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Govermo do Estado de Rondônia nomeia 306 novos Policiais Civis

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A Polícia Civil de Rondônia noticia a nomeação dos candidatos aprovados no último concurso público. Esta conquista, resultado do compromisso do Governo de Rondônia com a valorização da segurança pública, marca o início de uma nova fase para a Instituição, trazendo novos profissionais preparados para enfrentar os desafios diários.

O Governador Marcos Rocha, ciente da importância da segurança pública para o desenvolvimento do estado, tomou medidas imediatas para garantir a rápida nomeação dos aprovados.

O Diretor-Geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abboud, parabeniza todos os aprovados por esta conquista e deseja sucesso em suas futuras missões. Ele destaca que a nomeação representa um marco significativo para a Instituição, proporcionando aos novos policiais civis a oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas.

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Sobe para seis o número de casos confirmados de Mpox em Porto Velho

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A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) confirmou nesta segunda-feira (23) mais dois casos de mpox no estado. Com a nova atualização, Rondônia passa a registrar seis diagnósticos positivos da doença, todos identificados no município de Porto Velho.

De acordo com o órgão, os novos casos estavam sob investigação e tiveram confirmação após resultados laboratoriais. Entre os pacientes estão cinco homens, com idades entre 20 e 35 anos, além de uma adolescente de 16 anos. Todos foram submetidos à avaliação clínica, receberam orientações médicas e seguem em isolamento para evitar a transmissão do vírus.

A mpox é uma doença viral caracterizada principalmente por febre, mal-estar e lesões cutâneas que podem evoluir para bolhas e feridas. A transmissão ocorre, sobretudo, por meio do contato direto com as lesões, secreções ou objetos contaminados.

A Agevisa reforça a importância de a população ficar atenta aos sintomas e procurar atendimento de saúde ao surgirem sinais suspeitos. O órgão também destaca que o cumprimento do isolamento e das recomendações médicas é essencial para conter a disseminação da doença no estado.

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Fachin arquiva ação que pedia suspeição de Toffoli no caso Master

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento da ação de suspeição do ministro Dias Toffoli como relator do inquérito que trata das investigações sobre fraudes no Banco Master. A decisão foi tomada no último sábado (21).

Em reunião no último dia 12, Toffoli já havia deixado a relatoria do caso. Após esse encontro, ministros do STF manifestaram, em nota oficial, que não era o caso de reconhecer a suspeição do ministro. 

A reunião foi convocada por Fachin após a Polícia Federal (PF) ter entregado ao presidente da Corte um relatório que mostrou menções a Toffoli em uma mensagem no celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que teve o telefone apreendido. 

Após Toffoli deixar a relatoria, o ministro André Mendonça foi escolhido relator do inquérito sobre o Banco Master. 

Enquanto era relator do caso, o ministro Dias Toffoli foi alvo de críticas por ter permanecido nessa posição após matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federal havia encontrado irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master que comprou uma participação no resort Tayayá. Localizado no Paraná, o resort era de propriedade de familiares do ministro.

Toffoli confirmou que era um dos sócios da empresa que vendeu a participação no resort, mas disse que não recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro nem tem qualquer relação de amizade com o banqueiro.

Fonte: Agência Brasil

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Meta revela que 19% dos adolescentes no Instagram foram expostos a nudez

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Documentos judiciais analisados nesta segunda-feira, 23, revelam que cerca de 19% dos usuários do Instagram entre 13 e 15 anos admitiram ter sido expostos a nudez ou imagens sexuais indesejadas na plataforma. Os dados fazem parte de uma pesquisa interna da Meta realizada em 2021, mas que só veio a público agora como parte de um processo no estado da Califórnia. O chefe do Instagram, Adam Mosseri, afirmou em depoimento que a maioria dessas imagens é enviada via mensagens diretas (DMs), dificultando a moderação devido às políticas de privacidade dos usuários.

Além da exposição a conteúdo sexual, o processo revelou que 8% dos jovens nessa faixa etária relataram ter visto publicações de automutilação ou ameaças de danos físicos. A Meta enfrenta milhares de ações judiciais que acusam a empresa de projetar algoritmos viciantes que prejudicam a saúde mental de crianças e adolescentes. Em resposta, o porta-voz da empresa, Andy Stone, destacou que a Meta implementou, no fim de 2025, novas regras para remover conteúdos sexuais explícitos, incluindo imagens geradas por inteligência artificial (IA).

O caso que motivou a divulgação desses documentos foi movido por uma moradora da Califórnia que utiliza as redes sociais desde a infância. Ela alega que o Instagram e o YouTube lucram deliberadamente com o vício de menores, o que teria agravado seu quadro de depressão e pensamentos suicidas. As empresas negam as acusações e argumentam que têm investido em recursos de segurança, como ferramentas de controle parental e limites de tempo de uso.

A defesa da Meta sustenta que pesquisas baseadas em autorrelatos de usuários são “problemáticas” e podem não refletir a análise técnica dos posts. Contudo, especialistas em direitos digitais argumentam que os números reforçam a necessidade de uma regulação mais rígida sobre como as Big Techs tratam a privacidade em relação à proteção de menores. O julgamento continua na Califórnia e pode abrir precedentes para novas condenações e mudanças estruturais no funcionamento das redes sociais nos Estados Unidos e no mundo.

A pressão global sobre a Meta tem levado a empresa a testar tecnologias de desfoque automático de imagens nudes em mensagens privadas, visando proteger jovens sem violar a criptografia de ponta a ponta. No entanto, para os advogados de acusação, essas medidas são insuficientes diante do impacto psicológico já causado a milhões de adolescentes que cresceram expostos a algoritmos que priorizam o engajamento em detrimento da segurança.

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