Geral
Prefeitura alerta sobre tentativas de golpes em nome da Defesa Civil de Porto Velho
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Defesa Civil, alerta às famílias cadastradas junto ao município, vítimas de enchentes, secas ou algum outro fenômeno natural, para que não forneçam dados pessoais como endereço, RG ou CPF para pessoas desconhecidas. Criminosos se passando por membros da Defesa Civil estão tentando aplicar golpes.
“A Defesa Civil Municipal não solicita via e-mail, SMS ou WhatsApp dados cadastrais das pessoas, como RG e CPF, para fazer qualquer tipo de entrega de ajuda social. O trabalho da Defesa Civil é ir diretamente à casa das pessoas que estão precisando. Não confiem dados solicitados por telefone ou pela internet”, disse Marcos Berti, titular da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMDC).
Ele explicou que os golpistas, dizendo serem integrantes da SMDC, estão ligando ou mandando mensagens para as pessoas cadastradas junto ao órgão municipal. Os criminosos solicitam dados pessoais e até número do RG e CPF, alegando que é para que as famílias possam receber auxílio do governo federal, do estado ou da Prefeitura, devido à situação que estão enfrentando, mas na verdade trata-se de golpe.

Antes de fornecer qualquer informação nesse sentido, Marcos Berti pede que as pessoas primeiramente entrem em contato com a Defesa Civil Municipal para tirar dúvidas. Além disso, caso alguém já tenha sido vítima dos golpistas, deve procurar imediatamente a polícia para registrar ocorrência.
“Eles escolhem como vítimas os idosos e as pessoas que têm menos conhecimento em informática”, alerta o superintendente da Defesa Civil. Na dúvida, ligue para o (69) 98473-2112, 199 ou ainda para o 193, que é do Corpo de Bombeiros. A Defesa Civil está à disposição para orientar em qualquer situação atípica”, completou.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Porto Velho oferece passeios gratuitos de barco durante aniversário de 112 anos
Contemplar Porto Velho por uma perspectiva diferente, navegando pelo Rio Madeira e tendo como ponto de partida um dos principais símbolos históricos da capital. Essa será uma das experiências oferecidas à população durante a programação dos 112 anos do município.
Nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, serão realizados passeios gratuitos de barco pelo Rio Madeira, com saída do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Ao todo, serão disponibilizados 1.500 ingressos para a população.
Além da navegação pelo rio, os passeios terão atrações regionais, levando música e cultura para dentro da programação. Durante a atividade, também haverá distribuição de Dydyo Tubaína e pipoca aos participantes.
Os ingressos serão disponibilizados a partir das 12h do dia 28 de setembro, por meio do PVH+. A participação será gratuita, mas será necessário retirar antecipadamente o ingresso pela plataforma.
Para o prefeito Léo Moraes, o passeio também representa uma oportunidade de aproximar os moradores de elementos que fazem parte da história e da identidade da capital.
“Celebrar Porto Velho também é valorizar aquilo que faz parte da nossa história. O Rio Madeira e a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré têm uma ligação muito forte com a nossa cidade. Queremos proporcionar esse momento para que as famílias possam passear, aproveitar as atrações regionais e comemorar conosco os 112 anos da nossa capital”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Rondônia terá calor de 34°C e chance de trovoadas nesta quinta
A previsão do Censipam indica uma quinta-feira (17) de condições instáveis em Rondônia. O dia deve alternar entre períodos de sol e céu parcialmente nublado, com temperaturas elevadas em diferentes regiões do estado.
Os ventos permanecem fracos e algumas áreas podem registrar chuvas isoladas, com possibilidade de trovoadas.
Em Porto Velho, a temperatura deve ficar entre 24°C e 34°C. Vilhena terá mínima de 20°C e máxima de 27°C, enquanto Castanheiras também deve registrar temperaturas entre 20°C e 27°C.
Geral
HPV: dose é indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos
O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A informação consta em nota técnica publicada esta semana pela pasta.

Até então, a vacinação contra o HPV era indicada para vítimas de violência sexual com idades de 9 a 45 anos.
De acordo com a nota técnica, a ampliação da faixa etária se deve, entre outros fatores, à elevada vulnerabilidade de crianças vítimas de violência sexual e ao aumento de notificações de violência sexual em menores de 9 anos.
Números
Um dos achados mais críticos, segundo o documento, refere-se ao aumento expressivo da violência sexual na chamada primeira infância, entre crianças de 0 a 4 anos. Em dez anos, os registros mais do que quadruplicaram: em 2014 foram 1.671 casos; em 2014, foram 7.845 casos.
Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período – aproximadamente 4,4 vezes maior. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos cresceram de 1.632 para 6.869, também mais de quatro vezes.
Riscos
Na nota, o ministério reforça que a infecção por HPV constitui um importante problema de saúde pública em todo o mundo em razão da elevada prevalência e da associação com diversos tipos de cânceres, incluindo colo do útero, pênis, vulva, vagina, canal anal e orofaringe.
A infecção por HPV, segundo a pasta, também está relacionada ao desenvolvimento de verrugas anogenitais e lesões de vias aéreas superiores, causando repercussões clínicas, psicossociais e econômicas significativas.
“A violência sexual na infância está associada a maior vulnerabilidade para aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HPV. Além do risco imediato decorrente da exposição inicial, há evidências de recorrência da violência em parcela dessas vítimas, ampliando o potencial de exposição futura ao vírus.”
“Adicionalmente, estudos demonstram que vítimas de violência sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas emocionais, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, comportamento sexual de risco e outras condições que podem aumentar sua suscetibilidade às IST ao longo da vida”, concluiu a nota.
Fonte: Agência Brasil
