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Município realiza capacitação de famílias voluntárias ao Serviço Família Acolhedora

Evento com duração de três dias se encerra nesta quinta-feira (22)

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), junto ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), deu início, na terça-feira (20), às 19 horas, no auditório do Creas, ao curso de capacitação do Serviço Família Acolhedora. A capacitação foi realizada nos dias 20, 21, e encerra nesta quinta-feira (22).

Serviço faz parte do sistema de proteção à infância e adolescência

A capacitação para ser uma família acolhedora no Serviço Família Acolhedora é um processo de preparação oferecido a famílias que desejam acolher temporariamente crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, retirados de suas famílias biológicas por decisão judicial. Este serviço faz parte do sistema de proteção à infância e adolescência e tem como objetivo oferecer um ambiente seguro, amoroso e estruturado enquanto as questões que levaram à separação da família original são resolvidas.

A capacitação envolve diversas etapas:

-Sensibilização e Conscientização: As famílias são orientadas sobre a importância do papel que desempenham na vida da criança ou adolescente, além de serem informadas sobre o funcionamento do serviço e seus objetivos.

-Formação Psicológica e Social: A capacitação aborda aspectos emocionais e sociais, preparando as famílias para lidar com possíveis traumas e desafios que a criança ou adolescente acolhido pode trazer.

-Aspectos Legais e Administrativos: As famílias são instruídas sobre os direitos e deveres relacionados ao acolhimento, além das questões jurídicas que envolvem a guarda temporária.

-Orientação sobre Cuidados Práticos: Há também um foco na capacitação prática, como cuidados com a saúde, educação e desenvolvimento emocional da criança ou adolescente.

-Apoio Contínuo: Após a capacitação, as famílias acolhedoras continuam a receber acompanhamento e suporte de profissionais especializados durante todo o período de acolhimento, garantindo que tenham a assistência necessária.

O objetivo final é garantir que as famílias acolhedoras estejam preparadas para oferecer um ambiente seguro, amoroso e acolhedor, promovendo o bem-estar da criança até que ela possa retornar à família biológica, ou seja, encaminhada para outra solução permanente, como a adoção.

FAMÍLIA ACOLHEDORA

O Serviço Família Acolhedora é uma política pública de proteção à infância e adolescência que visa garantir um ambiente seguro, acolhedor e temporário para crianças e adolescentes que foram afastados de suas famílias biológicas por questões como violência, negligência, ou outras situações de vulnerabilidade social. Ao contrário do acolhimento institucional (abrigos ou casas de acolhimento), esse serviço oferece a possibilidade de acolher essas crianças em um ambiente familiar, proporcionando cuidados individualizados e um convívio mais próximo e afetivo.

Famílias Acolhedoras são famílias voluntárias cadastradas e capacitadas pelos órgãos de assistência social para receber temporariamente essas crianças e adolescentes. Elas oferecem o cuidado e a proteção necessários até que a situação familiar seja resolvida, ou uma alternativa de vida permanente seja definida (reintegração familiar ou adoção).

CADASTRO

O acolhimento familiar é coordenado pela Semasf e tem por objetivo a garantia de direitos de crianças e adolescentes, preconizados no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Famílias interessadas em participar do Serviço Família Acolhedora podem se inscrever no cadastro do município.

A família, durante o acolhimento, recebe uma ajuda, um subsídio no valor de um salário-mínimo mensal (enquanto durar o acolhimento) para custear as necessidades da criança ou adolescente acolhido.

Para esclarecer dúvidas entrar em contato com o telefone: (69) 98473-6021 e e-mail: familiaacolhedorapvh@gmail.com.

Fonte: Superintendência Municipal de Comunicação 

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Neymar pode ser pai de menina de 12 anos e caso passa por investigação

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A possibilidade de Neymar Jr. ter uma nova filha voltou a repercutir. A húngara Gabriella Gáspár afirma que o jogador é o pai de Jázmin Zoé, atualmente com 12 anos, e o caso envolve um processo de investigação de paternidade. Especialista ouvido pela coluna Fábia Oliveira comentaram os desdobramentos, caso a paternidade seja confirmada.

De acordo com Silvana Campos, advogada especialista em Direito de Família, a confirmação da paternidade representaria uma mudança significativa do ponto de vista jurídico.

“Se a paternidade for confirmada, o primeiro efeito é o estabelecimento do vínculo jurídico entre pai e filha. A partir desse reconhecimento, passam a existir direitos e deveres decorrentes da filiação, independentemente de o relacionamento entre os pais ter existido ou não. A criança passa a ter direito ao nome, à convivência familiar, aos alimentos e também aos direitos sucessórios. É importante destacar que, juridicamente, todos os filhos têm os mesmos direitos”, explicou.

