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Política

Deputada Cristiane Lopes participa de homenagem ao Duelo na Fronteira e reforça apoio à cultura e ao desenvolvimento de Guajará-Mirim

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Um momento histórico para a cultura rondoniense foi registrado na Assembleia Legislativa de Rondônia com a entrega do voto de louvor às agremiações Flor do Campo e Malhadinho, responsáveis pelo tradicional festival de boi-bumbá Duelo na Fronteira, realizado anualmente em Guajará-Mirim.

A homenagem, proposta pela deputada estadual Dra. Taíssa Sousa, contou com a participação especial da deputada federal Cristiane Lopes, que tem se destacado por seu trabalho em defesa da cultura e do desenvolvimento da região.

Durante a solenidade, Cristiane Lopes destacou a importância da valorização das manifestações culturais típicas de Rondônia e ressaltou o orgulho que sente por apoiar iniciativas como o Duelo na Fronteira.

“Momento histórico para a cultura do estado de Rondônia e eu estou muito feliz em poder participar aqui na Ale/RO desta justa homenagem aos membros do Boi Flor do Campo e também do Malhadinho, ao lado da deputada Taíssa Sousa”.

Cristiane ressaltou que o reconhecimento às agremiações é mais do que merecido, por tudo o que representam para a cultura rondoniense.

“É uma homenagem bonita para esses dois bois que fazem parte da história não só de Guajará-Mirim, mas de Rondônia. Eu sempre digo que aqui também temos uma cultura linda, que é motivo de orgulho para todos nós”.

Além de prestigiar a solenidade, Cristiane Lopes reafirmou seu compromisso com o fortalecimento da cultura local, destacando a destinação de R$ 450 mil em emenda parlamentar para apoiar dois grandes eventos do calendário de Guajará-Mirim: o festival Duelo na Fronteira e a Marcha para Jesus 2025.

“O Duelo da Fronteira é uma tradição importante para nossa história e cultura que deve ser preservada e incentivada. A cada ano, o evento fica maior e mais bonito”.

A deputada também defendeu que Guajará-Mirim tenha um calendário cultural permanente, capaz de impulsionar ainda mais o turismo, movimentar a economia local e valorizar as raízes do povo da fronteira.

“Hoje é dia de festa e reconhecimento para todos que se dedicam o ano inteiro a fazer essa celebração acontecer. Guajará-Mirim merece um calendário cultural de janeiro a janeiro, para alavancar o turismo e preservar nossas origens”.

A solenidade reuniu autoridades e representantes culturais, como os deputados estaduais Taíssa Sousa e Luizinho Goebel, o secretário da Sejucel, Paulo Higo, o influenciador digital e embaixador do Duelo na Fronteira, Rato, além dos presidentes das agremiações, Ricardinho Maia (Flor do Campo) e Camila Prado (Malhadinho).

Para a deputada Dra. Taíssa Sousa, o voto de louvor simboliza esse reconhecimento. “O Duelo na Fronteira é um patrimônio cultural do nosso povo. As agremiações Flor do Campo e Malhadinho mantêm viva a tradição do boi-bumbá com dedicação, talento e muito amor pela cultura. Essa homenagem é mais do que merecida”.

Cristiane Lopes lembrou ainda de sua presença no Duelo na Fronteira em 2024, quando participou da celebração ao lado da população e destacou os investimentos realizados em Guajará-Mirim.

Ao todo, a deputada já destinou mais de 1,7 milhão em emendas para áreas essenciais do município, como saúde, educação, cultura, turismo e assistência social.

“Guajará-Mirim sempre esteve no meu coração. Cada valor das emendas que destinei aqui foi pensado para melhorar a vida da nossa gente, com foco em ações concretas que tragam benefícios reais para a população”.

Fonte: Assessoria

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Política

Justiça obriga vereadora a se retratar após defender demissão de petistas

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A vereadora e pastora Patrícia Queiroz (PP), de Belém (PA), publicou uma retratação nas redes sociais nesta quinta-feira (29/10), após decisão da Justiça do Trabalho que determinou que ela não pratique nem incentive atos de discriminação ou assédio eleitoral contra trabalhadores.

A determinação ocorre após a parlamentar publicar mensagens nas redes sociais, logo depois do segundo turno das eleições, sugerindo que empregadores identifiquem funcionários que votaram no PT para promover a demissão daqueles que apoiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além de proibir a prática e o incentivo a condutas discriminatórias e de assédio eleitoral, a decisão judicial estabeleceu que Patrícia deveria se retratar publicamente.

Em suas redes sociais, ela postou a determinação e a retratação.

“Declaro publicamente que empregados têm o direito de escolher livremente seus candidatos nas eleições, independentemente de partido ou orientação política. Assim sendo, torna-se proibida veementemente aos empregadores a adoção de quaisquer medidas de caráter retaliatório, seja por constrangimento, ameaça ou perda do emprego”.

A decisão atende a uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Na quarta-feira (28), a Câmara Municipal de Belém aprovou uma licença de 22 dias solicitada pela vereadora para tratar de assuntos particulares.

