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Governo de RO lança 40ª edição do Arraial Flor do Maracujá

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O lançamento oficial da 40ª edição do Arraial Flor do Maracujá ocorreu na sexta-feira (31), e contou com a participação dos representantes dos 32 grupos folclóricos de quadrilhas juninas e bois-bumbás. O arraial Flor do Maracujá é organizado pelo governo de Rondônia, e está programado para acontecer de 21 a 30 de junho, no Parque dos Tanques, em Porto Velho.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou a importância cultural do evento, ressaltando o reconhecimento como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado.

“O Arraial Flor do Maracujá promove a nossa cultura e tradições. São 40 edições em que o estado busca estimular o comércio, e assim, gerar oportunidades de emprego para os moradores da região. O sucesso desse evento é resultado do engajamento dos grupos em realizarem apresentações grandiosas”, ressaltou.

Durante o lançamento, os grupos folclóricos realizaram uma apresentação, com a presença dos presidentes de cada agremiação. A Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), órgão do governo, que está à frente da organização do evento, também realizou homenagens à professora Maria de Nazaré, uma das pioneiras do arraial.

Grupos vencedores da edição de 2023 apresentaram-se no lançamento

APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS

A solenidade de lançamento destacou a história e importância cultural do Arraial Flor do Maracujá, desde sua origem na década de 50 até os dias atuais. Na ocasião, a Quadrilha Junina Rádio Farol, campeã da 39ª edição, realizada em 2023, fez uma apresentação com o grupo de cangaceiros. 

O grupo de Boi-Bumbá Marronzinho, vencedor da categoria de bois em 2023, também se apresentou no lançamento. Cunhaporanga, Sinhazinha, Levantador de toadas, Rainha do Folclore e boi levaram emoção e entusiasmo, gerando expectativa para a população que estava na solenidade.

Para o secretário da Sejucel, Junior Lopes, a trajetória histórica do Arraial demonstra a relevância da 40ª edição do Arraial como instrumento para promoção e preservação dessa manifestação cultural para Rondônia.  “É fundamental que o estado possibilite a visibilidade aos talentos que temos no estado. O Flor do Maracujá, na sua 40ª edição é mais um espaço aos artistas locais para fortalecer a cultura com uma identidade artística”, evidenciou.

Com o lançamento oficial, o Arraial Flor do Maracujá inicia mais uma edição, prometendo celebrar as tradições locais e encantar o público com sua rica programação cultural. Para essa edição, é esperado ultrapassar mais de 150 mil visitantes que estiveram nas 10 noites, em 2023.

SERVIÇO

40° Arraial Flor do Maracujá
Local: Parque dos Tanques, na Avenida Lauro Sodré, n° 3.102, Bairro Nacional
Período: 21 a 30 de junho
Horário: A partir das 19h (parque aberto para visitantes)
Entrada: Franca

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Porto Velho ganha primeiro Pocket Park

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Uma área antes marcada pelo descarte irregular de resíduos ganhou um novo uso na avenida Calama, ao lado do Instituto Federal de Rondônia (Ifro). O local passou a abrigar o primeiro Pocket Park de Porto Velho, entregue neste sábado (15), com bancos, paisagismo, iluminação, áreas permeáveis e uma cobertura inspirada nos paneiros usados na Amazônia.

A intervenção foi executada por equipes da Secretaria Executiva de Serviços Básicos (Sesb), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura, e faz parte de um projeto-piloto que poderá ser levado para outros pontos da cidade.

“Era um local abandonado, de descarte irregular de lixo e que também enfrentava outros problemas. Hoje temos aqui um espaço para as famílias, com iluminação, paisagismo e elementos que fazem referência à nossa Amazônia. Transformar um local degradado em um ponto de encontro da família demonstra o que buscamos para Porto Velho”, disse o prefeito Léo Moraes.

O Pocket Park funciona como uma pequena praça instalada em áreas sem uso ou com pouco aproveitamento. Neste primeiro projeto, a área que antes acumulava resíduos passou a ser destinada à permanência e ao encontro dos moradores.

“O Pocket Park é uma intervenção que fazemos em um espaço subutilizado. Às vezes encontramos uma área que acaba se tornando ponto de descarte de resíduos. A ideia é criar uma âncora urbana, onde as pessoas possam parar, melhorar o paisagismo e evitar que esses locais voltem a ser usados para descarte irregular de lixo”, explicou o secretário executivo de Serviços Básicos, Giovanni Marini.

