Polícia
Homem armado é preso por porte ilegal e violência doméstica
Na noite de segunda-feira, 09 , a Polícia Militar de Rondônia conduziu um homem por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo em Ariquemes.
Uma equipe policial foi acionada para atender a uma denúncia de violência doméstica no bairro Setor 11. A ocorrência, relatada por meio de um aplicativo mobile, informava que havia uma arma de fogo na residência.
A guarnição chegar ao local encontraram os envolvidos, ex-cônjuges separados há três meses, mas que tentavam reatar o relacionamento. A vítima estava visivelmente abalada, chorando, enquanto o autor apresentava-se calmo.
A vítima relatou que, durante a noite, suspeito a acusou de traição com três homens e, em seguida, tentou sufocá-la segurando seu pescoço. Embora tenha conseguido se desvencilhar, a vítima afirmou que o agressor passou a ameaçá-la de morte.
O suspeito negou as agressões físicas, admitindo apenas uma discussão verbal. No entanto, ao ser questionado sobre a presença de uma arma de fogo, ele confirmou possuir uma espingarda guardada em um dos quartos.
Durante a revista no local, os policiais encontraram a espingarda descrita, sem marca ou número de identificação. O autor não apresentou documentos que comprovassem a posse ou registro do armamento, justificando que era antigo e de sua propriedade há anos. Não foram localizadas munições na residência.
Diante dos fatos, o suspeito foi detido sob suspeita de violência doméstica, ameaça e posse irregular de arma de fogo. A espingarda foi apreendida e ambos foram encaminhados à delegacia para os devidos procedimentos legais.
Polícia
Suspeito tenta fugir pelo campo de futebol, mas é detido com drogas
Uma ação das forças de segurança resultou na detenção de um homem suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas em um beco localizado na rua consagração, com acesso a um campo de futebol improvisado. A movimentação de usuários de entorpecentes na região vinha causando incômodo e transtornos aos moradores.
Após levantamento de informações, iniciaram diligências no local, apontado como área de atuação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV).
Durante a ação, os policiais visualizaram um indivíduo identificado como A.S.S, que carregava uma sacola e deixava o beco. A guarnição do Setor 13, realizou a abordagem. Ao perceber a aproximação dos policiais, o suspeito fugiu em direção ao campo de futebol.
Foi realizado acompanhamento tático a pé, e o suspeito foi alcançado quando tentava transpor o muro de uma residência localizada nos fundos do campo. Durante a abordagem, A.S.S apresentou resistência passiva, sendo necessário o emprego de força física proporcional e moderada para sua contenção.
Na busca pessoal, os policiais encontraram uma sacola contendo diversos fragmentos de uma substância com características semelhantes ao crack. Nas proximidades, sobre uma cadeira, também foi localizada uma balança de precisão, além de diversos sacos plásticos que, segundo os policiais, são comumente utilizados para o acondicionamento e fracionamento de entorpecentes.
Diante da ocorrência, foi solicitado apoio especializado do Canil, com o deslocamento de uma equipe do BPCHOQUE para auxiliar nas diligências. A ação também foi acompanhada pelo comandante do 5º BPM e da Operação Força Total, Cel. PM Jairo.
Ao final da ocorrência, o suspeito foi detido e encaminhado, juntamente com o material apreendido, à autoridade policial competente, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

Fonte: PM/RO
Polícia
Casal é preso suspeito de tráfico de drogas durante operação
Durante a Operação Força Total 02, uma guarnição do 5º Batalhão de Polícia Militar realizou a prisão de um homem e de uma mulher suspeitos de envolvimento com o comércio de entorpecentes, no bairro Roque, em Porto Velho.
A ação ocorreu após a equipe policial receber uma denúncia anônima informando que, em uma residência localizada na rua eliane siqueira, estaria ocorrendo a comercialização de diferentes tipos de drogas.
Diante das informações, a guarnição deslocou-se até o endereço indicado para averiguar a denúncia. No local, os policiais identificaram movimentação compatível com a comercialização de entorpecentes e abordaram o morador da residência, A.V.O.S, que estava acompanhado de sua companheira, A.C.A.C.
Durante as buscas no imóvel, os policiais localizaram materiais e substâncias que reforçaram a suspeita de tráfico de drogas. Entre os itens apreendidos estavam pedras com características semelhantes a crack, substância aparentando ser cocaína, bicarbonato de sódio, balança de precisão, embalagens plásticas utilizadas para acondicionamento de drogas e materiais relacionados ao consumo de entorpecentes.
