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Polícia

Adolescente é amarrado, morto a facadas e tem corpo carbonizado em Rondônia

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Trabalhadores encontraram o corpo carbonizado de um adolescente na manhã deste sábado (25) e acionaram imediatamente a Polícia Militar. O crime ocorreu no Setor 19, próximo a uma chácara em Vilhena, Rondônia.

A vítima foi identificada como Pedro Mário da Silva de Jesus, de 17 anos, conhecido como “Pedro Tatuado”. De acordo com informações preliminares, antes de ser morto, Pedro foi espancado e, em seguida, executado com várias facadas.

A polícia enfrentou dificuldades para localizar os familiares de Pedro, já que a residência onde ele vivia, no bairro Bela Vista, não existe mais, restando apenas o terreno. Segundo registros, o jovem possuía antecedentes criminais.

Até o momento, não há pistas sobre os autores ou a motivação do crime, que foi cometido com extrema violência. Uma possível ligação com facções criminosas não está descartada, embora crimes com uso de facas não sejam comumente associados a esses grupos.

Após os trabalhos periciais, o corpo foi removido pela funerária de plantão. Agentes da Polícia Civil já deram início às investigações.

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Polícia

Dois adolescentes são apreendidos com maconha próximo a escola

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Na manhã desta terça-feira (23), por volta das 8h25, a Polícia Militar apreendeu dois adolescentes suspeitos de envolvimento com o uso de substâncias entorpecentes na região central de Vilhena.

Durante patrulhamento pela Avenida Capitão Castro, policiais militares foram receberam informações que um grupo de adolescentes estava em frente a um estabelecimento comercial fazendo uso de um cigarro de maconha. Segundo as informações repassadas, os jovens utilizavam bicicletas e, ao perceberem que estavam sendo observados, seguiram em direção a uma escola estadual que fica nas imediações.

Diante das informações, os militares iniciaram buscas e localizaram um grupo de menores nas proximidades da unidade escolar. Durante a observação, os policiais perceberam que um dos adolescentes entrou em uma lanchonete e descartou um objeto em uma lixeira antes de se dirigir ao balcão.

Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado com o adolescente, no entanto, ao verificar a lixeira, os policiais localizaram um cigarro de substância de maconha e um isqueiro. Os demais jovens que estavam no local também foram revistados, mas nenhum outro material irregular foi encontrado.

O adolescente que havia descartado o material admitiu ter jogado o cigarro na lixeira, embora tenha apresentado versões contraditórias sobre o fato. Em sua mochila escolar, os policiais encontraram ainda um cigarro eletrônico.

Além disso, outro adolescente apresentou sinais que indicavam possível uso recente de substância entorpecente, como dificuldade para manter o equilíbrio, fala alterada e desorientação momentânea durante a identificação.

Diante dos fatos, os dois menores de idade foram conduzidos para  Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Vilhena, juntamente com os objetos apreendidos.

Os responsáveis pelos adolescentes foram comunicados sobre a ocorrência e compareceram à unidade policial para acompanhar os procedimentos adotados pela autoridade de plantão e tomaram ciência sobre o consumo de entorpecentes pelos menores.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia Militar prende dois foragidos da Justiça em Porto Velho

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A Polícia Militar de Rondônia realizou o cumprimento de dois mandados de prisão em ações distintas desenvolvidas por equipes do 1º Batalhão, reforçando o trabalho permanente de combate à criminalidade e apoio ao Poder Judiciário.

A primeira ocorrência foi registrada durante patrulhamento ostensivo preventivo realizado pela equipe de Patrulhamento Rural na região da Terra Prometida, às margens da BR-319. Durante a abordagem de dois indivíduos em atitude suspeita, os policiais realizaram consulta aos sistemas de segurança pública e constataram a existência de um mandado de prisão em aberto contra um dos abordados. Após a confirmação da ordem judicial, o homem foi detido e apresentado à autoridade competente para as providências legais.

