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Secretária Luana Rocha destaca compromisso com a primeira infância durante entrega de enxovais a gestantes em Nova Califórnia, na Ponta do Abunã

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Na manhã dessa sexta-feira (11), a titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, esteve no distrito de Nova Califórnia, na Ponta do Abunã. Na ocasião, ela entregou kits natalidade para cerca de 20 gestantes beneficiárias do programa Mamãe Cheguei e reafirmou o compromisso com a proteção da primeira infância, fase que vai de zero a seis anos de idade.

“Levar o Mamãe Cheguei a cada município e distrito de Rondônia é a nossa meta, pois precisamos garantir que todas as mães rondonienses tenham seus direitos respeitados e que os seus bebês tenham uma vida digna desde o primeiro chorinho”, enfatizou.

As gestantes do distrito de Porto Velho receberam cuidado e carinho embalados em tecidos macios, pares de meia, fraldas, banheira e outros itens que compõem o kit natalidade do programa. Desenvolvido pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), o Mamãe Cheguei ocorre desde 2020 e contempla mulheres em situação de vulnerabilidade. Até o momento, já foram entregues quase 21 mil kits em todo o estado, com um investimento de cerca de R$ 8 milhões.

Para participar, a gestante precisa estar registrada no CadÚnico, realizar o pré-natal regular pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e ser acompanhada pelas equipes do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS).

“O Mamãe Cheguei é um reflexo do cuidado do nosso governador com a famílias rondonienses, um investimento direto na primeira infância e na redução das desigualdades sociais. E hoje, aqui em Nova Califórnia, esse cuidado chegou como deve ser: com acolhimento, dignidade e amor”, disse Luana Rocha.

AÇÕES SOCIAIS NA PONTA DO ABUNÃ

Os distritos de Porto Velho localizados na Ponta do Abunã já receberam diversas ações do governo do estado. O programa Rondônia Cidadã, por exemplo, que oferta serviços essenciais como a emissão de documentos, atendimentos de saúde e orientação jurídica gratuita, já esteve na região: foram mais de oito mil atendimentos para a população local.

“A presença do estado nos locais mais afastados é um ato de justiça social. Quando trazemos as nossas ações para esses lugares, garantimos que direitos e oportunidades cheguem para todos, independentemente da distância”, concluiu a secretária da Seas.

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Prefeitura de Porto Velho conclui entrega de kits escolares em todas as escolas da rede municipal

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), concluiu a entrega de kits pedagógicos para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de apoio para professores em todas as escolas da rede municipal, tanto na zona urbana quanto rural. A ação reforça o compromisso da gestão com a educação inclusiva, a valorização dos profissionais e a melhoria do ensino. As unidades que registraram aumento no número de alunos receberão, na próxima semana, kits complementares para atender à nova demanda.

Ao todo, foram contempladas 84 escolas da zona urbana e 55 da zona rural, garantindo que 100% das unidades de ensino municipais recebessem os materiais. A ação foi realizada com apoio logístico dos Correios nas áreas urbanas, enquanto equipes da Semed atenderam diretamente as escolas da zona rural.

A medida assegura que mais de 43 mil alunos e 2.984 professores tenham acesso aos recursos pedagógicos, fortalecendo o processo de ensino-aprendizagem em toda a rede. “Nosso objetivo foi garantir que todas as escolas fossem atendidas, sem exceção. Já estamos organizando a entrega de kits complementares para unidades que tiveram aumento no número de alunos”, destacou o secretário da Semed, Giordani Lima.

A Secretaria também informou que equipes retornarão às escolas que atualizaram seus dados recentemente, assegurando que nenhum estudante ou profissional fique sem o material necessário.

Os kits destinados aos alunos com TEA incluem materiais adaptados que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, sensorial e da comunicação, promovendo um ambiente mais acessível e acolhedor. Já os kits dos professores oferecem recursos pedagógicos que auxiliam na prática em sala de aula e no atendimento às diferentes necessidades dos estudantes.

Para o secretário Giordani Lima, o investimento reforça o compromisso com a inclusão.

