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Câmara Municipal aprova lei dos circuitos e rotas turísticas de Porto Velho
A Lei N° 3.222, de 4 de Novembro de 2024 foi sancionada pela Câmara dos Vereadores e dispõe sobre os circuitos e rotas turísticas criados pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur). A lei tem por objetivo geral o desenvolvimento econômico do turismo por meio da valorização e divulgação da cultura, história e natureza da capital.
A campanha promocional “O Melhor de PVH – Terra de Bravos Pioneiros” foi criada pela equipe da Semdestur, composta por turismólogos, a partir de um ordenamento turístico que catalogou mais de 70 pontos turísticos em 17 circuitos e quatro rotas. O trabalho vem sendo desenvolvido desde 2021 e, para além da catalogação, já desenvolveu soluções inovadoras para a divulgação do turismo, como as placas de QR Code, aplicativo, site, walking tours, eventos dentro e fora de Porto Velho e redes sociais.
O legado da campanha promocional turística “O Melhor de PVH – Terra de Bravos Pioneiros” foi registrado em lei, que também contempla mecanismos de criação e gestão de Destinos Turísticos Inteligentes, Circuitos e Rotas Turísticas, bem como o Turismo de Base Comunitária. O objetivo é estabelecer as atividades já desenvolvidas pela Semdestur, registrar os circuitos e rotas turísticas já existentes, bem como estabelecer novas diretrizes para a operação de guias e agências de turismo.
O Turismo de Base Comunitária tem por objetivo a valorização das comunidades ribeirinhas e dos recursos naturais, estimulando o turismo de forma sustentável, respeitando a natureza e contribuindo para a geração de renda.
Sobre os Destinos Turísticos Inteligentes, a lei dispõe sobre a inovação no âmbito do turismo, garantindo sustentabilidade e conectividade entre pessoas, destinos, produtos e serviços. Todo o ecossistema local faz parte da experiência do turista, por isso as iniciativas públicas, privadas, comércio e demais serviços devem estar alinhados.
A lei dispõe, ainda, sobre as modalidades de turismo já em desenvolvimento pela Semdestur, como o Turismo Pedagógico, que proporciona o contato com a história e cultura locais para estudantes de todas as idades em Porto Velho. A lei busca, ainda, valorizar as atividades gastronômicas, culturais, eventos sazonais como carnaval e a festa junina.
Os Circuitos e Rotas mencionados na lei já são conhecidos pela população e contemplam áreas como aventura, religioso, rural, artes, ecológico, dentre outros. A lei versa sobre a possibilidade da criação de novos circuitos e rotas no futuro, conforme necessidade e viabilidade econômica. Detalhes sobre capacitação de guia de turismo e operação de circuitos e rotas por agências de turismo podem ser encontrados dos Artigos 5 ao 7 da lei. Confira aqui.
Fonte: Assessoria Prefeitura de Porto Velho
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Desenrola Fies alcança mais de 100 mil estudantes em um mês
O Desenrola Fies completou, nesta sexta-feira (12), um mês da nova etapa do programa com resultados expressivos. Desde o lançamento, em 13 de maio, já foram realizadas 100.209 renegociações de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), totalizando R$ 5,3 bilhões em dívidas renegociadas em todo o país.
Os acordos firmados já resultaram na arrecadação de R$ 283,2 milhões em pagamentos de entrada, valor correspondente à parcela inicial exigida para formalização das renegociações. Após a aplicação dos descontos previstos pelo programa, o saldo das dívidas foi reduzido para R$ 1,13 bilhão, representando um abatimento superior a R$ 4,17 bilhões sobre os débitos originalmente negociados.
Os números refletem a forte adesão dos estudantes às condições especiais oferecidas pelo programa, que possibilita descontos de até 99% sobre o valor consolidado da dívida, conforme o perfil do contrato e o tempo de inadimplência.
A modalidade com maior volume de renegociações foi a destinada aos contratos com mais de 360 dias de atraso e desconto de 77%, responsável por 64.695 acordos e R$ 3,57 bilhões em dívidas renegociadas. Em seguida, destaca-se a modalidade voltada aos estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com desconto de 92%, que registrou 21.422 renegociações e movimentou R$ 1,21 bilhão em saldo devedor.
Já a modalidade com desconto de até 99% contabilizou 5.475 acordos, enquanto a opção destinada a contratos adimplentes ou com atraso de até 90 dias, que prevê desconto de 12% para liquidação à vista, registrou 5.458 renegociações. Os contratos com mais de 90 dias de atraso e possibilidade de parcelamento somaram 3.159 acordos.
O programa tem potencial para beneficiar mais de um milhão de estudantes com contratos firmados até 2017 e que estavam na fase de amortização em 4 de maio de 2026. Os interessados podem aderir à renegociação até 31 de dezembro de 2026, por meio dos canais digitais ou das agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
Condições especiais
As condições de renegociação variam de acordo com o perfil do estudante e o tempo de inadimplência do contrato. Beneficiários adimplentes ou com atraso de até 90 dias podem quitar o saldo devedor com desconto de 12% para pagamento à vista. Para contratos com mais de 90 dias de atraso, o programa prevê abatimento de 12% sobre o valor principal, além da exclusão integral de juros e multas.
