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Polícia

Quem eram os líderes do CV mortos na ação mais letal do país

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Rio de Janeiro — A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou que alguns dos mortos na megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha ocupavam posições de comando no Comando Vermelho (CV) em outros estados do país. As mortes reforçam a avaliação das autoridades de que o Rio se tornou, nos últimos anos, o principal polo estratégico do narcotráfico brasileiro, local onde decisões são tomadas, criminosos são treinados e faccionados de outras regiões se escondem sob proteção armada.

Durante coletiva nesta sexta-feira (31/10), o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, informou que entre os mortos estão chefes que atuavam na linha de frente da expansão territorial do CV em estados como Pará, Amazonas, Bahia, Goiás e Espírito Santo. Segundo o balanço parcial, pelo menos 40 dos 99 mortos já identificados não eram fluminenses.

Entre os nomes já confirmados, as investigações apontam a morte de Pepê, considerado um dos principais líderes do Comando Vermelho no Pará; Chico Rato e Gringo, ligados ao comando do tráfico em Manaus; Mazola, DG e FD, que respondiam pela estrutura da facção na Bahia; Fernando Henrique e Rodinha, com posições de chefia em Goiás; além de Russo, apontado como liderança da facção no Espírito Santo.

Todos possuíam passagens por crimes de extrema gravidade, como homicídios de policiais, tortura e controle armado de populações inteiras. O grupo estava escondido em áreas de mata da Penha, onde mantinha base com arsenal de guerra e sistema de vigilância por drones.

QG do crime

A presença dessas lideranças interestaduais no Rio confirma um alerta feito pela Polícia Civil desde 2020: as comunidades da Penha e do Alemão deixaram de ser apenas redutos fluminenses do CV para se tornarem o quartel-general nacional da facção.

Criminosos de outras regiões, especialmente aqueles que mataram agentes de segurança em seus estados, se deslocam para o Rio para obter proteção, refúgio e “moral” interna, em troca do reforço militar à facção no enfrentamento às forças de segurança.

Felipe Curi afirmou que a operação atingiu o “núcleo duro” da facção e classificou o resultado como “histórico” no enfraquecimento do comando nacional do grupo. Apesar disso, a cúpula fluminense, incluindo Edgard Alves de Andrade, o Doca, apontado como sucessor de Marcinho VP, continua foragida.

A Polícia Civil segue com as identificações, e o balanço final ainda pode aumentar o número de líderes mortos na ação. “Estamos falando de criminosos com atuação nacional, alguns responsáveis por ordenar assassinatos de servidores públicos. O Rio virou o centro de treinamento e comando dessas ações. Esse ciclo precisa ser quebrado”, afirmou Curi.

A investigação seguirá para rastrear a movimentação financeira do grupo e identificar quem sucederá os chefes abatidos na megaoperação.

Fonte: Metrópoles

Polícia

Pai se revolta após morte de bebê e causa tumulto em maternidade

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Momentos de tensão foram registrados durante a madrugada em uma maternidade da cidade, após a morte de um recém-nascido durante o parto.

Segundo informações, o bebê não resistiu mesmo após os procedimentos realizados pelo médico de plantão, o que gerou forte abalo emocional entre os familiares que acompanhavam a situação.

Diante da perda, o pai da criança teria reagido com revolta. De acordo com relatos de funcionários, ele passou a ameaçar a equipe presente, causando pânico no local.

Ainda conforme testemunhas, durante o episódio, o homem acabou provocando danos na unidade, quebrando objetos e danificando a porta de entrada.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. No entanto, ao chegar à maternidade, o suspeito já havia deixado o local e não foi encontrado. Até o momento, não há informações sobre o paradeiro dele.

Fonte: Notícias Urgentes com informações Rondônia Atual

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Polícia

Colisão entre caminhonetes é registrada no trevo de Theobroma

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Um acidente envolvendo duas caminhonetes foi registrado no trevo de acesso ao município de Theobroma, para quem segue no sentido de Jaru.

De acordo com as informações apuradas pela a equipe Notícias Urgentes, a colisão aconteceu no cruzamento conhecido como trevo da Cooaja, ponto que interliga as linhas 603 e 623. Um dos veículos, uma Saveiro de cor vermelha, trafegava pela RO-464 (antiga linha 603) e, ao tentar atravessar a BR-364, acabou sendo atingido por uma caminhonete que seguia no sentido Jaru.

Com a força do impacto, os veículos sofreram danos significativos. O condutor da Saveiro ficou ferido, sendo necessário o atendimento do Corpo de Bombeiros, que realizou a imobilização da vítima ainda no local.

Após os primeiros socorros, ele foi encaminhado ao Hospital Municipal de Jaru para avaliação médica.

Equipes de atendimento também estiveram no local para controlar a situação e evitar novos acidentes.

As circunstâncias da colisão deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

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Justiça condena 14 integrantes de facção com penas de até 18 anos em Rondônia

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Após denúncia pela 2ª Promotoria de Justiça de Ouro Preto do Oeste, o Poder Judiciário de Rondônia, por meio da 1ª Vara Criminal, condenou 14 (catorze) réus pela prática do crime de integração em organização criminosa, no âmbito de ação penal ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO).

A sentença reconheceu a atuação estruturada de uma facção criminosa de alcance nacional, com ramificações nos municípios de Ouro Preto do Oeste e Mirante da Serra, no período compreendido entre os anos de 2019 e 2023.

As condenações tiveram como base a Lei n. 12.850/2013, com reconhecimento de majorantes pelo uso de armas de fogo e participação de adolescentes na engrenagem da organização.

O juízo também reconheceu, em relação a parte dos condenados, o exercício de funções de liderança, o que resultou em agravamento das penas, sendo que um deles se encontra em penitenciária federal de segurança máxima em decorrência da atuação das polícias e Promotorias de Justiça de Ouro Preto do Oeste.

As penas aplicadas variaram conforme a participação individual de cada réu:

  • Maior pena: 18 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado;
  • Menor pena: 12 anos e 2 meses de reclusão, também em regime fechado.
  • Além das penas privativas de liberdade, todos os condenados receberam penas de multa, fixadas proporcionalmente à condenação imposta.
  • Estrutura criminosa e atuação estatal

A sentença reconheceu que a organização criminosa possuía estrutura hierarquizada, divisão de tarefas e estabilidade, atuando em atividades como tráfico de drogas, uso sistemático de violência, imposição de regras internas, além da utilização de armas de fogo e do recrutamento de adolescentes para a prática de crimes.

Destaca-se que o trabalho investigativo da Polícia Civil e integrado com a Polícia Militar foi essencial para a identificação, individualização das condutas e responsabilização dos integrantes da organização criminosa. Relatórios de inteligência, interceptações telefônicas, análises de dados, apreensões e depoimentos de policiais foram decisivos para comprovar a existência da facção, sua forma de atuação e o papel exercido por cada envolvido.

A condenação é resultado também da atuação firme do Ministério Público de Rondônia no enfrentamento ao crime organizado, reafirmando o compromisso institucional com a defesa da ordem pública, da segurança da população e do Estado Democrático de Direito, especialmente no combate a facções criminosas que atuam no interior do estado.

Fonte: MPRO

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