Vale lembrar que Neymar Jr. é pai de Davi Lucca, do namoro com Carol Dantas; Helena, do breve relacionamento com Amanda Kimberlly; e Mavie e Mel, da atual relação com Bruna Biancardi. A esposa do jogador, atualmente, está grávida de mais uma menina. Ou seja, ao todo, o atleta tem cinco herdeiros.

Paternidade não significa apenas inclusão do nome no registro

De acordo com a advogada, o reconhecimento da filiação vai muito além da alteração da certidão de nascimento. A partir da confirmação, a criança passa a ter uma relação jurídica com o pai, o que pode envolver decisões sobre convivência, responsabilidades financeiras e participação na vida familiar.

Para Silvana Campos, a condição financeira de Neymar também não muda o princípio fundamental de igualdade entre os filhos.

“A legislação não estabelece uma diferenciação entre filhos em razão da origem da filiação. Se houver o reconhecimento da paternidade, essa criança terá os mesmos direitos dos demais filhos. O que pode mudar é a dimensão econômica das obrigações, porque as necessidades da criança e a capacidade financeira dos pais são consideradas pelo Judiciário”, disse.

Pensão alimentícia pode entrar na discussão

Outro possível desdobramento é a definição de alimentos. Caso a paternidade seja reconhecida, a criança poderá ter direito à pensão alimentícia, caso exista necessidade e não haja acordo entre os responsáveis. Segundo a especialista, o valor não é determinado simplesmente pela fama ou pelo patrimônio do jogador.

“A pensão é estabelecida considerando o binômio necessidade e possibilidade, além da proporcionalidade. São avaliadas as necessidades da criança e a capacidade financeira dos pais. Em uma situação envolvendo uma pessoa com elevado poder econômico, o padrão de vida e as despesas da criança podem ser considerados, mas não existe um percentual automático aplicado apenas porque se trata de um atleta famoso”, falou.

Convivência com a filha também poderá ser discutida

Se a paternidade for reconhecida, a relação entre Neymar e a menina poderá ser construída juridicamente. Segundo a advogada, isso não significa, porém, que a confirmação do DNA determine automaticamente como será a convivência entre pai e filha.

“A filiação e a convivência são questões relacionadas, mas não são exatamente a mesma coisa. O reconhecimento da paternidade garante à criança o direito à convivência familiar, mas a forma como essa convivência será estabelecida depende da realidade da família e, principalmente, do melhor interesse da criança. Pode haver um acordo entre os pais ou, se houver conflito, uma definição judicial”, afirmou Silvana.

A especialista ressaltou ainda que a distância entre países, caso permaneça uma realidade na relação entre pai e filha, pode exigir uma organização específica. Viagens, períodos de férias, comunicação à distância e participação do pai na rotina da criança podem ser considerados para estabelecer uma convivência possível e saudável.

Uma eventual nova filha também teria direitos sobre a herança

Um dos principais efeitos patrimoniais de uma eventual confirmação da paternidade estaria relacionado ao direito sucessório. Segundo a advogada, uma vez reconhecida a filiação, a criança passa a integrar juridicamente a família e terá os direitos sucessórios previstos em lei.

“Se a paternidade for reconhecida, a filha passa a ser herdeira de Neymar nas condições estabelecidas pela legislação, assim como os demais filhos. Não existe, no Direito brasileiro, uma diferenciação sucessória entre filhos em razão de terem nascido de relacionamentos diferentes. O reconhecimento da filiação produz efeitos que permanecem mesmo após a morte do genitor”, explicou a advogada.

O caso também pode envolver questões internacionais

Como a suposta filha vive no exterior e a mãe é húngara, o caso ganha uma camada adicional de complexidade. Ainda de acordo com a especialista, dependendo de onde tramita o processo e de quais questões forem discutidas, podem surgir aspectos relacionados ao Direito Internacional Privado, especialmente em temas como competência judicial, residência da criança, cumprimento de decisões e obrigações alimentares.

“Quando os envolvidos vivem em países diferentes, a questão pode se tornar mais complexa porque é necessário analisar qual legislação será aplicada e qual país possui competência para determinadas decisões. Isso pode acontecer especialmente em discussões sobre alimentos, guarda e convivência. O reconhecimento da paternidade, portanto, pode ser apenas o primeiro passo de uma discussão jurídica mais ampla”, afirmou Silvana Campos.

O DNA é apenas o ponto de partida

Embora o exame genético seja determinante para esclarecer o vínculo biológico, uma eventual confirmação não encerra automaticamente todas as questões. Segundo Silvana, a partir dela, podem surgir discussões sobre registro civil, convivência, alimentos e sucessão.

