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Café de Rondônia bate todos os recordes de vendas e atinge ápice em 2024

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Para Rondônia, 2024 tornou-se histórico à cultura do café em todo o estado porque marca a consolidação da prática como um dos pilares mais importantes da economia, do desenvolvimento e principalmente da aliança entre produção estratégica – gerada por empenho da ciência e tecnologia, que garantem mais produtividade de plantas em menor área de produção – e preservação do meio ambiente. Dados da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) mostram que a cafeicultura rondoniense já movimentou exatos US$ 89.393.993 milhões, somente entre janeiro e setembro. Os resultados relacionados ao último trimestre do ano, estão em contabilização, e este valor poderá aumentar ainda mais.

Os gráficos que registram historicamente a rotina da cultura no estado, apresentam a participação efetiva do governo de Rondônia, a qual foi preponderante para alavancar o setor, que cresceu vertiginosamente a partir de 2020. “A criação de uma pauta municipalista, por meio dos recursos do governo são direcionados para colaborar com o desenvolvimento social e econômico de todas as regiões; o apoio incondicional às famílias do campo; a preocupação em preservar o meio ambiente; e essencialmente, a valorização da qualidade do que é produzido no estado, compõem a receita do sucesso da cafeicultura rondoniense”, enfatizou o governador de Rondônia, Marcos Rocha.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a cafeicultura de Rondônia atingiu seu ápice. O uso de ciência e tecnologia a favor do sociedade (e da prosperidade no campo) rendeu ao estado; a redução de área plantada, contudo, multiplicou em muito a produtividade. Os dados da Sedec mostram que a produção das áreas plantadas aumentou 163% entre os anos de 2022 e 2023, enquanto o IBGE aponta que, o sucesso da cafeicultura de Rondônia se dá por meio 61.892 mil hectares.

“A base da cafeicultura rondoniense é a agricultura familiar. São pessoas que têm pequenas áreas de produção, então, melhorando a produtividade de cada planta, aumentamos a renda dos produtores, garantindo uma cultura forte e eficiente, o que gera riquezas a essas famílias e muito mais oportunidades para  sociedade”, ressaltou o secretário da Sedec, Sérgio Gonçalves.

Cheiro e sabor que conquistaram o mundo

O empenho do governo de Rondônia em todas as fases da cadeia de produção do café se reflete nos números e na grande variedade de paladares que degusta o que Rondônia produz. Os cuidados com a qualidade e o respeito ao meio ambiente, trouxeram à luz do mundo um produto que conquistou os amantes do café. O relatório da Sedec mostra que países da Europa e Ásia são os principais consumidores do café rondoniense.

O Vietnã lidera a lista comprando US$ 23,2 milhões em café; a Bélgica vem em 2° com US$ 15 milhões; Alemanha com US$ 8,4 milhões; Rússia com US$ 7,9 milhões e a Itália com US$ 7,7 milhões. Os valores correspondem apenas aos países que estão no topo da lista de melhores clientes do estado.

Para tanto:

  • Vietnã comprou 26% da produção
  • Bélgica 16,8%
  • Alemanha 9,4%
  • Rússia 7,9%
  • Itália 7,7%

Café que energiza o corpo, a mente e a economia de todo o estado

Com o foco voltado novamente ao estado, o relatório da Sedec mostra que, o café tem contribuído com o desenvolvimento socioeconômico de municípios em várias regiões.

Liderando a lista dos 10 mais, estão: 

  • São Miguel do Guaporé (Vale do Guaporé), e
  • Alta Floresta d’Oeste (Zona da Mata).

O estudo feito pela Sedec mostra que somente no ano passado, a cultura do café gerou R$ 520,38 milhões para São Miguel, enquanto os produtores de Alta Floresta movimentaram R$ 261,38 milhões (valor bruto de produção – VPB).

Também nesta lista estão:

  • Nova Brasilândia d’Oeste – R$ 212,44 milhões
  • Alto Alegre dos Parecis – R$ 201,73 milhões
  • Buritis – R$ 164,36 milhões
  • Ministro Andreazza – R$ 160,26 milhões
  • Cacoal – R$ 139,68 milhões
  • Porto Velho – R$ 104,07 milhões
  • Novo Horizonte d’Oeste – R$ 74,84 milhões
  • Rolim de Moura – R$ 57,41 milhões
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Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025

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O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As  quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG).

Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17. 

Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica no último semestre do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho de 2025, para R$ 652,1,4 em dezembro –  R$ 60,69 menor.

A segunda capital com maior queda no período foi Manaus (AM), com diminuição de -8,12% no preço da cesta, de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos. Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar em diminuição do preço do conjunto de alimentos essenciais: queda de -7,90%, passando de R$ 738,09, em julho, para R$ 677, em dezembro, R$ 61,09 mais barata. 