A equipe também encontrou oito aparelhos celulares de procedência duvidosa, que, segundo as informações levantadas durante a ocorrência, poderiam estar relacionados à mercancia de entorpecentes, além de R$ 50,00 reais em espécie.
Com apoio de uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi realizado teste preliminar em uma substância encontrada no interior de um pote, tendo o resultado indicado positivo para cocaína.
Durante a ocorrência, A.V.O.S teria declarado aos policiais que realizava a comercialização de entorpecentes na residência. A companheira também teria informado que tinha conhecimento da atividade ilícita.
Diante dos fatos, os dois envolvidos receberam voz de prisão, tiveram seus direitos constitucionais informados e foram conduzidos à Central de Flagrantes, juntamente com todo o material apreendido, para as providências legais cabíveis.
Durante a ocorrência, Antônio Vanley teria declarado aos policiais que realizava a comercialização de entorpecentes na residência. A companheira também teria informado que tinha conhecimento da atividade ilícita.
Diante dos fatos, os dois envolvidos receberam voz de prisão, tiveram seus direitos constitucionais informados e foram conduzidos à Central de Flagrantes, juntamente com todo o material apreendido, para as providências legais cabíveis.
Fonte: PM/RO
Polícia
Brasileira é condenada à prisão perpétua na Itália por mandar matar marido
A brasileira Adilma Pereira Carneiro, de 51 anos, foi condenada à prisão perpétua na Itália pela morte do então marido, Fabio Ravasio, atropelado em uma ciclovia em agosto de 2024, em Parabiago, no norte da Itália, próximo a Milão.
O caso foi inicialmente investigado como atropelamento com fuga. Quase dois anos depois, a Justiça considerou que o acidente foi forjado, em um crime premeditado pela brasileira e outros cúmplices para embolsar a herança de Fabio, estimada em 3 milhões de euros.
A decisão do Tribunal de Justiça de Busto Arsizio é de 15 de julho, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (4/9) pela imprensa italiana. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.
Os juízes consideraram que o atropelamento foi forjado, num ato orquestrado da brasileira com cinco cúmplices para embolsar a herança de Fabio Ravasio, estimada em 3 milhões de euros.
Cada um dos réus tinha um papel específico no crime, do qual a mentora seria Adilma. O grupo teve reuniões para planejar e dividir tarefas no atropelamento forjado, segundo a decisão. Em depoimento, os próprios corréus acusaram a brasileira de ser a mentora do crime.
Os réus foram condenados pelas seguintes participações no crime:
Marcello Trifone, passageiro do carro que atropelou a vítima, e Fabio Lavezzo, que sinalizou ao motorista do carro o momento em que a vítima passaria na ciclovia: prisão perpétua.
Massimo Ferretti, ex-companheiro da brasileira que ajudou a planejar a emboscada: 24 anos de prisão.
Igor Benedito, filho de Adilma e motorista do veículo que atropelou o italiano: 23 anos de prisão.
Mohammed Dhaibi, encarregado de bloquear o trânsito para facilitar o assassinato: 22 anos de prisão.
Mirko Piazza, que coordenava a comunicação entre os membros do grupo: 14 anos e quatro meses de prisão.
Fabio Oliva, mecânico que realizou manutenção no carro após o assassinato: 14 anos de prisão.
As informações sobre as participações dos réus são do jornal Il Giorno, de Milão.
Massimo Ferreti, ex-companheiro de Adilma, confessou participação no crime em depoimento. Ele contou que as reuniões do grupo ocorriam no bar onde ele trabalhava, o Maison Café.
O filho da brasileira, Igor Benedito, também admitiu envolvimento no crime. Ele contou à Justiça que a mãe teria tido o papel de organizar o plano.
O advogado que representa Adilma, Mattia Fontanesi, disse à imprensa italiana que vai recorrer da decisão.
“Conversei com minha cliente. Ela está surpresa com a sentença de prisão perpétua, pois sempre manteve sua inocência, e nós também acreditamos nisso. Já recebemos uma autorização para recorrer da sentença na audiência de segunda instância; estamos apenas aguardando os motivos”, informou Fontanesi ao TiciNotizie.
Fonte: Metrópoles
