Polícia
Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 5
A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (16) a parcela de dezembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,36. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 20,81 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,07 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
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No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes de abril a junho, e de mais quatro estados (Amazonas, Paraná, Rondônia e São Paulo) receberam o pagamento do Bolsa Família de forma unificada no último dia 10, independentemente do número do NIS. O pagamento unificado beneficiou 59 municípios do Amazonas e 52 de Rondônia afetados pela estiagem e pela vazante dos rios, sete municípios do Paraná e 21 municípios de São Paulo afetados por fortes chuvas.
A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 2,74 milhões de famílias estão na regra de proteção em dezembro. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,33.
Cadastro
Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 280 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.
Em compensação, outras 200 mil famílias foram incluídas no programa em dezembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Brasília – Bolsa Família/Dezembro 2024 – Arte Agência Brasil
Auxílio Gás
O Auxílio Gás também será pago nesta segunda-feira às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 5. O valor ficou em R$ 104 neste mês. Por causa de um atraso na liberação, ele só começou a ser pago na quinta-feira (12), quando receberam os beneficiários com NIS 1 e 2. Os de NIS 3 em diante estão recebendo conforme o calendário de liberação do Bolsa Família.
Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia cerca de 5,5 milhões de famílias. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, no fim de 2022, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg.
Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
Agência Brasil
Polícia
Jovem é preso suspeito de estuprar adolescente e divulgar vídeo no TikTok
Um jovem de 19 anos foi preso e três adolescentes passaram a ser investigados por suspeita de envolvimento no estupro de uma adolescente de 17 anos, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O caso é apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu no início de junho, após a vítima consumir bebidas alcoólicas com o grupo em uma praça. Em seguida, ela foi levada até a residência de um dos suspeitos, onde, conforme a Polícia Civil, teria sido vítima de violência sexual mesmo após demonstrar que não consentia com os atos.
Ainda segundo a polícia, os suspeitos registraram o crime por meio de um telefone celular. Parte do conteúdo teria sido divulgada na plataforma TikTok, aumentando a gravidade do caso.
As investigações também apontam que, após o abuso, a adolescente passou a receber ameaças para que não procurasse as autoridades. Entre as intimidações, os suspeitos teriam mencionado uma possível gravidez decorrente da violência como forma de pressioná-la a permanecer em silêncio.
O único investigado maior de idade foi preso na última sexta-feira (31), durante o cumprimento de mandado judicial. Na ação, os policiais apreenderam o aparelho celular do suspeito, que será submetido à perícia.
Durante o andamento da investigação, a vítima reconheceu os quatro envolvidos. A Polícia Civil segue apurando a participação de cada um dos suspeitos, enquanto aguarda o avanço das demais diligências relacionadas ao caso.
Fonte: G1
Polícia
Dupla armada é presa após tentativa de homicídio em Rondônia
Na manhã de 31 de julho de 2026, a Polícia Militar de Rondônia (PMRO), por meio de uma equipe da Rádio Patrulha do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), apreendeu uma arma de fogo municiada e conduziu dois suspeitos à Delegacia de Polícia Civil durante a Operação Integrada de Policiamento Preventivo e Repressivo “Brasil Contra o Crime Organizado”, realizada em apoio à Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, no município de Guajará-Mirim.
Durante patrulhamento ostensivo, os policiais receberam informações sobre uma possível tentativa de homicídio registrada nas primeiras horas do dia. Conforme os levantamentos realizados, os supostos envolvidos estariam utilizando um veículo com características previamente repassadas às equipes.
O automóvel foi localizado e abordado. Durante a fiscalização, os policiais visualizaram um revólver sobre o banco traseiro do veículo. Na busca veicular, foi apreendido um revólver calibre .22, municiado com dez cartuchos, sendo um deles deflagrado. Também foram encontrados aparelhos celulares e uma porção de substância com características semelhantes à cocaína.
