Geral
Revalida 2025/2: prazo para envio de diploma médico começa hoje
O prazo para os candidatos da primeira etapa da segunda edição de 2025 do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida 2025/2) enviarem a documentação comprobatória da formação médica começa nesta segunda (20) e vai até a próxima sexta-feira (24). O exame foi aplicado nesse domingo (19), em todo o país.

O diploma, certificado ou declaração que comprove a conclusão de curso de medicina deve ser enviado frente e verso por meio do Sistema Revalida, no formato PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2 megabyte (MB).
No mesmo site, o interessado deve informar também dados da instituição de educação superior estrangeira de origem do diploma médico e o ano de conclusão do curso de medicina.
https://revalida.inep.gov.br/revalida
O documento estrangeiro precisa ser reconhecido pelo Ministério da Educação do país de origem ou órgão equivalente, além de estar autenticado pela autoridade consular brasileira.
O documento que não seja escrito em língua portuguesa, inglesa, francesa ou espanhola deve ser acompanhado de tradução juramentada.
O participante da primeira etapa do Revalida 2025/2 que não enviar qualquer documentação comprobatória de conclusão de curso (diploma, certificado ou declaração) estará automaticamente reprovado por falta de documentação e o edital prevê que não será aceito envio dos documentos fora do prazo.
Caso a documentação comprobatória de conclusão de curso tenha sido enviada e aprovada em edições anteriores, não precisa enviar mais uma vez, pois a homologação é automática por meio do Sistema Revalida.
Resultado
O resultado do recurso do documento enviado deverá ser consultado no Sistema Revalida em 17 de novembro.
Se o documento não for aprovado, o participante poderá solicitar recurso ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no prazo de 17 a 21 de novembro. O resultado final será conhecido em 5 de dezembro.
Caso o documento enviado não esteja em conformidade as regras do edital do Revalida 2/2025, o participante não poderá fazer a inscrição na segunda etapa do exame, mesmo que tenha obtido desempenho mínimo esperado (nota de corte) nas provas aplicadas nesse domingo.
Revalida
O processo do Revalida serve para avaliar a formação de brasileiros e estrangeiros que se formaram no exterior e querem exercer a medicina no Brasil.
O exame tem duas edições anuais e é direcionado tanto aos estrangeiros formados em medicina fora do Brasil quanto aos brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.
O Revalida é realizado em duas edições anuais e composto por duas etapas (teórica e de habilidades clínicas) que abordam, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família, e comunidade (saúde coletiva).
O Revalida não classifica instituições de educação superior de outros países.
Fonte: Agência Brasil
Geral
Rondônia terá calor de 34°C e chance de trovoadas nesta quinta
A previsão do Censipam indica uma quinta-feira (17) de condições instáveis em Rondônia. O dia deve alternar entre períodos de sol e céu parcialmente nublado, com temperaturas elevadas em diferentes regiões do estado.
Os ventos permanecem fracos e algumas áreas podem registrar chuvas isoladas, com possibilidade de trovoadas.
Em Porto Velho, a temperatura deve ficar entre 24°C e 34°C. Vilhena terá mínima de 20°C e máxima de 27°C, enquanto Castanheiras também deve registrar temperaturas entre 20°C e 27°C.
Geral
HPV: dose é indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos
O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A informação consta em nota técnica publicada esta semana pela pasta.

Até então, a vacinação contra o HPV era indicada para vítimas de violência sexual com idades de 9 a 45 anos.
De acordo com a nota técnica, a ampliação da faixa etária se deve, entre outros fatores, à elevada vulnerabilidade de crianças vítimas de violência sexual e ao aumento de notificações de violência sexual em menores de 9 anos.
Números
Um dos achados mais críticos, segundo o documento, refere-se ao aumento expressivo da violência sexual na chamada primeira infância, entre crianças de 0 a 4 anos. Em dez anos, os registros mais do que quadruplicaram: em 2014 foram 1.671 casos; em 2014, foram 7.845 casos.
Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período – aproximadamente 4,4 vezes maior. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos cresceram de 1.632 para 6.869, também mais de quatro vezes.
Riscos
Na nota, o ministério reforça que a infecção por HPV constitui um importante problema de saúde pública em todo o mundo em razão da elevada prevalência e da associação com diversos tipos de cânceres, incluindo colo do útero, pênis, vulva, vagina, canal anal e orofaringe.
A infecção por HPV, segundo a pasta, também está relacionada ao desenvolvimento de verrugas anogenitais e lesões de vias aéreas superiores, causando repercussões clínicas, psicossociais e econômicas significativas.
“A violência sexual na infância está associada a maior vulnerabilidade para aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HPV. Além do risco imediato decorrente da exposição inicial, há evidências de recorrência da violência em parcela dessas vítimas, ampliando o potencial de exposição futura ao vírus.”
“Adicionalmente, estudos demonstram que vítimas de violência sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas emocionais, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, comportamento sexual de risco e outras condições que podem aumentar sua suscetibilidade às IST ao longo da vida”, concluiu a nota.
Fonte: Agência Brasil
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Chuvas atípicas aliviam estiagem, mas nível do Rio Madeira segue em queda
Nos últimos dias, apesar de a capital estar em período constante de alerta por conta do fenômeno El Niño, os episódios de chuva têm surpreendido quem esperava um período marcado pela seca e pelo calor extremo.
O superintendente da Defesa Civil Municipal (SMPDC), Marcos Berti Cavalcanti, explicou que as chuvas não eram o cenário esperado, mas que chegaram em boa hora.
“Temos visto muitos episódios de chuva na capital que não estavam previstos, já que estamos enfrentando um fenômeno que causa seca hídrica e meteorológica. É algo atípico, mas que é muito bem-vindo. O nível do Rio Madeira continua diminuindo, o que leva a outros riscos, principalmente para a navegação.”
O alerta é direcionado a navegadores e ribeirinhos que utilizam o rio constantemente. Em alguns pontos, há o risco de formação de bancos de areia e surgimento de pedras rochosas, o que dificulta o tráfego e aumenta o perigo, principalmente durante as navegações noturnas. A orientação é evitar a navegação à noite. Durante o dia, é necessário utilizar colete salva-vidas.
O fenômeno El Niño está previsto para ter duração de oito meses, avançando até 2027. Por isso, a Defesa Civil, em conjunto com as demais secretarias, o Corpo de Bombeiros e com o apoio de brigadistas municipais, reforça os cuidados que devem ser adotados durante os próximos meses.
Entre as ações realizadas, a prevenção diária tem sido uma das principais atividades executadas pela Superintendência, com o objetivo de reduzir os focos de queimadas na cidade.
Além disso, moradores das regiões do baixo, médio e alto Madeira têm recebido, durante toda essa temporada, apoio por meio da distribuição de kits de vestuário, alimentos, água potável e assistência das equipes da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).
“Temos atendido muitas famílias com doação de hipoclorito, água mineral, destinação de alimentos e prestado apoio com assistência constante a essas comunidades. Já realizamos a doação de milhares de kits e seguiremos atuando tanto durante a estiagem quanto na cheia”, disse Paulo Afonso.
Para o prefeito Léo Moraes, a atuação conjunta contribui para aproximar os serviços das famílias que vivem distante da área urbana.
“As regiões mais afastadas da capital precisam dessa cobertura. Muitos moradores dependem do rio para se deslocar até a cidade, mas, com os perigos provocados pelo nível cada vez mais baixo do rio, os riscos são ainda maiores. Com as equipes atendendo diretamente essas comunidades, o acesso a essas ações é facilitado”, afirmou o prefeito.
As equipes seguem atuando em atividades preventivas, com o mapeamento da cidade e o combate às queimadas. Denúncias podem ser feitas pelos telefones 199 e 193 ou pelo canal do PVH+.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
