Polícia
Ministério Público condena oito pessoa por tráfico de drogas e outros crimes
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve no Poder Judiciário a condenação de oito pessoas por tráfico de drogas, em Alvorada do Oeste. Somadas, as penas do réus chegaram a 55 anos de reclusão, sendo incluídas sentenças relativas à associação para o tráfico e receptação, para parte do grupo.
As condenações são desdobramento das Operações Zumbi II e III, deflagradas pelo MP e Polícia Civil, nos anos de 2023 e 2024, na comarca de Alvorada. As ações tiveram como objetivo dar cumprimento a mandados de busca, apreensão e prisão de integrantes de grupos distintos que operavam o tráfico de drogas, comprometendo a segurança pública na região.
Conforme denúncia do MP, havia liderança definida no grupo, que abastecia a cidade com substância entorpecente e prestava apoio logístico a seus revendedores. Foragido, o réu ainda não teve a sentença proferida.
Crimes
Segundo o Ministério Público, um dos réus guardava drogas na residência da genitora, também denunciada, dando suporte a ela, bem como a outros quatros coautores, no comércio ilegal.
Em 23 dezembro de 2023, a Polícia Civil, em cumprimento de mandado de busca e apreensão nas residências dos integrantes do grupo, apreendeu porções de drogas nesses locais. Assim, foi constatado que os réus agiam dolosamente, de forma livre e consciente, no preparo, venda e depósito para o comércio de substâncias ilícitas.
Na mesma da data, a Polícia apreendeu com os denunciados aparelhos celulares com conversas evidentes de negociação de quantidade expressiva de entorpecentes, numa conduta que configurava prática de associação para atos de traficância.
Alvo da operação em 2024, o segundo grupo, formado por outros três indivíduos, que foram flagrados pela polícia comercializando drogas em uma residência localizada a poucos metros do Fórum e do Ministério Público. Foi constatado que o local era utilizado como ponto para consumo, uma espécie de fumódromo.
Durante a ação, a Polícia localizou, ainda, produto de furto na residência, configurando o crime de receptação.
Segundo o Promotor de Justiça Alisson Xenofonte de Brito, “o que chamou a atenção nesse caso foi a ousadia dos criminosos em comercializar drogas na mesma via e bastante próximo dos prédios dos três poderes e do Ministério Público”.
Sentenças
De acordo com sentença proferida pelo Juízo da Vara de Alvorada do Oeste, três réus foram condenadas a oito anos de reclusão e 1200 dias-multa por tráfico de drogas e associação para o tráfico em regime semiaberto. Já outros dois foram sentenciados a nove anos e quatro meses de reclusão e 1400 dias-multa em regime fechado.
Já com relação ao segundo grupo, um réu foi sentenciado a sete anos de reclusão, juntamente com 595 dias-multa, em regime fechado. Outro, foi sentenciado a seis anos, seis meses e 22 dias de reclusão e 657 dias-multa.
Polícia
Jogadores do Vasco e Vila Nova são alvos de operação contra tráfico
Os jogadores de futebol David Corrêa, do Vasco da Gama (RJ), e Hayner Cordeiro, do Vila Nova (GO), foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (31), em uma ação liderada pela Polícia Civil do Espírito Santo.
A operação A Tropa apura supostos crimes de tráfico de drogas e de armas, além de lavagem de dinheiro, por uma organização criminosa de atuação interestadual.
De acordo com a Polícia Civil capixaba, são cumpridos nesta segunda quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão. A operação segue em andamento.
As diligências são realizadas em municípios da Grande Vitória e também em Afonso Cláudio, no Espírito Santo. Também há alvos localizados no Rio de Janeiro, em Goiás e no Distrito Federal.
O objetivo dos agentes é esclarecer os crimes e promover a desarticulação da estrutura criminosa em questão. O nome da operação faz referência ao nome usado pelos próprios investigados para se referirem ao grupo.
A Agência Brasil não conseguiu contato com as defesas dos jogadores citados e mantém o espaço aberto para que suas manifestações sejam acrescentadas nesta reportagem.
Vasco e Vila Nova
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Vasco da Gama disse que está colaborando com as autoridades e aguarda a conclusão das investigações.
Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o atleta do clube é o único alvo da operação na capital fluminense. Os mandados contra David Corrêa foram cumpridos na residência do jogador e no Centro de Treinamento do Vasco.