A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Patrícia Queiroz. O espaço permanece aberto para manifestações.

Acusação movida pelo MPT

Segundo a denúncia do MPT, as mensagens compartilhadas pela vereadora têm potencial para incentivar práticas discriminatórias e estimular demissões em massa de trabalhadores exclusivamente por suas convicções políticas e ideológicas.

Os atos ganham ainda maior gravidade por partirem de “agente pública investida de mandato eletivo, cuja posição institucional lhe confere maior visibilidade, credibilidade e capacidade de influência perante a coletividade”, diz a ação.

Fonte: Metrópoles

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Política

Deputada federal Cristiane Lopes amplia oportunidades de inclusão para famílias rondonienses

Iniciativa idealizada pelo IFRO e viabilizada com recursos de emenda parlamentar soma mais de R$ 5 milhões em investimentos ao longo de suas etapas e amplia oportunidades de saúde, qualificação e inclusão para pessoas com deficiência e mães atípicas.

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O Projeto PCD+ Mães Atípicas vem ampliando sua atuação em Rondônia e alcançando famílias de diferentes regiões do estado. Idealizada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) e viabilizada por meio de emenda parlamentar da deputada federal Cristiane Lopes, a iniciativa soma mais de R$ 5 milhões em investimentos ao longo de suas etapas.

Em sua segunda edição, o projeto avança com a ampliação das ações e do número de municípios contemplados. A proposta reúne iniciativas nas áreas de saúde, qualificação profissional, empreendedorismo e inclusão social, considerando as necessidades de pessoas com deficiência e a realidade de mães atípicas, que frequentemente enfrentam uma rotina intensa de cuidados e dificuldades para acessar serviços e oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Entre as ações previstas para a atual etapa estão cursos gratuitos de formação profissional, distribuídos em nove municípios: Alto Paraíso, Alvorada do Oeste, Candeias do Jamari, Colorado do Oeste, Itapuã do Oeste, Rio Crespo, Costa Marques, Urupá e Vale do Anari.

As capacitações abrangem áreas como beleza, atendimento ao público, educação financeira, informática, empreendedorismo e conhecimentos relacionados ao atendimento de pessoas com deficiência. As aulas estão previstas para novembro e dezembro de 2026.

A iniciativa busca ampliar as possibilidades de qualificação e geração de renda, especialmente para mulheres que precisam conciliar o cuidado dos filhos com a busca por autonomia financeira. A oferta de formação profissional também representa uma oportunidade de desenvolver novas habilidades e construir alternativas para o mercado de trabalho.

A expansão do PCD+ Mães Atípicas é resultado da continuidade de uma iniciativa que, em sua primeira edição, já havia desenvolvido ações de atendimento e inclusão em municípios como Porto Velho, Candeias do Jamari e Ji-Paraná.

A experiência inicial contribuiu para a ampliação do projeto, que passou a contemplar novos territórios e diferentes frentes de atendimento. A proposta vai além da assistência pontual, buscando oferecer condições para que pessoas com deficiência e suas famílias tenham acesso a serviços, informação, capacitação e novas perspectivas.

“Quando destinamos recursos para um projeto como o PCD+ Mães Atípicas, estamos investindo em pessoas, em oportunidades e em mais qualidade de vida para as famílias de Rondônia. Sei que muitas mães enfrentam uma rotina de cuidados que exige muito delas e, muitas vezes, acabam deixando seus próprios sonhos em segundo plano. Queremos contribuir para que essas mulheres tenham acesso à qualificação, possam desenvolver suas habilidades e encontrem novas oportunidades”, destacou a deputada federal Cristiane Lopes.

Fonte: Assessoria

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Política

TSE decide que agressão contra mulher pode deixar candidato inelegível

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Decisão histórica da Justiça Eleitoral impede candidatura de político condenado por violência doméstica e estabelece entendimento para casos semelhantes.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira (29), que condenações por lesão corporal praticada contra mulheres em razão da condição do sexo feminino podem tornar candidatos inelegíveis por oito anos, conforme as regras da Lei da Ficha Limpa.

A decisão ocorreu durante o julgamento do advogado João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026.

O candidato teve o registro negado após ser condenado pela Justiça a quatro anos e dois meses de prisão por violência doméstica e lesão corporal contra a mulher. A condenação foi confirmada por um órgão judicial colegiado.

Durante o julgamento, os ministros entenderam que a violência física praticada contra mulheres por razões de gênero pode ser enquadrada nas hipóteses de inelegibilidade previstas para crimes contra a vida.

Com isso, a condenação pode impedir a participação em eleições mesmo quando ainda existem recursos judiciais pendentes, desde que estejam presentes os requisitos estabelecidos pela legislação.

Além da decisão, o TSE anunciou que encaminhará ao Congresso Nacional uma proposta para incluir expressamente na Lei de Inelegibilidade as condenações por crimes de violência contra a mulher, buscando ampliar a clareza e a segurança jurídica.

O julgamento é considerado um marco no enfrentamento à violência de gênero e poderá orientar futuras decisões da Justiça Eleitoral envolvendo candidatos condenados por agressões contra mulheres.

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