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Brasil prioriza criptomoedas no comércio internacional do BRICS
O governo brasileiro demonstra cada vez mais interesse em transformar as criptomoedas em uma ferramenta para agilizar e baratear as transações internacionais dentro do BRICS. A pauta ganhou força agora que o Brasil assumiu a presidência do bloco, composto também por China, Índia, África do Sul e Rússia.
Trata-se de um passo importante rumo à descentralização dos pagamentos internacionais e à diminuição da dependência do dólar norte-americano. Para muitos analistas, o investimento em criptomoedas é coerente com a atual tendência de digitalização econômica e crescimento do mercado de ativos digitais.
A própria pauta da implementação de moedas digitais, stablecoins e plataformas de pagamento blockchain já foi mencionada por autoridades do bloco, sinalizando que o Brasil pretende liderar esse debate nos próximos meses.
Brasil à frente do BRICS e o mercado de criptoativos brasileiros
O Brasil assumiu, em 2024, a presidência rotativa do BRICS, sucedendo a Rússia. Esse mandato traz a oportunidade de orientar a agenda econômica do grupo, e a adoção de criptomoedas como meio de troca entre as nações está na lista de prioridades de Brasília. De acordo com fontes governamentais, a meta é propor soluções que permitam transações rápidas, seguras e com menores taxas, reduzindo a burocracia do comércio internacional.
A justificativa brasileira vai além da mera modernização, incluir criptomoedas nas trocas regionais também cria alternativas ao dólar, que historicamente domina as negociações em todo o mundo. Essa redução de dependência é vista por muitos países como um passo importante para fortalecer as moedas locais.
De acordo com dados oficiais do Banco Central, o uso de criptomoedas no país aumentou muito nos últimos anos. Estima-se que mais de 12 milhões de brasileiros tenham algum tipo de investimento em moedas digitais. Esse número deve crescer ainda mais, pois cada vez mais instituições financeiras tradicionais estão oferecendo serviços relacionados a criptoativos.
Seja para pagamentos ou para investimento, as criptomoedas que podem explodir estão na mira dos brasileiros. O volume de transações envolvendo criptoativos declarados à Receita Federal chegou a ultrapassar R$ 200 bilhões. Esses valores ilustram que o ambiente doméstico já está propício para adotar soluções de blockchain em escala maior.
A confiança dos brasileiros em moedas digitais é um sinal de que, do ponto de vista interno, o país pode liderar a implementação de sistemas de pagamento interligados no âmbito do BRICS.
Inspirações e dificuldades do projeto
Uma coisa que fortalece a posição do Brasil nesse debate é o sucesso do Pix, sistema de pagamentos instantâneos lançado em 2020 pelo Banco Central. O Pix se tornou o principal meio de transferência de valores no país em tempo recorde, com mais de 140 milhões de usuários cadastrados.
Embora seja um sistema atrelado à moeda fiduciária nacional, ele exemplifica como a adoção de uma tecnologia disruptiva pode revolucionar a maneira como as pessoas lidam com dinheiro. Nos bastidores do BRICS, discute-se a possibilidade de criar uma plataforma inspirada no Pix, mas que utilize criptomoedas para facilitar pagamentos e compensações entre os bancos centrais dos países-membros.
Uma solução desse tipo poderia permitir transações em tempo real, com taxas inferiores às dos métodos tradicionais de envio de remessas internacionais. No entanto, cada país do BRICS possui marcos legais distintos para o uso de ativos digitais, e alinhar todos os regulamentos é uma tarefa complexa.
A Índia, por exemplo, tem regras mais restritivas para a negociação de criptomoedas, enquanto a Rússia sofre sanções internacionais, o que pode dificultar a integração de um sistema de pagamentos com criptoativos. Há ainda a preocupação com questões de segurança, visto que transações blockchain, embora rastreáveis, podem ser utilizadas para atividades ilícitas.
Isso, claro, se não houver mecanismos de prevenção de fraude e lavagem de dinheiro. Os países do BRICS precisarão estabelecer padrões comuns de governança para garantir a credibilidade e estabilidade do sistema. Mas a discussão sobre a adoção de criptomoedas pelo BRICS não acontece em um vácuo.
Potências estrangeiras observam com atenção, já que a criação de um ecossistema financeiro que reduza a influência do dólar pode ter um grande impacto na geopolítica global. Autoridades norte-americanas, em especial, demonstram preocupação com a aceleração de iniciativas que visem substituir gradualmente o dólar como principal moeda de reserva e transação internacional.
Por outro lado, há economistas que defendem que o fortalecimento de moedas locais e de criptoativos em blocos econômicos emergentes pode trazer maior equilíbrio ao sistema financeiro mundial. Nesse caso, o Brasil é um protagonista, sinalizando que pretende assumir a dianteira na implementação de soluções que aliem inovação tecnológica e soberania monetária.