Em nota oficial, o Vila Nova Futebol Clube também se manifestou sobre a operação e disse que Hayner afirmou não ter envolvimento com atividades ilícitas. O clube comunicou que aguarda os desdobramentos da operação e, “a partir dos fatos que forem efetivamente apurados pelas autoridades competentes, tomará as medidas que se fizerem necessárias”.
O Vila Nova informou que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência do atleta Hayner e no Centro de Treinamento Vila do Tigre, “exclusivamente em seu armário pessoal, para averiguação”, diz a nota.
“Hayner acredita que tenha sido incluído entre os alvos da medida judicial em razão de uma amizade de infância com um dos investigados por tráfico de drogas, que é oriundo da mesma comunidade onde o jogador cresceu, no Espírito Santo, local também relacionado a outros atletas que foram alvo da operação”, acrescentou o texto divulgado.
O clube afirmou ainda que Hayner colaborou integralmente com as autoridades e se colocou à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. “Até o momento, Hayner continua exercendo suas atividades profissionais normalmente”.
Ação coordenada
No território fluminense, os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, contra alvos na Barra da Tijuca e em Vargem Grande, na zona sudoeste da capital. As investigações apuram possíveis envolvimentos não só de atletas profissionais, mas também de empresários com a organização criminosa.
No Rio de Janeiro, a ação é coordenada pela 14ª DP (Leblon), com apoio da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC).
No Espírito Santo, participam da operação cerca de 100 policiais civis, com apoio operacional da Superintendência de Polícia Especializada (SPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer).
Em nota, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) informou ter prestado apoio operacional à ação coordenada pela Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES).
Fonte: D24am
Polícia
Bebê de 1 ano morre afogado dentro de balde com água
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) investiga a morte de Thalison Israel Figueredo Lopes, de 1 ano e 11 meses, em Acari, no Rio Grande do Norte. O menino foi encontrado dentro de um balde com água nesta segunda-feira (31/8) e levado inconsciente a uma unidade de saúde.
A mãe levou a criança para a Unidade Básica de Saúde (UBS) I, no bairro Petrópolis, por volta das 9h. De acordo com a PCRN, ela contou aos profissionais que havia encontrado o filho dentro do recipiente.
A equipe médica iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação. Profissionais do pronto-socorro municipal também foram chamados para reforçar o atendimento. Apesar das tentativas de reanimar o bebê, ele morreu na unidade.
Após a confirmação da morte, o corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), onde serão realizados exames para esclarecer a causa.
Investigação
A residência onde Thalison foi encontrado foi isolada pela Polícia Civil. A Polícia Científica deverá realizar uma perícia no imóvel para verificar as circunstâncias do ocorrido.
A capacidade do balde também será analisada durante a investigação. Segundo a Polícia Civil, o recipiente teria capacidade para aproximadamente 20 litros, mas a informação ainda precisa ser confirmada pelos peritos.
Até o momento, a causa da morte não foi oficialmente determinada. A definição dependerá dos exames realizados pelo SVO e dos resultados da perícia no local.
A Polícia Civil deverá apurar como o bebê acabou dentro do balde e todas as circunstâncias que antecederam a morte.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Jovem é perseguido e executado a tiros na frente da mãe
Um jovem de 20 anos, identificado como Elyandreson Aguiar, conhecido pelo apelido de “Druw”, foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (31), em uma residência localizada na Rua Goiás, bairro Santa Letícia, em Candeias do Jamari, em Rondônia.
Segundo informações levantadas pela Polícia Militar, suspeitos chegaram ao imóvel e chamaram pelo jovem. Ao se aproximar do portão, Elyandreson teria sido surpreendido pelos criminosos, que efetuaram vários disparos.
Mesmo ferido, o rapaz correu em direção ao quintal da residência, mas foi perseguido pelos suspeitos e atingido novamente. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O crime teria ocorrido na presença da mãe da vítima.
Ainda conforme o relato da testemunha, Elyandreson teria sido ameaçado de morte e agredido por integrantes de uma facção criminosa na noite anterior ao assassinato.
Após a execução, os suspeitos fugiram e, até o momento, não foram localizados.
A Polícia Militar isolou a área para preservar possíveis evidências e permitir os trabalhos da perícia. O corpo foi removido após os procedimentos realizados no local.
A autoria e a motivação do homicídio deverão ser investigadas pela Polícia Civil.
Matéria em atualização