O arquiteto e assessor executivo da Sesb, Alecsander de Souza, explica que o projeto parte da identidade do local para definir os elementos de cada espaço.

“Para mim, o Pocket Park Paneiro representa uma maneira de fazer arquitetura: começar pelo lugar, observar aquilo que já faz parte da sua identidade e transformar essa referência em uma solução contemporânea. A arquitetura não precisa apagar a identidade de um lugar para transformá-lo. Pelo contrário, pode partir daquilo que já existe e dar um novo significado a essa memória”.

Segundo Alecsander, o Pocket Park da avenida Calama é o primeiro de uma proposta que pretende relacionar cada novo espaço à identidade do local onde será implantado.

“O Paneiro é o primeiro. A ideia é que cada novo Pocket Park encontre no próprio lugar a sua inspiração, transforme essa referência em arquitetura e contribua para uma cidade mais confortável, mais verde e mais humana. Mais do que construir um espaço, queremos construir uma identidade a partir do lugar”.

PANEIROS

A cobertura de aproximadamente 58 metros quadrados é formada por peças inspiradas nos paneiros de palha usados na Amazônia. Elas foram confeccionadas por servidores da Sesb com fitas de fibra sintética reciclada, material escolhido pela resistência às condições climáticas.

Além da referência à cultura local, a disposição das peças interfere na projeção da luz sobre o piso ao longo do dia e forma desenhos de sombra no espaço. O recurso é chamado no projeto de “sombras interativas”.

“Os paneiros vieram para trazer essa identidade amazônica. O material foi escolhido para ter resistência às condições climáticas daqui e manter a referência do trançado”, disse Giovanni.

A produção dos paneiros também aproveitou conhecimentos dos próprios servidores. Raimunda Nogueira, servidora há 26 anos e ocupante do cargo de gari, está entre os profissionais que participaram da confecção das peças. Ela aprendeu a técnica de trançado ainda na infância, com o pai.

FEITO PELOS SERVIDORES

As equipes da Sesb participaram das diferentes etapas da implantação. O trabalho incluiu preparação do terreno, estabilização da área, instalação de tubulações e montagem da estrutura prevista para o local.

“Tudo aqui foi execução da nossa secretaria, com os nossos servidores. Desde a estrutura até a produção dos paneiros, tem um pouco da mão de todo mundo neste projeto”, afirmou Giovanni.

O Pocket Park também recebeu bancos integrados aos canteiros, iluminação e paisagismo. Parte das plantas utilizadas no local foi produzida no Viveiro Municipal.

Para Léo Moraes, a recuperação de áreas sem uso também amplia os pontos de convivência disponíveis para a população.

“A gente quer receber a população em espaços de convivência. Transformar um local degradado em um ponto de encontro da família é o que a população espera. Temos feito projetos em várias áreas e queremos continuar próximos do que importa para a nossa gente”.

PRÓXIMO POCKET PARK

O espaço da avenida Calama é o primeiro desse modelo entregue em Porto Velho e servirá como projeto-piloto para outras intervenções.

O segundo Pocket Park já tem projeto pronto e será implantado no encontro das ruas Algodoeiro e Abacateiro, conforme informou Giovanni Marini.

“Esse é o primeiro e o segundo já está com o projeto pronto. A implantação será na Algodoeiro com a Abacateiro”, informou o secretário.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (SECOM)

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Mãe encontra câmeras dentro de banheiro de creche

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Uma mãe encontrou duas câmeras instaladas dentro do banheiro infantil do CEI Vereador André Nunes, na zona norte de São Paulo, na última quarta-feira (12). Segundo Letícia Cantarelli, de 33 anos, um dos equipamentos estava direcionado para a área dos chuveiros e para o espaço utilizado pelas crianças para banho e troca de roupas e fraldas.

Letícia percebeu a câmera enquanto acompanhava a filha, de 3 anos, até o banheiro da unidade. Segundo ela, o equipamento estava visível e não escondido.

Após a descoberta, a mãe procurou a direção da creche, onde também viu um monitor que exibia imagens das câmeras instaladas na unidade. De acordo com seu relato, os equipamentos alcançavam áreas internas do banheiro.

A direção informou que as câmeras haviam sido instaladas pela organização responsável pela unidade por motivos de segurança. A justificativa, porém, não convenceu a mãe.

