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Inscrições do processo seletivo de bolsistas do Pronatec para atuar no Idep encerram nesta sexta-feira (27)

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Encerram nesta sexta-feira (27), as inscrições do processo de seleção de bolsistas do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) para desenvolver atribuições de apoio às atividades pedagógicas, administrativas, orientação pedagógica, psicológico e supervisão de cursos do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep). Todas as orientações do certame estão disponibilizadas no edital, acessando o link https://rondonia.ro.gov.br/publicacao/edital-no-10-2024-processo-seletivo-publico-simplificado-pronatec-bolsa-formacao-inscricoes-presenciais-26-e-27-9/

A data prevista para divulgação do resultado final do processo seletivo é 10 de outubro de 2024, no Diário Oficial do Estado de Rondônia (Diof) e no site do Idep. A convocação dos candidatos observará a ordem de classificação para cada vaga.

O processo seletivo será realizado em apenas uma etapa, por meio da análise de currículo (eliminatória e classificatória). A análise do currículo será realizada por uma comissão de seleção de bolsistas do Pronatec.

Criado pelo governo federal em 2011, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego tem como finalidade ampliar a oferta de educação profissional e tecnológica, por meio de programas, projetos e ações de assistência técnica e financeira.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

O processo seletivo visa convocar bolsistas do Pronatec para atuarem em cursos profissionalizantes, que fortalece a atuação do governo de Rondônia em ampliar a qualificação da mão de obra em todas as regiões do estado.

Segundo a presidente do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional, Adir Josefa de Oliveira, a missão pedagógica da Instituição é descentralizar o ensino. “Um dos diferenciais da educação profissional de Rondônia é a interiorização, porque está sendo ofertado cursos até em comunidades, onde antes não chegavam cursos profissionalizantes”, destacou.

Localidades contemplados com vagas:

  • Porto Velho
  • Guajará-Mirim
  • Nova Mamoré
  • Calama
  • Extrema

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Veja dicas para proteger seu celular de golpes virtuais no carnaval

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Blocos lotados, turistas distraídos e alto volume de transações fazem do carnaval um dos períodos que exigem mais cuidado com o uso do celular. Mesmo nos casos sem furto ou roubo, o aparelho tornou-se a principal porta de entrada para criminosos acessarem aplicativos bancários e esvaziarem contas em poucos minutos.

Embora a maior parte dos golpes financeiros no carnaval ocorra de forma presencial, como maquininhas adulteradas de cartão, o celular tem se tornado cada vez mais uma porta de entrada para fraudes e golpes durante a folia. 

As fraudes não acontecem apenas nos casos de furto ou roubo físico do aparelho. Redes wi-fi falsas e golpes por engenharia social, quando o criminoso manipula emocionalmente a vítima para obter senhas e dados pessoais, resultam em prejuízo, com os estelionatários invadindo os aparelhos. 

Diretor de Tecnologia (CTO) da empresa Certta, empresa que unifica soluções antifraude em uma única plataforma, José Oliveira explica que eventos de grande porte criam o ambiente ideal para golpes.

“Há quebra de rotina, decisões rápidas e um senso de urgência que inibe a reflexão. É exatamente isso que o fraudador explora”, afirma.

Por que o risco aumenta no carnaval?

Oliveira aponta três fatores principais:

  • Alta concentração de pessoas: facilita furtos e camufla criminosos;
  • Quebra de rotina: transações fora do padrão dificultam alertas automáticos;
  • Decisões emocionais: pressa e distração reduzem a atenção aos detalhes.

Por que o celular é o principal alvo?

Oliveira ressalta que o smartphone concentra aplicativos bancários, carteiras digitais, redes sociais e e-mails, tudo o que o criminoso precisa para acessar a vida financeira da vítima.

Com o aparelho desbloqueado, ou mesmo com tentativas rápidas de quebra de senha, golpistas podem:

  • Transferir valores via Pix;
  • Pedir empréstimos;
  • Alterar senhas;
  • Recuperar acessos usando e-mail ou SMS.

Como proteger o celular antes de sair de casa?

  • Ative a biometria facial ou digital nos apps bancários;
  • Habilite o “modo seguro” ou “modo rua” do banco (algumas instituições oferecem a opção);
  • Desative o pagamento por aproximação se estiver em aglomeração;
  • Reduza o limite de Pix temporariamente;
  • Saiba como apagar o celular remotamente (Android ou iPhone);
  • Evite deixar aplicativos financeiros com altos valores no celular de uso externo.

