Polícia
Apenado baleado consegue fugir do JPII, mas acaba preso por policiais do BOPE
O apenado A.E.C.J., acusado de roubar uma loja de celulares, foi preso na manhã desta segunda-feira por Policiais Militares do Batalhão de Choque (BOPE). A prisão do homem, aconteceu em um hospital na Rua Marechal Deodoro.
De acordo com informações da polícia militar. O apenado havia fugido do Hospital João Paulo II, onde estava sob cuidados médicos após ser alvejado em uma tentativa de roubo no dia 13 de junho.
Nesta segunda-feira, os policiais foram informados que o acusado passaria por um procedimento cirúrgico. Após a cirurgia e alta médica, o indivíduo recebeu voz de prisão e foi escoltado de volta ao Hospital João Paulo II, onde foi entregue aos policiais penais.A ação rápida e coordenada dos policiais do BOPE garantiu a recaptura do apenado, assegurando que ele cumprisse sua pena e respondesse pelas acusações de roubo.


Polícia
Homem é preso com 104 kg de skunk e 499 munições na BR-364
Uma fiscalização realizada na manhã desta terça-feira (6) terminou com a apreensão de cerca de 104 quilos de skunk e 499 munições de fuzil calibre 7.62 mm na BR-364, em Vilhena (RO).
A ação ocorreu no km 16 da rodovia e contou com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (PF/Ficco-RO), da Polícia Militar (PM-RO) e da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin-RO).
Durante a abordagem a uma combinação de veículos de carga, formada por um caminhão-trator e um semirreboque, os agentes realizaram uma vistoria no compartimento de carga. No local, foram encontrados 104 tabletes de skunk e as munições escondidas dentro de blocos de motores que estavam sendo transportados pelo veículo.
As 499 munições são de calibre 7.62 mm, considerado de uso restrito e de emprego militar.
O motorista do veículo, um homem de 46 anos, recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Vilhena. Ele deverá responder pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de munição de uso restrito.
A ocorrência foi registrada na Polícia Federal, em Vilhena.

Polícia
Suspeito é preso com seis tabletes de droga em Rondônia
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO), em ação conjunta com o 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM) e com o Batalhão de Fronteira (BPFron/RO), prendeu em flagrante, nesta terça-feira (6/10), um homem suspeito de transportar substância análoga à pasta base de cocaína na região da Linha P-40, em zona de fronteira com a Bolívia.
As equipes abordaram um veículo suspeito de transportar entorpecentes e localizaram seis tabletes da substância. O condutor foi preso em flagrante. O veículo, a droga e os aparelhos celulares apreendidos foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Santa Luzia D’Oeste, onde o caso foi registrado.
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal.
Fonte: PRF/RO
Polícia
PF investiga ligação de policiais com facção criminosa
A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.
Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.
Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.
Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.
A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.
Fonte: Agência Brasil
