Polícia
Mais de 800 litros de bebidas são apreendidos e descartados no Entorno
O Procon Goiás apreendeu e descartou 865 litros de bebidas, com a data de validade expirada ou sem o registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Os produtos foram localizados em uma distribuidora de bebidas, em Alexânia, no Entorno do DF.
No local, foram identificados 631 produtos impróprios para consumo, dentre eles alimentos, tabacos de narguilé, energéticos e bebidas alcoólicas.
Bebidas apreendidas:
- 9 garrafas de cachaça
- 11 de pinga de engenho
- Garrafas de licor sem informação em português
- 378 unidades de energéticos
- 108 garrafas de refrigerante
- 50 latas de cerveja
- 9 barris de cerveja de 2 litros
A fiscalização ocorreu na última semana

Além disso, produtos de tabacaria eram comercializados com as datas de validade expiradas e carteira de cigarro sem informações da língua portuguesa. O que contraria as normas de rotulagem oriente o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor.
O superintendente do Procon Goiás, Marco Palmerston, reforçou a importância de o comércio seguir as normas de segurança e rotulagem.
“Os produtos devem ter informações claras e visíveis em língua portuguesa sobre sua fabricação e validade. Já as bebidas alcoólicas precisam ter o registro do MAPA para serem comercializadas. Isso significa segurança ao consumidor”, declarou.
A distribuidora foi autuada pelas irregularidades atestadas e recebeu um prazo de 20 dias para apresentar defesa administrativa junto ao órgão.
Fiscalização em Abadiânia
Na quarta-feira (4/11), o Procon também realizou outra operação fiscal em Abadiânia (GO). Na vistoria os agentes apreenderam bebidas vendidas de maneira irregular em uma distribuidora local.
Foram encontradas 49 garrafas de cachaças sem registro do MAPA. Sendo 18 unidades de 2 litros, 27 unidades de 1 litro e 4 de 300 ml. Além disso, produtos alimentícios foram encontrados fora do prazo de validade, como: farinha de trigo, biscoito e pães. O estabelecimento também foi autuado pelas irregularidades atestadas e recebeu um prazo de 20 dias para apresentar defesa administrativa junto ao órgão.
Fonte: Metrópoles
Polícia
MPF pede prisão de PM acusado de matar estudante de medicina
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos. O pedido foi apresentado na sexta-feira (9), com base na gravidade do caso e na periculosidade atribuída ao agente.
O estudante morreu em novembro de 2024, após ser baleado no saguão de um hotel na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
No documento, o subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira afirma que o policial perseguiu o jovem depois que ele atingiu o retrovisor da viatura com um tapa. Segundo o MPF, a ação não provocou danos materiais ao veículo.
A manifestação também relata que Marco Aurélio procurou abrigo no hotel, mas foi alcançado pelos policiais. Conforme o órgão, o estudante estava desarmado e não representava uma ameaça concreta aos agentes quando foi atingido por um disparo no abdômen.
Para o MPF, as circunstâncias justificam a prisão preventiva como medida para garantir a ordem pública. O pedido será analisado pelos ministros da Quinta Turma do STJ.
A reportagem procurou a defesa do policial, mas não recebeu resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação.
Policiais serão julgados pelo Tribunal do Júri
Em 29 de setembro, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) rejeitou os recursos apresentados pelos policiais Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado, também réu no processo.
As defesas pediram a absolvição dos acusados ou que eles não fossem submetidos ao Tribunal do Júri. Os advogados de Guilherme alegaram legítima defesa, enquanto a defesa de Bruno sustentou que ele não teria participado do crime.
Por unanimidade, a 12ª Câmara de Direito Criminal negou os pedidos e manteve a decisão que determina o julgamento dos dois policiais por homicídio duplamente qualificado.
Relembre o caso
Marco Aurélio foi abordado por policiais militares em 20 de novembro de 2024, na Vila Mariana. Após a perseguição, ele entrou no hotel onde estava hospedado e acabou baleado. O estudante foi levado ao Hospital Ipiranga, mas não resistiu aos ferimentos.
Relatores da Organização das Nações Unidas (ONU) apontaram, em comunicação enviada ao governo brasileiro, que imagens das câmeras corporais indicariam falta de justificativa objetiva para a abordagem. O relato também questionou a ausência de medidas menos letais antes do disparo.
Em 8 de outubro deste ano, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) concedeu uma carteira profissional póstuma a Marco Aurélio. A homenagem foi recebida pelos pais do estudante durante uma cerimônia de entrega de documentos a novos médicos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Ator condenado por estupro é preso em gravação de novela bíblica da Record
As gravações de uma novela bíblica da Record foram interrompidas na última segunda-feira (12/10) para a prisão de um ator condenado por estupro de vulnerável. Allan Christian Rocha de Oliveira, de 37 anos, foi localizado por policiais civis enquanto trabalhava nos estúdios da emissora, em Vargem Pequena, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Civil, agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) identificaram endereços vinculados ao condenado após cruzamento de dados e análise de informações do setor de inteligência. A equipe realizou o monitoramento e o encontrou durante o trabalho na emissora.
Allan tinha um mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decorrente de uma condenação definitiva por estupro de vulnerável. De acordo com a polícia, ele ainda tinha oito anos de pena a cumprir em regime semiaberto.
Após a prisão, o homem foi levado à sede da DRFA-CAP para os procedimentos legais e ficou à disposição da Justiça. O Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) divulgou um vídeo da prisão nas redes sociais.
Allan Christian Rocha de Oliveira atuava como figurante nas gravações. Em nota, enviada ao Notícias da TV, o advogado do ator, Rennan de Abreu, afirmou que apresentou um recurso contra a decisão e contestou a legalidade da prisão.
Ele disse também que Allan não estava foragido e que o caso tramita em segredo de Justiça há mais de quatro anos. O Metrópoles tenta contato com o advogado para mais esclarecimentos. A reportagem também tenta contato com a Record sobre a situação. O espaço segue aberto.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Locutora morre após cair de moto e ser atropelada por caminhão
A locutora Ingrid Moraes Pantoja, de 29 anos, morreu nesta quarta-feira (14) após um grave acidente de trânsito na Avenida Carlos Gomes, próximo à Rua Guanabara, no bairro São Cristóvão, região Central de Porto Velho.
Ingrid estava na garupa de uma motocicleta pilotada pelo marido quando o veículo atingiu a traseira de um carro parado. Com a colisão, os dois caíram na pista, e a locutora foi atropelada por um caminhão limpa-fossa. O Samu tentou reanimá-la, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas.