Polícia investiga o caso

Os pais da menina registraram um boletim de ocorrência no 9º Distrito Policial (Carandiru). O caso foi registrado como suspeita de submeter criança ou adolescente a vexame. Investigadores devem ir até a unidade para verificar o local e preservar a área para uma possível perícia.

O banheiro onde as câmeras foram encontradas foi posteriormente interditado, segundo Letícia. Ela afirma, entretanto, que outros três banheiros infantis também teriam equipamentos e continuavam em funcionamento.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que apura as circunstâncias do caso e que a Diretoria Regional de Educação orientou a organização responsável pela unidade sobre a irregularidade da instalação dos equipamentos.

A Prefeitura também informou que oferece suporte às famílias por meio do Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem (NAAPA), que conta com psicólogos e psicopedagogos. A Guarda Civil Metropolitana foi acionada e encaminhou a ocorrência à Polícia Civil.

Outro caso foi denunciado

Essa não é a primeira denúncia sobre câmeras instaladas em banheiros de creches na capital paulista.

Em outro caso, uma mãe denunciou a presença de uma câmera dentro do banheiro do CEI Estrelas do Amanhã, no Jaguaré, zona oeste de São Paulo. Segundo ela, o equipamento estava direcionado para a área dos vasos sanitários utilizados pelas crianças.

A mãe afirma que procurou a direção da unidade para pedir a retirada da câmera, mas o equipamento não teria sido removido. Ela também registrou um boletim de ocorrência e divulgou imagens do equipamento instalado na parede do banheiro.

Fonte: Metrópoles

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Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais

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As vacinas utilizadas atualmente no Brasil não são experimentais. A afirmação foi reforçada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta sexta-feira (14/8), após a circulação de informações falsas sobre a segurança dos imunizantes.

Segundo a agência, as vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela rede privada precisam passar por avaliações que comprovem qualidade, segurança e eficácia antes de serem autorizadas para uso na população.

A Anvisa também rebateu alegações de que os imunizantes causariam intoxicação ou conteriam ingredientes secretos ou partes de corpos humanos. De acordo com o órgão, as afirmações são falsas.

O que a Anvisa esclareceu sobre as vacinas

Em nota, a agência reuniu informações para diferenciar imunizantes aprovados de produtos ainda em fase experimental. Entre os principais pontos estão:

  • Vacinas em uso não são experimentais: os imunizantes disponíveis no país passaram pelas etapas necessárias para autorização;
  • Segurança e eficácia são avaliadas: os fabricantes precisam apresentar estudos e evidências antes da liberação;
  • A composição é conhecida: a Anvisa afirma que vacinas não possuem ingredientes secretos nem partes de corpos humanos;
  • Vacinas não causam intoxicação: a agência classifica a alegação como desinformação;
  • O acompanhamento continua após a aprovação: possíveis eventos adversos são monitorados pelos sistemas de farmacovigilância e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI);
  • Benefícios e riscos continuam sendo avaliados: o monitoramento permite identificar possíveis problemas mesmo depois que o produto chega à população.

O que significa uma vacina experimental?

Uma vacina é considerada experimental durante as etapas de pesquisa em que ainda são produzidas evidências para determinar características como segurança e eficácia.

Antes de autorizar um imunizante, a Anvisa analisa os dados apresentados pelos fabricantes para verificar se o produto atende aos requisitos necessários. A aprovação permite que a vacina seja utilizada de acordo com as condições estabelecidas pela agência.

O controle não acaba com a autorização. Depois que a vacinação começa, possíveis eventos adversos continuam sendo registrados e investigados. O acompanhamento ajuda as autoridades a identificar sinais de segurança que possam surgir quando milhões de pessoas passam a receber o imunizante.

Alerta ocorre em meio a casos de sarampo

O esclarecimento da Anvisa ocorre em meio à preocupação com o sarampo. Até 13 de agosto, o Brasil havia registrado 24 casos da doença em 2026, relacionados à importação do vírus por viajantes que estiveram em outros países.

O Brasil recuperou, em novembro de 2024, a certificação de país livre da circulação endêmica do sarampo. A classificação significa que não há transmissão contínua do vírus dentro do território nacional, mas casos importados ainda podem ocorrer.

Em julho, diante de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus em São Paulo, o Ministério da Saúde ampliou temporariamente a recomendação de vacinação contra o sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo SUS. Segundo a Anvisa, manter as doses recomendadas em dia também ajuda a evitar o retorno da circulação contínua de doenças que já foram controladas no país.

Fonte: Metrópoles

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