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Brincadeira entre alunos termina em morte de garoto de 12 anos em escola
Uma brincadeira entre colegas de classe em um colégio, localizado no município de Castro, nos Campos Gerais do Paraná, terminou em tragédia. O estudante Luigi Gabriel da Cruz Sales, de apenas 12 anos, faleceu no último sábado (4/10) no hospital, após passar mais de uma semana internado em estado grave decorrente de uma queda sofrida no ambiente escolar. O corpo da criança foi sepultado na manhã desta segunda-feira (5), no Cemitério Frei Mathias.
A situação aconteceu na tarde do dia 25 de setembro. Na ocasião, o garoto participava de uma brincadeira em que sentava no chão enquanto dois colegas o erguiam puxando-o simultaneamente pelos braços direito e esquerdo. Durante o movimento, a criança acabou caindo com o corpo de frente contra o solo, sofrendo ferimentos graves.
A Polícia Civil do Paraná abriu inquérito para apurar as circunstâncias do fato. A princípio, o caso é tratado pelas autoridades como um acidente, sem que tenha havido intenção dos colegas em machucar o menino. O delegado responsável pela investigação, Marcondes Ribeiro, informou que além de entender o contexto do ocorrido, a apuração vai focar no procedimento adotado para a prestação de socorro à vítima.
Queda
Segundo o delegado, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado logo após a queda, mas teria recusado o envio de equipe por entender que a situação não se configurava como grave. Em razão da recusa, o estudante foi levado posteriormente para atendimento médico por membros da própria equipe do colégio.
A polícia investiga agora se houve negligência no intervalo de tempo decorrido entre o acidente e a chegada ao hospital. As autoridades buscam esclarecer as razões pelas quais o fato ocorreu por volta das 13h40 e o encaminhamento ao Pronto Atendimento só foi efetivado às 16h25, configurando um longo lapso temporal sem a assistência adequada.
As apurações prosseguem para determinar se houve omissão de socorro ou inércia por parte do colégio ou das equipes de saúde acionadas.
Fonte: Metrópoles
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Rondônia terá calor de 36°C e chance de chuva nesta terça
Rondônia deve registrar tempo instável nesta terça-feira (6), conforme previsão do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). O dia será marcado por temperaturas elevadas, períodos de sol e céu parcialmente nublado.
A previsão também indica possibilidade de chuvas isoladas acompanhadas de trovoadas em algumas áreas do estado. Os ventos devem permanecer fracos ao longo do dia.
As temperaturas podem chegar a 36°C, enquanto as mínimas devem ficar próximas dos 24°C.
Em Porto Velho, a previsão aponta máxima de 36°C e mínima de 24°C. Já em Vilhena e Castanheiras, os termômetros devem variar entre 20°C e 27°C.
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Segunda parcela do 13° salário será antecipada em 2026; confira o calendário
A segunda parcela do 13° salário de 2026 chegará ao bolso do brasileiro mais cedo do que o tradicional. Neste ano, trabalhadores com carteira assinada devem receber o pagamento no dia 18 de dezembro.
Isso porque a data limite do pagamento de 20 de dezembro cairá em um domingo, fazendo que o valor seja depositado no último dia último, que é a sexta-feira dia 18 de dezembro.
De acordo com a lei, o pagamento não pode ficar para a segunda-feira (21) porque ultrapassa o limite.
A primeira parcela mantém seu cronograma usual e deve ser paga no dia 30 de novembro. Em geral, essa parcela representa cerca de metade do salário, sem os descontos. De acordo com a legislação, o trabalhador pode antecipar esse pagamento entre fevereiro e novembro.
Quem recebeu o adiantamento durante as férias não terá uma nova primeira parcela em novembro. Neste caso, o valor pago já descontado no acerto final.
13º salário: quando será paga a primeira e segunda parcela em 2026?
Primeira parcela: até 30 de novembro de 2026;
Segunda parcela: até 18 de dezembro de 2026, já que o dia 20 será domingo.
Por que a segunda parcela é menor?
O pagamento da segunda parcela do 13° costuma ser menor porque é nela que incidem todos os descontos obrigatórios acumulados sobre o total do benefício.
Nesta etapa são descontados valores como a contribuição ao INSS e, quando aplicável, o Imposto de Renda.
Aposentados
Para os beneficiários do INSS, o governo federal antecipou o pagamento do abono neste ano. O repasse do valor foi feito nos meses de abril e junho.
Quem já recebeu as parcelas, não voltam a receber no final do ano, exceto os segurados que tiveram seus benefícios concedidos a partir do mês de maio
Fonte: Diário do Nordeste