“Garantir que todas as escolas recebam esses kits significa oferecer mais equidade e respeito às individualidades dos nossos alunos. Estamos trabalhando para uma educação cada vez mais acessível e de qualidade.”

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, também destacou a importância da ação. “Chegar a todas as escolas é uma demonstração clara da nossa prioridade com a educação.

Estamos investindo no presente e no futuro da nossa cidade, cuidando dos alunos e valorizando os professores.”

A iniciativa integra um conjunto de políticas públicas voltadas à inclusão, à formação continuada dos educadores e ao fortalecimento da rede municipal de ensino.

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Casa do Patrão: novo reality da Record terá participante de Rondônia

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A Casa do Patrão chega como a nova aposta da Record para conquistar o público com um formato diferente e dinâmico. O reality estreia nesta segunda-feira, dia 27, às 22h30, reunindo 18 participantes em uma competição que promete estratégia, convivência intensa e muitas reviravoltas.

Entre os nomes confirmados, um destaque especial para Rondônia. A participante Luiza Parlote, que cresceu em Ouro Preto do Oeste, representa o estado no programa e já chama atenção pela trajetória de vida simples e batalhadora. Natural do Espírito Santo, ela se mudou ainda criança para Rondônia, onde construiu sua história. Hoje, atua como revendedora de cosméticos e bijuterias, além de fazer trabalhos como secretária e vendedora.

Com estreia marcada para o dia 27 de abril, às 22h30, a Casa do Patrão chega com a promessa de inovar no gênero e conquistar audiência com uma proposta ousada, misturando estratégia, convivência e competição em um cenário de alta pressão.

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Ônibus quebra durante viagem e mecânico cobra R$ 10 mil para consertar alternador

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O que seria apenas mais uma viagem interestadual terminou em transtorno para motorista e passageiros após um ônibus fretado apresentar falha mecânica durante o trajeto entre as cidades de Cascavel e Campo Grande. O veículo precisou interromper a viagem no meio da estrada, deixando todos sem previsão imediata de continuidade.

De acordo com informações repassadas pelo motorista, o ônibus havia passado recentemente por manutenção preventiva antes da saída, com a garantia de que estava apto para percorrer o trajeto. No entanto, poucos quilômetros depois de uma parada para almoço, o sistema de ar-condicionado deixou de funcionar completamente, comprometendo o conforto dos passageiros e obrigando a interrupção da viagem.

O problema ocorreu na região de São Gabriel do Oeste. Diante da situação, o condutor seguiu até um posto localizado em Rio Verde, onde buscou apoio técnico. A partir desse momento, começou uma série de dificuldades que prolongaram a permanência do grupo no local.

Um mecânico foi acionado após contato com responsáveis pela empresa contratante do transporte. Durante a avaliação inicial, a suspeita apontou para falha no alternador, peça essencial para o funcionamento elétrico do veículo, incluindo o ar-condicionado. Com autorização inicial, o profissional iniciou o reparo, desmontando parte do sistema para substituição do componente.

Entretanto, quando o serviço já estava em andamento, surgiram novas orientações por telefone solicitando a interrupção do conserto. A mudança repentina gerou um impasse sobre a continuidade do trabalho e, principalmente, sobre quem arcaria com os custos do reparo. Enquanto as decisões eram discutidas à distância, o ônibus permaneceu parado e os passageiros aguardavam sem informações concretas sobre o horário de retomada da viagem.

O motorista relatou ter ficado no centro da situação, tentando administrar a ansiedade dos passageiros ao mesmo tempo em que buscava uma solução com a empresa responsável pelo fretamento. Após negociações, foi acordado o envio de um pagamento parcial via transferência eletrônica, no valor aproximado de R$ 5 mil, com a promessa de quitação do restante no dia seguinte.

O custo total do serviço ultrapassou R$ 10 mil. Com o pagamento inicial confirmado, a expectativa passou a ser a finalização do reparo e a liberação do ônibus para seguir viagem até o destino final, encerrando horas de espera e incerteza enfrentadas pelos passageiros ao longo do trajeto.

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