Polícia
Quem era o policial assassinado por Mangabinha e outros bandidos do CV
O policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) assassinado pelo traficante do Comando Vermelho (CV) Luiz Felipe Honorato Romão, o Mangabinha, e seus comparsas de facção, em maio deste ano, era José Antônio Lourenço (foto em destaque), de 39 anos.
O investigador da unidade de elite da corporação foi baleado na cabeça durante uma operação na comunidade da Cidade de Deus, que tinha como alvo uma fábrica investigada por produzir e vender gelo sem autorização.
Após ser atingido, o policial civil chegou a ser socorrido e foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra Da Tijuca. No entanto, não resistiu aos ferimentos e teve o óbito declarado na unidade de saúde.
Suspeito morto
Na manhã desta sexta-feira (21), o Mangabinha foi morto durante uma operação da Core na Cidade de Deus.
Segundo a corporação, Mangabinha reagiu à tentativa de captura e atacou os policiais, dando início a um confronto.
Ele era considerado um criminoso de alta periculosidade. Foragido do sistema prisional, tinha cinco anotações criminais por associação para o tráfico, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e resistência, além de dois mandados de prisão em aberto: um por evasão e outro pelo homicídio do policial da Core.
A Polícia Civil destacou que Mangabinha havia se vangloriado publicamente, há cerca de seis meses, por ter participado dos ataques à equipe da Core, ocasião em que o agente José Antônio Lourenço Junior foi morto.
Outros dois envolvidos na morte do policial também já haviam sido neutralizados. São eles:
- Gabriel Gomes da Costa, o Ratomen, gerente do tráfico na Cidade de Deus.
- Ygor Freitas de Andrade, o Matuê, chefe do tráfico na Gardênia Azul.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Justiça decreta prisão de procurador suspeito de mandar matar médica
A Justiça do Acre decretou a prisão preventiva do procurador municipal de Brasileia, Francisco Valadares Neto, investigado por suspeita de envolvimento no planejamento do assassinato da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos. A decisão foi tomada na terça-feira (3), um dia após a execução da vítima, e confirmada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) em comunicado divulgado nesta quarta-feira (4).
A médica foi morta a tiros na noite de segunda-feira (2), enquanto estava na calçada de um gastrobar, em Brasileia. Ela conversava com outras pessoas quando um homem se aproximou por trás e efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima.
O autor dos tiros foi identificado pela Polícia Civil, mas permanece foragido.
Elyne tinha medidas protetivas em vigor contra Francisco Valadares Neto. Entre as determinações judiciais estavam a proibição de aproximação e contato, o uso de tornozeleira eletrônica e a disponibilização de um botão do pânico.
Em nota, o Tribunal de Justiça informou que os dispositivos estavam instalados e que as medidas protetivas continuavam válidas no momento em que a médica foi assassinada.
Na manhã de terça-feira (3), Francisco foi encontrado desacordado em sua residência e levado inicialmente ao Hospital Regional do Alto Acre. Depois, precisou ser transferido para o Pronto-Socorro de Rio Branco, onde chegou intubado e com sinais vitais estáveis, conforme as informações divulgadas.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias do crime e a possível participação dos envolvidos.
Polícia
Jovem é executado a facadas por integrantes de facção
Um jovem identificado como Manoel Felipe do Prado Silva, de 24 anos, foi assassinado a facadas na noite desta terça-feira (3), dentro de uma cerâmica onde trabalhava, em Cáceres (220 km de Cuiabá). O crime teria sido cometido por integrantes de uma facção criminosa, que já teriam decretado a morte da vítima
De acordo com informações, cerca de dez criminosos chegaram ao estabelecimento em uma caminhonete F-4000 e invadiram o local à procura de Manoel.
Ao encontrarem o jovem, os suspeitos partiram para cima dele, armados com facas. A vítima ainda tentou se defender e entrou em luta corporal com um dos agressores, mas foi atingido por três facadas.
Após o ataque, os criminosos fugiram. Manoel foi socorrido por terceiros e levado às pressas para o Hospital Regional de Cáceres, mas já chegou à unidade sem vida.
Informações preliminares apontam que o jovem possuía uma extensa ficha criminal e teria envolvimento com uma facção criminosa. A suspeita é de que sua morte tenha sido ordenada por integrantes de um grupo rival.
Fonte: Olhar Direto
Polícia
Criança de 3 anos morre engasgada com pão de queijo
Lívia Heloísa Souza Lopes, de 3 anos, morreu nesta terça-feira (3), em Várzea Grande, após se engasgar com um pão de queijo. Por conta do engasgo, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória.
De acordo com informações, a criança se engasgou e ficou sem respirar. Assustada, a pessoa responsável pela menina a levou até uma unidade de saúde no bairro Marajoara. No momento em que recebeu atendimento médico, ela já estava com a pele arroxeada e sem respirar.
Os médicos teriam realizado manobras de desengasgo, mas a criança sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. Não foram informados mais detalhes. O caso é investigado.
Fonte: Olhar Direto