Principais meios de invasão do celular

Wi-Fi falso em blocos, cafés, shoppings e aeroportos

  • Criminosos criam redes abertas com nomes parecidos com os oficiais para interceptar dados.
  • Como evitar: prefira usar dados móveis (4G ou 5G) e evite acessar aplicativos bancários em wi-fi público.

Engenharia social

  • Mensagens ou ligações com senso de urgência, como “compra suspeita”, “problema no cartão” e “promoção relâmpago”, forçam decisões rápidas.
  • Como evitar: faça uma “pausa cognitiva”. Desconfie de urgência artificial e confirme informações apenas em canais oficiais.

Golpes com inteligência artificial

Segundo o diretor de Tecnologia da Certta, a tecnologia reduziu o custo para criminosos aplicarem fraudes sofisticadas. Hoje, já são usados:

  • Deepfakes, que imitam voz e imagem;
  • Identidades sintéticas, com perfis falsos altamente convincentes.

Ao mesmo tempo, empresas utilizam sistemas de análise de risco que cruzam dados como localização, tipo de aparelho e padrão de comportamento para detectar movimentações suspeitas. No entanto, durante o carnaval, em que o folião quebra hábitos e costuma viajar, a análise é dificultada.

Se o celular for roubado, o que fazer imediatamente

  • Bloqueie o aparelho pela operadora ou pelo serviço Celular Seguro;
  • Apague os dados remotamente (Google ou Apple);
  • Avise o banco e bloqueie contas e cartões;
  • Registre boletim de ocorrência;
  • Altere senhas de e-mail e redes sociais.

Principal recomendação: desacelerar

A orientação central de José Oliveira é substituir o impulso pela análise.

“Antes de digitar uma senha, clicar em um link ou confirmar um pagamento, pare por alguns segundos”, aconselha.

“Num ambiente de festa e aglomeração, a tecnologia pode ajudar, mas a primeira barreira contra o golpe ainda é o comportamento do próprio usuário.”

Por Agência Brasil

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox e liga alerta no carnaval

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A prefeitura de Porto Alegre confirmou um novo caso de Mpox na capital gaúcha em 2026, levando a um reforço nas orientações preventivas para o Carnaval. Segundo a Vigilância Epidemiológica, a infecção foi contraída fora do município.

A doença é causada por um vírus do mesmo grupo da varíola, e a transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões na pele, saliva ou secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

Como medida de prevenção, a administração municipal orienta que os foliões verifiquem a pele em busca de bolhas ou feridas e evitem contato físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas. Higienizar as mãos e não compartilhar objetos também são recomendações.

Em 2025, a cidade havia registrado 11 casos. As autoridades alertam para sintomas como febre, dores de cabeça e muscular, fraqueza e ínguas, que podem preceder o aparecimento das lesões na pele.

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Motorista de aplicativo é banido após recusar mais de 4 mil corridas

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A Justiça decidiu manter o bloqueio de um motorista de aplicativo que recusou 4.421 corridas em apenas 30 dias. Além disso, ele também cancelou 769 viagens que já haviam sido aceitas na plataforma. O caso ocorreu da cidade de Mongaguá, no Litoral Sul de São Paulo.

De acordo com o processo, após ser bloqueado, o motorista entrou com uma ação judicial pedindo para ser reintegrado ao aplicativo. Ele também solicitou uma indenização de R$ 28 mil por danos morais e lucros cessantes (valores que ele teria deixado de ganhar).

A defesa do condutor afirmou que o desligamento foi feito de forma genérica, com a justificativa de excesso na taxa de cancelamento. Segundo os advogados, o motorista teria o direito de aceitar ou recusar corridas.

Por outro lado, a empresa responsável pela plataforma apresentou dados mostrando que o profissional descumpriu os termos de uso e as regras da comunidade, ao registrar um número considerado muito alto de recusas e cancelamentos.

Na decisão, a juíza Lígia Dal Colletto Bueno destacou que, embora os motoristas tenham autonomia para aceitar ou recusar corridas, o volume elevado de cancelamentos configurou abuso de direito.

A magistrada também afirmou que houve violação do princípio da boa-fé objetiva, que exige honestidade e equilíbrio nas relações contratuais. Com base nas provas apresentadas, a Justiça negou o pedido do motorista. O bloqueio na plataforma foi mantido, e ele não receberá a indenização solicitada.

Por Metrópoles

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