também foram encontrados imóveis, apartamentos de alto padrão e veículos de luxo registrados em nomes de parentes e de outras pessoas que seriam utilizadas como “laranjas”.

A operação conta com 14 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva. Até a divulgação das informações, três pessoas haviam sido presas.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas e o sequestro de bens ligados aos investigados. O valor das medidas pode chegar a R$ 8 milhões.

Os investigados poderão responder por tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Em Rondônia, Ji-Paraná está entre as cidades alcançadas pela investigação conduzida pela FICCO/AC.

com informações do Portal Jipa

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PF localiza brasileiro condenado por crime de abuso sexual na Irlanda

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A Polícia Federal atuou na localização e no retorno ao Brasil de um homem procurado pela Justiça do Estado de Goiás, condenado pela prática de crime de abuso sexual infantojuvenil.

O nome do indivíduo estava incluído na Difusão Vermelha da INTERPOL, contando no alerta internacional desde 2015.

Em 20 de abril de 2026, ele foi localizado e preso na Irlanda com base no alerta internacional, permanecendo sob custódia das autoridades daquele país.

A deportação para o Brasil foi efetivada em 15 de setembro de 2026, após tratativas entre as autoridades competentes. A atuação do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal em Goiás contou com o apoio da Adidância da Polícia Federal em Londres.

Após o retorno ao Brasil, foi dado cumprimento ao mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira. O homem é condenado a 25 anos de reclusão, em regime fechado, e permanece à disposição do Poder Judiciário do Estado de Goiás.

Fonte: Polícia Federal

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