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Polícia

Operação é deflagrada em Rondônia e outros três estados contra grupo responsável por invasões e comércio ilegal de terras

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Núcleo de Combate aos Crimes Ambientais (Nucam/Gaema), com apoio das Polícias Civil e Militar, da Polícia Técnico-científica (Politec), Força Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (Fitcco) e da Secretaria do Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), , bem como dos GAECOs dos Ministérios Públicos dos Estados do Paraná e Santa Catarina e da Polícia Civil do Estado do Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (28/10) a Operação Safe Green.

Ao todo, cerca de 150 (cento e cinquenta) policiais e agentes públicos foram mobilizados para o cumprimento de medidas cautelares deferidas pela 1ª Vara de Garantias de Porto Velho.

A ação tem como foco um suposto grupo criminoso responsável pela invasão e loteamento ilegal da Estação Ecológica de Samuel, unidade de conservação que abrange os municípios de Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste, em Rondônia. Segundo o apurado, o grupo teria promovido ocupação irregular, comercialização clandestina de lotes e exploração ilegal de madeira, com quase 4 mil hectares de desmatamento documentado entre 2020 e 2022, configurando crimes de dano em unidade de conservação, extração e comércio ilegal de madeira, impedimento de regeneração de florestas, desmatamento e exploração econômica ilegal de florestas públicas, invasão de terras públicas (“grilagem”), lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Conforme a investigação, duas associações teriam sido “instrumentos deliberados” para conferir aparência de legalidade ao esquema de invasão e exploração econômica de área pública ambientalmente protegida. Há registros de divisão e venda ilegal de lotes, desmatamento, exploração ilegal de madeira, cobrança de mensalidades e até atuação jurídica em favor da ocupação irregular.

A Justiça autorizou o cumprimento de medidas em diversos municípios de Rondônia, além de cidades nos Estados do Mato Grosso, de Santa Catarina e do Paraná. Entre os locais alvos das buscas estão Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, São Miguel do Guaporé, Itapuã d’Oeste, São Francisco do Guaporé, São Felipe d’Oeste, Candeias do Jamari e Nova Califórnia, em Rondônia. Também há mandados em Colniza e Comodoro, no Mato Grosso, Pouso Redondo, em Santa Catarina, e Colombo, no Paraná.

A decisão estabelece um amplo conjunto de medidas para aprofundar as investigações e impedir a continuidade dos crimes ambientais, invasão e ocupação ilegal, lavagem de dinheiro etc. Entre elas estão 28 (vinte e oito) buscas e apreensões domiciliares, veiculares e pessoais; afastamento de sigilo de dados telefônicos e telemáticos; quebra de sigilo bancário e fiscal; proibição de contato entre investigados; proibição de acesso às áreas da Estação Ecológica Samuel e às sedes das duas associações; bem como o monitoramento eletrônico (tornozeleira) de 5 (cinco) integrantes da diretoria das associações. Ainda, foi determinada a suspensão das atividades sociais, empresariais e econômicas das associações investigadas. Eventual descumprimento das cautelares poderá levar à decretação da prisão preventiva dos investigados.

O material apreendido será analisado pelo Gaeco e pelo Nucam/Gaema para identificação de demais envolvidos, financiadores e fluxos de recursos vinculados ao esquema ilegal, que teria potencial para movimentar mais de R$ 6 milhões, somente com a venda clandestina de lotes na área ambientalmente protegida.

A Operação Safe Green representa um novo esforço institucional para estancar a destruição da Estação Ecológica de Samuel e garantir a responsabilização dos autores pelos graves danos ambientais e pelo desrespeito reiterado a decisões judiciais proferidas em defesa daquela área de especial proteção ambiental.

Fonte: Assessoria do MP/RO

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Professora de direito é assassinada a facadas dentro da faculdade Fimca – VEJA O VÍDEO

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Uma professora, Juliana Mattos de Lima Santiago, foi atacada com um golpe de faca dentro de uma sala de aula da Faculdade Fimca, em Porto Velho.

De acordo com informações preliminares, um aluno se aproximou e desferiu a facada contra a docente. Colegas intervieram imediatamente e prestaram socorro, encaminhando a vítima para o Hospital João Paulo II.

Infelizmente, Juliana não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade hospitalar. O suspeito foi detido ainda no local.

A Polícia Militar foi acionada para registrar a ocorrência e investigar as circunstâncias do ataque.

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Mulher é atacada a facadas dentro da faculdade FIMCA

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Uma professora, ainda não identificada, foi atacada com golpe de faca dentro de uma sala de aula da Faculdade Fimca, em Porto Velho.

De acordo com as primeiras informações, um aluno se aproximou e desferiu um golpe de faca contra ela. Colegas intervieram imediatamente e prestaram socorro, encaminhando a vítima para uma unidade hospitalar.

Até o momento, o estado de saúde da estudante não foi divulgado oficialmente. Informações preliminares indicam que o suspeito foi detido ainda no local.

A Polícia Militar foi acionada para registrar a ocorrência e apurar as circunstâncias do ataque.

Matéria em atualização.

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Polícia

Morte de influenciador é investigada: o que se sabe até agora?

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A causa da morte do influenciador Henrique Maderite, de 50 anos, ainda não foi confirmada pelas autoridades. Ele foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (6/2) no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais.

A Polícia Militar informou que foi acionada após um alerta da rede de vizinhos protegida. Ao chegar ao local, na Estrada do Maracujá — onde funciona o Haras Henrique Maderite —, os policiais encontraram o influenciador já sem vida.

Durante o atendimento inicial, os militares observaram sinais que serão analisados pela perícia, como sangramento no ouvido, um corte na região da nuca e uma marca roxa no pescoço. As circunstâncias em que essas lesões ocorreram ainda são desconhecidas.

A perícia técnica foi acionada e vai apurar se os sinais encontrados têm relação direta com a morte ou se são compatíveis com uma causa natural. De forma preliminar, a Polícia Militar trabalha com a possibilidade de um infarto fulminante, mas ressalta que não há, até o momento, confirmação oficial sobre a causa do óbito.

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