Os ocupantes foram conduzidos à Delegacia Regional de Polícia Civil para os procedimentos legais. Durante a apresentação da ocorrência, um dos conduzidos assumiu a propriedade da arma de fogo. Todo o material apreendido, incluindo o armamento, as munições, os aparelhos celulares, a substância entorpecente e o veículo utilizado, foi entregue à autoridade policial.
A ocorrência foi registrada, em princípio, pelos crimes previstos no Estatuto do Desarmamento e na Lei de Drogas. As investigações prosseguem para esclarecer a possível participação dos conduzidos em uma tentativa de homicídio e apurar outras circunstâncias relacionadas aos fatos.
A atuação da Polícia Militar resultou na retirada de circulação de uma arma de fogo municiada, reforçando as ações de enfrentamento à criminalidade organizada, prevenção de crimes violentos e preservação da ordem pública na região de fronteira.
Fonte: Assessoria da PM/RO
Polícia
Homem é condenado por esconder corpo da mãe em freezer por 3 anos
Um homem, de 60 anos, identificado como Christopher Phillips, foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão no País de Gales por esconder o corpo da mãe em um freezer durante quase três anos e continuar recebendo benefícios sociais pagos em nome dela.
Ao longo do período, Phillips sacou mais de £ 78 mil, cerca de R$ 534 mil.
A sentença foi proferida nesta segunda-feira (3/8) pelo Tribunal de Cardiff. Além de impedir o sepultamento da mãe, o britânico foi condenado por duas acusações de fraude.
Segundo as autoridades, Sylvia Phillips morreu em 8 de março de 2023, aos 89 anos. Em vez de comunicar o falecimento, o filho comprou um freezer horizontal e passou a manter o corpo da mãe dentro do equipamento, instalado na sala da residência onde moravam, em Porthcawl, no sul do País de Gales.
O corpo só foi descoberto em fevereiro deste ano. De acordo com a imprensa britânica, o freezer estava coberto por uma manta com estampa de onça e cercado por rosas e um cartão de aniversário com a mensagem: “Para mamãe, de Christopher e Tina”, nome do cachorro da família.
Fraude nos benefícios
A fraude começou a ser descoberta em 17 de fevereiro de 2026, quando policiais foram até a residência após o médico de Sylvia demonstrar preocupação com o paradeiro da mulher.
Questionado, Christopher afirmou inicialmente que a mãe estava hospedada com parentes em Londres, mas não soube informar quem seriam esses familiares nem onde eles moravam.
Diante das inconsistências no relato, os agentes aprofundaram a investigação. Durante o interrogatório, Phillips optou por permanecer em silêncio e respondeu apenas “sem comentários” às perguntas feitas pela polícia.
A investigação apontou que Phillips nunca informou a morte da mãe ao Departamento de Trabalho e Pensões (DWP) nem ao Conselho do Condado de Bridgend. Com isso, os pagamentos destinados à idosa continuaram sendo depositados normalmente.
Segundo a acusação, o réu agiu deliberadamente para obter vantagem financeira. Durante o processo, a defesa reconheceu que ele utilizou o dinheiro para se sustentar.
Em uma audiência anterior, a advogada Ruth Smith havia afirmado que Phillips “continuou sacando dinheiro da conta da mãe e viveu com esses recursos”, fato comprovado pela análise das movimentações bancárias.
Réu confessou os crimes
Christopher Phillips se declarou culpado em abril pelas três acusações apresentadas pelo Ministério Público: impedir o sepultamento legal do corpo e cometer duas fraudes relacionadas ao recebimento dos benefícios sociais.
A causa da morte de Silvia Phillips não foi divulgada pelas autoridades. Com a condenação, o caso passa a ser tratado como um dos episódios mais incomuns julgados recentemente pela Justiça britânica, tanto pelas circunstâncias envolvendo a ocultação do corpo quanto pelo período em que a fraude permaneceu sem ser descoberta.
Fonte: Metrópoles