Já em outra ação, o Supervisor do 1º Batalhão prestou apoio ao Centro de Inteligência em uma operação voltada ao cumprimento de mandado judicial na capital. No local indicado pelas equipes de inteligência, os policiais localizaram o alvo da ordem judicial e, após consulta aos sistemas oficiais, confirmaram a existência de mandado de prisão expedido pela Justiça.

O conduzido recebeu voz de prisão, teve seus direitos constitucionais assegurados e foi submetido aos procedimentos legais, sendo posteriormente encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da determinação judicial.

As duas ações demonstram a importância da integração entre o policiamento ostensivo e os setores de inteligência, contribuindo diretamente para a localização e retirada de foragidos de circulação.

O comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel PM Teixeira, destacou o papel das equipes na efetivação das decisões judiciais:

“O cumprimento de mandados de prisão é uma das formas mais eficazes de fortalecer a segurança pública e garantir que as decisões da Justiça sejam efetivamente cumpridas. Nossas equipes permanecem atentas e atuando diariamente para proteger a sociedade e manter a ordem pública.”

A Polícia Militar de Rondônia segue intensificando as ações de patrulhamento, fiscalização e apoio às operações de inteligência, reafirmando seu compromisso com a segurança da população rondoniense.

Fonte: Polícia Militar

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Policiais militares perdem cargos após condenação por esquema de empréstimos ilegais e violência em RO

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Três policiais militares foram condenados e perderam os cargos por participação em um esquema de empréstimos ilegais e cobrança de dívidas com uso de ameaças e violência em Rondônia. Além deles, outros integrantes de uma organização criminosa também foram condenados.

A decisão faz parte da Operação Soldados da Usura, conduzida pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO). Os réus foram condenados por crimes como organização criminosa, usura, extorsão, falsidade ideológica e coação no curso do processo.

As penas variam de acordo com a participação de cada um e chegam a mais de 21 anos de prisão em regime fechado. Há ainda condenações superiores a 17, 15 e 14 anos de reclusão.

A Justiça também determinou o pagamento de indenizações às vítimas e fixou uma indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, valor que será destinado ao Fundo de Reconstituição de Bens Lesados (FRBL).

A Operação Soldados da Usura foi deflagrada em fevereiro de 2025 e teve como alvo uma organização criminosa suspeita de praticar empréstimos ilegais, cobrar juros abusivos e usar violência para forçar o pagamento das dívidas.

Na primeira fase da operação, três policiais militares e outras seis pessoas foram presas preventivamente, suspeitas de liderar e lucrar com o esquema. Segundo o MP, mesmo após as prisões, parte do grupo que permaneceu em liberdade continuou atuando.

A segunda etapa da ação aconteceu em Porto Velho e Buritis. Ao todo, o objetivo é cumprir sete mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. Também foram bloqueados bens, veículos e valores que somam mais de R$ 2,7 milhões.

As investigações apontam que os suspeitos agiam de forma extremamente agressiva, utilizando armas de fogo, ameaças e violência física para forçar as vítimas a pagar empréstimos com juros abusivos.

Na primeira fase da operação, três policiais militares e outras seis pessoas foram presas preventivamente, suspeitas de liderar e lucrar com o esquema. Segundo o MP, mesmo após as prisões, parte do grupo que permaneceu em liberdade continuou atuando.

A segunda etapa da ação aconteceu em Porto Velho e Buritis. Ao todo, o objetivo é cumprir sete mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão. Também foram bloqueados bens, veículos e valores que somam mais de R$ 2,7 milhões.

As investigações começaram após uma denúncia feita à Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Rondônia contra policiais militares, apontando indícios de crimes de usura (cobrança de juros excessivos) e extorsão.

Operação Soldados da Usura — Foto: MPRO

De acordo com o Ministério Público, o grupo é suspeito de cometer crimes como lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica, entre outros, que ainda estão em apuração.

G1

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