Já os estudantes com débitos vencidos há mais de 360 dias podem obter descontos de até 77% sobre o saldo devedor. O percentual chega a 92% para beneficiários inscritos no CadÚnico e pode alcançar 99% nos casos de estudantes cadastrados no programa social e com contratos em atraso superior a cinco anos.
Saiba como aderir
A renegociação pode ser realizada pelos canais digitais dos agentes financeiros responsáveis pelo contrato. Após escolher a modalidade disponível, o estudante deve aceitar eletronicamente os termos do acordo e efetuar o pagamento da entrada para formalizar a renegociação. Com a confirmação do pagamento, ocorre a retirada do nome do estudante e dos fiadores dos cadastros de inadimplência, quando aplicável.
Fies
Criado em 2001, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) financia cursos de graduação em instituições privadas de educação superior com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Desde 2018, o programa passou a oferecer juros zero para estudantes de menor renda e condições de financiamento proporcionais à capacidade de pagamento dos beneficiários.
Fonte: Governo Federal
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Cantor Oliver Tree é um dos 6 mortos em acidente aéreo
O cantor norte-americano Oliver Tree é uma das seis vítimas do acidente envolvendo dois helicópteros no Rio de Janeiro. Na manhã deste domingo (14/6), as aeronaves colidiram e caíram no Recreio dos Bandeirantes. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Quem são as vítimas do acidente aéreo no Rio
- No total, seis pessoas morreram após a colisão dos dois helicópteros.
- Na primeira aeronave estavam o piloto Alexandre Souza e quatro passageiros: o produtor musical Lucas Brito Chaves Frota; o cantor Oliver Tree Nickel, de 32 anos; o diretor Lucas Vignale, de 28; e o youtuber Gaspar Prim, de 23.
- No segundo helicóptero estavao piloto Charles Marsillac.
- Os corpos das vítimas foram enviados ao Instituto Médico Legal.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), uma das aeronaves tinha como destino a cidade de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O segundo helicóptero pretendia realizar um abastamento.
Quem era Oliver Tree
Com mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram, o norte-americano tinha 32 anos e era cantor, produtor musical e comediante. O primeiro sucesso dele foi a música When I’m Down, que viralizou em 2017. Alguns anos depois, em 2021, ele bombou com o sucesso Life Goes On.
Nas redes sociais, ele compartilhava vídeos de humor e conquistas da carreira musical. Antes do acidente fatal, o artista se preparava para sair em turnê em 1º de julho.
Como foi o acidente
As duas aeronaves se chocaram ainda no ar e caíram logo em seguida. Uma das aeronaves caiu na Avenida das Américas e a segunda foi lançada para o estacionamento de uma concessionária de carros elétricos. A queda provocou um incêndio de, ao menos, 20 veículos, que foi controlado pelos bombeiros.
O Corpo de Bombeiros também informou que, devido ao choque no ar, peças das aeronaves foram arremessadas a metros e até centenas de distância. As causas do acidente são investigadas pela Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB).
Fonte: Metrópoles
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Colisão entre helicópteros deixa seis mortos e provoca incêndio em concessionária
Dois helicópteros caíram na manhã deste domingo (14) no pátio de uma concessionária na Avenida das Américas, na altura do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), há registro inicial de pelo menos seis vítimas fatais, todas ocupantes das aeronaves.
A Jovem Pan apurou que os dois helicópteros colidiram no ar antes da queda. Testemunhas também relataram explosões no local depois do acidente. Cerca de 20 carros pegaram fogo, mas o incêndio já está controlado.
Informações preliminares apontam que uma das aeronaves transportava apenas o piloto, enquanto a outra levava cinco pessoas a bordo, sendo um comandante e quatro passageiros. Ainda de acordo com relatos iniciais, um dos helicópteros teria partido da região da Costa Verde fluminense, possivelmente de Angra dos Reis.
As aeronaves envolvidas na ocorrência têm as matrículas PP-MAC e PR-DJJ. Segundo registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero PP-MAC pertence à empresa Turfik Comércio de Frutas Ltda. e foi adquirido em 10 de outubro de 2024. Já o PR-DJJ pertence a Maurício da Cunha e Silva Espíndola Dias e foi adquirido em 21 de abril de 2021.
O pátio era utilizado por uma montadora de veículos, nos fundos de uma igreja desativada na região do Recreio dos Bandeirantes.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro, foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência. Nessa etapa, são realizadas a coleta e confirmação de dados, a preservação de elementos, a verificação inicial dos danos causados às aeronaves e o levantamento de outras informações necessárias para a investigação.
As condições meteorológicas no momento do acidente também deverão ser analisadas pelos investigadores. Apesar de o dia apresentar períodos de céu aberto no Rio de Janeiro, havia registro de névoa em algumas áreas da cidade durante a manhã.
As circunstâncias da queda das aeronaves ainda não foram divulgadas. O trabalho das equipes de resgate e atendimento à ocorrência segue em andamento.
Fonte: Jovem Pan