“O DNA esclarece a existência ou não do vínculo biológico, mas, uma vez confirmada a paternidade, começa uma nova etapa jurídica. O mais importante é compreender que o centro da discussão deve ser a criança. Independentemente de quem seja o pai ou de sua condição financeira, o objetivo do Direito de Família é garantir que essa criança tenha seus direitos preservados”, concluiu a advogada.

Fonte: Metrópoles

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Materiais gratuitos da Anvisa estão sendo vendidos como certificados

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitirá um alerta nesta quarta (12/8) sobre a venda de certificados teoricamente emitidos pela instituição. Criminosos estão editando conteúdos gratuitos e vendendo por até R$ 5 mil pelo Whatsapp.

A Anvisa afirma que os principais alvos são pessoas em busca de recolocação profissional, que acabam comprando o certificado com o nome da agência para se diferenciar na disputa por vagas de trabalho.

Em um caso citado pela Anvisa, um caminhoneiro que buscava um emprego no transporte de medicamentos chegou a comprar um Manual de Importação para Veículos que Operam no Transporte Internacional que daria um certificado. O documento é disponibilizado gratuitamente e não consiste em um curso de capacitação.

“Qualquer apresentação transmitida on-line, ao vivo ou gravada, e cursos oferecidos pela Agência são sempre gratuitos e acessíveis a qualquer pessoa interessada. Nos casos em que há emissão de certificado, esse documento sempre será disponibilizado de forma gratuita, chegando diretamente para a pessoa inscrita no e-mail informado”, diz a Anvisa.

A agência informa que também não credencia empresas ou agentes terceirizados para intermediar cursos de capacitação em nome da Anvisa.

Casos de cobrança por materiais e cursos emitidos com o nome da Anvisa devem ser denunciados à Polícia Civil.

Fonte: Metrópoles

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Serviços de infraestrutura avançam no bairro Três Marias

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No bairro Três Marias, um problema antigo começa a ganhar uma solução que pode ser percebida na rotina de quem vive na região. Na rua Vasco da Gama, equipes da Prefeitura de Porto Velho avançam com serviços de drenagem, incluindo a construção de boca de lobo, escavação de vala e assentamento de manilhas.

O trabalho tem um objetivo simples, mas muito importante para os moradores, dar um caminho adequado para a água da chuva. Com a implantação do sistema de drenagem, a expectativa é reduzir os pontos de alagamento e os transtornos provocados pelo acúmulo de água nas vias.

Para o prefeito Léo Moraes, cuidar da drenagem é cuidar diretamente das pessoas que vivem nos bairros e enfrentam, principalmente no período chuvoso, dificuldades para sair de casa, circular pelas ruas e preservar seus imóveis.

“Quando a gente entra em uma rua para fazer uma obra de drenagem, não está apenas colocando manilhas ou construindo uma boca de lobo. Estamos trabalhando para resolver um problema que afeta a vida das famílias. É a criança que precisa ir para a escola, o trabalhador que precisa sair de casa e o morador que quer ter segurança para chegar e voltar para sua casa. É por isso que esse trabalho é tão importante”.

A intervenção também contribui para preservar a pavimentação e melhorar as condições de circulação para pedestres e motoristas. Embora grande parte do serviço fique debaixo da terra, o resultado esperado aparece justamente naquilo que o morador mais deseja: uma rua com menos água acumulada e mais condições de uso nos dias de chuva.

O secretário Municipal de Infraestrutura, Liandro de Almeida Loyola, destaca que cada etapa é planejada para atender às necessidades reais das comunidades.

“A drenagem é uma obra que muitas vezes o morador não vê depois de pronta, porque grande parte dela fica enterrada. Mas ele sente a diferença quando a chuva chega e a água consegue escoar corretamente. Nosso trabalho é chegar onde existe o problema e buscar uma solução que traga mais tranquilidade e segurança para quem mora aqui”.

A ação integra o trabalho permanente da Prefeitura de Porto Velho para ampliar e recuperar a infraestrutura urbana, levando intervenções para regiões que precisam de melhorias e preparando as ruas para enfrentar os impactos do período chuvoso.

Mais do que abrir valas e instalar manilhas, uma obra de drenagem representa prevenção. É agir antes que a água provoque danos maiores, ajudar a proteger as casas e o patrimônio dos moradores e melhorar as condições de circulação no bairro.

No Três Marias, o trabalho segue avançando com um propósito que vai além da infraestrutura: transformar uma necessidade antiga em uma melhoria concreta para quem vive no bairro.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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