As capitais que tiveram menores baixas foram Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de -1,56%, -2,10% e -2,16%, respectivamente, no acumulado do período.

Por regiões, Boa Vista (RR) lidera o cenário de baixa de preços não só nacionalmente, mas também no Norte, assim como Fortaleza (CE), ocupa não somente o terceiro lugar geral, mas também é campeã no Nordeste do país. 

No Centro-Oeste, Brasília (DF), é a recordista em declínio de preço da cesta no período, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis (SC), que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos de julho a dezembro do ano passado..

Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado dos últimos seis meses de 2025 demonstram que a política agrícola do Brasil está no caminho certo.

“Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”.

Ele destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar.

“Já são três anos que ambos têm valores recordes, não faltando recursos para o financiamento agrícola, e com juros subsidiados”.

Por Agência Brasil

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STF torna ré mulher acusada de ofender ministro durante voo comercial

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Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia e tornou ré uma mulher que hostilizou verbalmente o ministro Flávio Dino (foto), integrante do próprio colegiado. A votação sobre o caso – que corre sob sigilo – foi realizada em dezembro de 2025. O acórdão (decisão colegiada) foi publicado no Diário de Justiça na última sexta-feira (16). 

Segundo o relato de Dino, a passageira, cuja nome não foi revelado, embarcou “aos gritos” em um voo de São Luiz para Brasília e passou a proferir ofensas ao reconhecer o ministro, que estava em seu assento. Ela teria dito, por exemplo, que “não respeita essa espécie de gente” e que o “avião estava contaminado”, segundo nota divulgada pela assessoria dele à época. 

Rebelião

“Ressalte-se que a passageira também gritava frases como “o Dino está aqui”, apontando para o ministro, em clara tentativa de incitar uma espécie de rebelião a bordo. A mulher somente cessou sua conduta após ser advertida pela aeromoça chefe de cabine”, diz o texto. 

Na ocasião, a servidora pública Maria Shirlei Piontkievicz foi abordada pela Polícia Federal (PF) ainda antes da decolagem. Ela foi depois indiciada pela corporação e o caso enviado à Procuradoria-Geral da República, que a acusou dos crimes de injúria, incitação ao crime e atentado contra a segurança do transporte aéreo. 

“Acusação coerente na exposição dos fatos criminosos, com todas as suas circunstâncias, a qualificação da acusada, a classificação do crime e o rol das testemunhas permitindo à acusada a compreensão da imputação e, consequentemente, o pleno exercício do seu direito de defesa, como exigido por esta suprema corte”, diz a decisão que tornou a passageira ré. 

Impedido por figurar como parte no processo, o próprio Dino não votou no caso. Votaram pelo recebimento da denúncia os demais integrantes da Primeira Turma: Cristiano Zanin (presidente), Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia (decana do colegiado). 

O acórdão publicado pelo Supremo não traz o posicionamento da servidora, nem identifica quem a defende no STF. A Agência Brasil tenta contato com a defesa e deixa o espaço aberto para manifestação. 

Inquérito das fake news

O caso tramita sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, uma vez que o Supremo, com aval da PGR, ligou o episódio aos inquéritos das fake news e das milícias digitais, dois processos abertos ainda em 2019 visando apurar ofensas e ataques aos próprios ministros da Corte. 

Os dois inquéritos foram abertos de ofício (sem provocação externa) pelo presidente do Supremo à época, ministro Dias Toffoli, que designou Moraes como relator, sem passar pelo procedimento usual de sorteio da relatoria. 

A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, acusou o procedimento como irregular e chegou a pedir o arquivamento das investigações, alegando ofensa à exclusividade do Ministério Público para abrir processos criminais, entre outros argumentos. 

Parecer

Na ocasião, o Supremo rejeitou o arquivamento. A PGR depois mudou de posicionamento com a troca de comando para o procurador-geral Augusto Aras. Em seguida, o procurador Paulo Gonet, atual chefe do Ministério Público, manteve o parecer pela regularidade dos inquéritos.

Desde que foram abertos, os chamados inquéritos das fake news e das milícias digitais acumulam sucessivas prorrogações e diversas linhas de investigação, tendo dezenas de pessoas como alvo. 

Juristas e advogados criticam a duração indefinida dos inquéritos, além da falta de objeto claro das investigações, bem como o fato de ministros aparentemente figurarem ao mesmo tempo como vítimas e julgadores nos processos. 

Fonte: Agência Brasil

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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio milionário acumulado

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As seis dezenas do concurso 2.962 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 50 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

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