Polícia
Defensoria Pública critica aumento da letalidade policial no Rio
A Defensoria Pública da União (DPU) repudiou, em nota, o aumento da violência e da letalidade policial no estado do Rio de Janeiro. Em nota divulgada nesta quarta-feira (29), a instituição de proteção aos direitos humanos e assistência jurídica criticou a chamada Operação Contenção, que as forças de segurança pública do estado deflagraram ontem (28).

“Para a DPU, ações estatais de segurança pública não podem resultar em execuções sumárias, desaparecimentos ou violações de direitos humanos, sobretudo em comunidades historicamente marcadas por desigualdade, ausência de políticas sociais e exclusão institucional”, sustenta a instituição.
O número de mortos na ação policial nos complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense, já chega a 64, segundo informações oficiais divulgadas pelo governo estadual. Entre as vítimas fatais, há quatro policiais – dois civis e dois do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar. Mais de 100 pessoas foram detidas e armas e munições apreendidas, incluindo 75 fuzis, pistolas e granadas. Segundo moradores das duas comunidades, o número de mortos é superior ao já confirmado.
Em sua nota, a DPU lembra que, em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou parcialmente o plano de redução da letalidade policial apresentado pelo governo do Rio de Janeiro, estabelecendo parâmetros claros para a atuação das forças de segurança pública em territórios vulneráveis. Na prática, a Corte determinou a adoção de medidas complementares às operações policiais – consideradas excepcionais -, como a elaboração de planos de recuperação e reocupação territorial de áreas ocupadas por organizações criminosas.
“A decisão do Supremo reafirma o dever constitucional do estado brasileiro de garantir a segurança pública em consonância com a proteção à vida, aos direitos humanos e à dignidade das pessoas, sobretudo da população negra, pobre e periférica – historicamente mais atingida por operações de alta letalidade”, destacou a DPU, argumentando que o combate à criminalidade “deve ocorrer dentro dos limites da legalidade, com uso proporcional da força, transparência na apuração dos fatos e garantia do devido processo legal”.
Ontem, o governador Cláudio Castro assegurou a jornalistas que a Operação Contenção foi autorizada pelo Poder Judiciário e acompanhada pelo Ministério Público estadual. Ainda assim, o próprio Castro admitiu que a ação pode ter excedidos “os limites e as competências” do governo estadual.
“Esta operação tem muito pouco a ver com segurança pública. Ela é uma operação de defesa. [Porque] esta é uma guerra que está passando os limites que o estado [do Rio de Janeiro] deveria estar defendendo sozinho. Para uma guerra desta, que nada tem a ver com a segurança urbana, deveríamos ter um apoio muito maior. Neste momento, talvez até de Forças Armadas”, propôs Castro, se referindo ao poder bélico e financeiro das organizações criminosas.
Polícia
Marido esfaqueia mulher com vários golpes no bairro Triângulo
Uma mulher ficou gravemente ferida após ser atacada a facadas pelo próprio companheiro no bairro Triângulo, em Porto Velho.
De acordo com informações levantadas pela equipe do Notícias Urgentes, o crime ocorreu nas proximidades da Rua Rio Machado, perto da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A vítima foi atingida por vários golpes de faca, sofrendo diversas perfurações pelo corpo.
Uma equipe do Samu foi acionada e encaminhou ao local uma ambulância de suporte avançado. Após os primeiros atendimentos, a mulher foi socorrida em estado grave e levada ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II.
Até agora, não há informações oficiais sobre a evolução do quadro clínico da vítima.
Policiais militares compareceram à ocorrência, mas o suspeito, identificado como companheiro da vítima, conseguiu fugir e ainda não foi localizado.
A Polícia Civil ficará responsável pelas investigações para esclarecer o caso e apurar as circunstâncias do crime.

Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Detento foge algemado de hospital no interior de Rondônia – VEJA VÍDEO
A fuga de um detento registrada na tarde desta terça-feira (24), no Hospital Municipal de Jaru (RO), mobiliza intensamente as forças de segurança do município. O homem escapou enquanto estava sob escolta durante a realização de procedimentos legais, dando início a uma ampla operação de buscas.
Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o foragido vestia bermuda nas cores vinho ou marrom e camiseta azul com detalhes brancos no momento da fuga, além de ainda estar algemado.
Imagens de câmeras de segurança registraram o detento passando pelo quintal de uma residência no Setor 07, o que ajudou a direcionar as diligências policiais. Há também a informação de que ele teria pedido ajuda no local para que alguém retirasse a algema. Veja o vídeo abaixo;
A Polícia Militar intensificou as buscas em diversos pontos da cidade, com várias viaturas empenhadas na tentativa de recaptura. Barreiras foram montadas e o patrulhamento reforçado, principalmente nas regiões onde o suspeito foi visto.
Até o momento, o detento não foi localizado.
A polícia reforça o pedido de colaboração da população. Informações que possam ajudar na localização do foragido podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 190.

Fonte: Jaru Online
Polícia
Influenciadora é presa após forjar o próprio sequestro para ganhar seguidores
A influenciadora digital Monniky Fraga foi presa na manhã desta terça-feira (24), acusada de forjar o próprio sequestro ocorrido em abril de 2025. A prisão ocorreu durante a Operação Cortina de Likes, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, que investiga um grupo suspeito de praticar extorsão, fraude processual e falsa comunicação de crime.
Segundo as investigações, o suposto sequestro teria sido encenado com o objetivo de gerar repercussão e aumentar a visibilidade da influenciadora nas redes sociais. Na época, o caso ganhou grande destaque na imprensa, após Monniky divulgar vídeos relatando momentos de terror ao lado do marido.
De acordo com o delegado adjunto do Grupo de Operações Especiais (GOE), Cley Anderson, há indícios de que a influenciadora participou diretamente do planejamento da farsa. “O inquérito aponta que aquela extorsão mediante sequestro nada mais foi do que uma trama entre a suposta vítima e um dos autores”, afirmou.
A operação contou com a participação de cerca de 30 policiais civis e apoio da Polícia Civil de São Paulo. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Igarassu, no Grande Recife.
As investigações apontam que, além de Monniky, outras três pessoas participaram da simulação do crime. Dois suspeitos já foram identificados: um está preso por outros delitos, enquanto o outro foi morto antes da expedição do mandado. Um terceiro envolvido, suspeito de receber o valor do falso resgate, foi alvo de buscas em São Paulo.
Ainda segundo a polícia, o marido da influenciadora não tinha conhecimento da farsa. Ele chegou a ser vítima de agressões e acreditava estar, de fato, sendo sequestrado.
Após a prisão, Monniky Fraga foi encaminhada à sede do GOE, no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. Em audiência de custódia, o Tribunal de Justiça de Pernambuco manteve a validade da prisão preventiva. A defesa solicitou a conversão da prisão em domiciliar, alegando que a influenciadora possui filhos menores, pedido que será analisado pela Justiça.
À época do suposto crime, Monniky afirmou que ela e o marido foram abordados por homens armados na rua onde moram, levados para uma área de mata e mantidos sob ameaças até o pagamento de um resgate. Agora, a Polícia Civil sustenta que toda a história foi uma encenação para atrair atenção nas redes sociais.
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