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Polícia

Centenas de pares de calçados piratas são apreendidos em RO

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Um caso julgado na 1ª Vara de Garantias de Porto Velho envolve a apreensão de cerca de 900 pares de calçados piratas realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vilhena, no início de 2025. A apreensão ocorreu em 20 de janeiro, no posto da PRF na BR-364, quando um caminhão com as falsificações de duas marcas esportivas famosas foi abordado. O motorista, que disse ter recebido a carga em Uberaba (MG) com destino a Porto Velho, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Vilhena.

A Justiça, em decisão datada de 23 de junho de 2025, havia reconhecido a necessidade de ponderar a proteção da propriedade intelectual com princípios como a dignidade humana e a solidariedade. O juiz de Porto Velho determinou, então, a oitiva das empresas titulares das marcas para viabilizar, se possível, uma destinação humanitária dos produtos, como a doação para pessoas carentes.

No entanto, as multinacionais que tiveram suas marcas pirateadas manifestaram-se contra a doação dos calçados e pediram a destruição do material. As empresas alegaram que os produtos falsificados poderiam causar danos à saúde de quem os utilizasse. Para embasar o pedido, apresentaram estudos científicos que comprovariam que, por serem fabricados fora das especificações, os tênis piratas poderiam causar lesões ortopédicas, fraturas e rompimento de tendões.

Na tentativa de evitar a destruição dos itens, um delegado da Polícia Civil de Vilhena enviou um ofício ao Ministério Público local. No documento, a autoridade policial alega que não conseguiu encontrar uma empresa apta para triturar os calçados e alertou que a incineração do material “pode ocasionar significativo dano ambiental”.

O delegado busca uma nova decisão judicial que permita o reaproveitamento dos tênis, citando o artigo 530-F do Código de Processo Penal (CPP). Este artigo prevê que a queima de material apreendido “poderá” ser determinada pelo juiz, indicando que a ação não é obrigatória.

O caso coloca em debate a defesa legítima dos interesses comerciais das gigantes esportivas contra um gesto humanitário em favor de quem não possui condições de adquirir marcas originais. A Justiça de Rondônia deverá, em breve, emitir uma nova decisão sobre o destino final do material apreendido.

Fonte: NwesRondonia

Polícia

Vendedor desaparecido é encontrado morto dentro de caminhonete em rio

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O vendedor Carlos Eduardo Quaresma, de 51 anos, que estava desaparecido desde o último sábado (17), foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (20), após o veículo que ele conduzia cair de uma ponte na região conhecida como Ponte do Alagado, na zona rural de Porto Velho.

De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, Carlos havia saído da zona rural do distrito de Nova Dimensão, em Nova Mamoré (RO), com destino à capital. Segundo informações da família, ele foi visto pela última vez pedindo orientações a moradores sobre como chegar a Porto Velho. O último contato telefônico ocorreu por volta das 19h, quando o sinal do celular ficou fraco. Desde então, ele não havia feito mais contato.

Durante os dias de buscas, circularam nas redes sociais informações desencontradas sobre o paradeiro do vendedor, incluindo a falsa notícia de que ele já teria sido encontrado morto, o que foi desmentido à época pela Polícia Civil e pela família, enquanto o caso ainda era tratado como desaparecimento.

Testemunhas relataram ter visto Carlos na Linha 29B, nas proximidades da Ponte do Alagado, informação que foi repassada às autoridades e passou a integrar as linhas de investigação. Na manhã desta terça-feira, equipes localizaram o veículo submerso e, em seguida, confirmaram que a vítima encontrada era o comerciante desaparecido, que morreu por afogamento.

A Polícia Civil foi acionada e investiga as circunstâncias do acidente. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames. O caso segue sob apuração para esclarecer as causas da queda do veículo.

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Polícia

Polícia e família desmentem informação que vendedor tenha sido encontrado morto

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O vendedor Carlos Eduardo Quaresma, de 51 anos, permanece desaparecido desde a noite do último sábado (17), depois de sair da zona rural de Nova Dimensão, em Nova Mamoré (RO), com destino à capital Porto Velho.

Segundo informações da família, ele foi visto pela última vez na região rural pedindo informações a moradores sobre como chegar ao destino. O último contato telefônico ocorreu por volta das 19h, quando o sinal do celular ficou fraco. Desde então, não há notícias sobre o seu paradeiro.

Nas redes sociais, chegou a circular uma informação errônea de que o comerciante teria sido encontrado morto, o que foi desmentido tanto pela Polícia Civil quanto pela família. Ainda não há confirmação oficial de localização ou de desfecho.

Testemunhas afirmam que viram Carlos na linha 29B próxima à Ponte Alagada, e a Polícia Civil já foi acionada para investigar o desaparecimento. As buscas continuam, e a família pede que qualquer informação seja comunicada às autoridades competentes.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Suspeito de executar homem é preso, e irmão é procurado por ajudar no crime

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Homicídios (DHPP), na manhã desta terça-feira (20), realizou uma ação que resultou na prisão de um homem e na identificação de seu irmão, que também é suspeito de participar de um assassinato ocorrido no ano passado.

O crime aconteceu em junho de 2025, na Zona Leste da cidade. A vítima trafegava de bicicleta quando foi cercada por dois homens em uma motocicleta. Os criminosos atiraram várias vezes contra Ítalo e fugiram logo em seguida. De acordo com as investigações, o crime foi motivado por brigas pessoais entre a vítima e os suspeitos.

Conforme apurações, a equipe policial identificou os autores como sendo os irmãos A.G.C. e C.M.R. Um dos envolvidos já foi preso pelos policiais e está à disposição da Justiça, enquanto o outro envolvido ainda não foi encontrado e é considerado foragido.

A Polícia Civil está divulgando a foto do investigado que continua foragido para que a população possa ajudar com informações que levem ao seu paradeiro. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 197. O sigilo é absoluto e não é necessário se identificar.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso de combater a violência e dar uma resposta rápida para crimes contra a vida, garantindo mais segurança para a sociedade.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil

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