Polícia
Homem morre em confronto com Policiais do Batalhão de Choque em Porto Velho
Emerson da Silva Pereira, não resistiu e morreu ao ser baleado em confronto com a Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (09). O fato ocorreu na Rua Linho, bairro Aeroclube, zona sul de Porto Velho (RO).
Segundo informações, o suspeito fazia parte de uma quadrilha entitulado como “Piratas do Madeira”. Ele foi flagrado armado no momento da abordagem, foi nesse momento que ocorreu o tiroteio com policiais do Batalhão de Choque. O criminoso acabou baleado.
Segundo os militares, no último dia 20 Hemerson foi preso em flagrante por uma equipe do BPChoque, armado em um carro de aplicativo na região central da capital.
Emerson chegou a ser socorrido ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu e morreu. Com o suspeito foram apreendidas duas pistolas, sendo uma calibre .380 e outra 9mm.

Polícia
TJ mantém condenação de PM preso com arma na BR-364
Os julgadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, por unanimidade, negaram todos os pedidos constantes em um recurso de apelação e mantiveram a sentença do juízo de 1º grau, que condenou um policial militar a 2 anos de reclusão, por porte ilegal de arma de uso permitido: um revólver calibre 38. O PM foi preso em flagrante pelos policiais rodoviários federais na BR 364, em Jaru, porque estava com o porte suspenso pela corporação.
No recurso de apelação, a defesa do réu pedia a sua absolvição sob o argumento de que a conduta do policial (apelante) não gerou perigo real, assim como ele não tinha conhecimento da ilegalidade. Além disso, alternativamente, a defesa solicitou a redução da pena e a mudança do regime semiaberto para o aberto, assim como a substituição da prisão por penas restritivas de direitos. Porém todos pedidos foram rejeitados pela decisão colegiada da 1ª Câmara Criminal.
A decisão dos julgadores confirmou que o crime de porte ilegal de arma é de “perigo abstrato” e de mera conduta. Isso significa que, para a lei, não importa se estava guardada, se não houve ameaça a terceiros ou se o agente não tinha a intenção de cometer um crime. O simples ato de andar com o armamento e as munições sem a devida autorização legal já é suficiente para colocar em risco a segurança da sociedade e a paz pública, consumando o delito previsto no Estatuto do Desarmamento.
Além disso, a decisão colegiada descarta a alegação de erro de proibição, isto é, quando a pessoa comete um ato ilícito sem saber que ele é proibido. Ademais, os julgadores destacaram o desconhecimento da ilegalidade, justamente por se tratar de um policial militar, treinado e que lida diariamente com a legislação, assim como sabia da decisão administrativa que tirou o seu direito de andar armado.
Com relação ao regime prisional, segundo a decisão, o policial é reincidente e possui antecedentes criminais, fatores que, pela legislação penal brasileira, impedem a concessão desses benefícios e justificam a manutenção do cumprimento da pena no regime inicial semiaberto.
O fato aconteceu no dia 5 de junho de 2022 – quilômetro 420 da BR-364, onde o veículo do réu foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal. Durante a vistoria foi encontrado o revólver calibre 38 carregado com cinco munições e, por não ter o porte de arma, foi preso em flagrante no local.
O PM estava afastado das suas funções desde 2019 e teve seu direito ao porte de arma formalmente suspenso por ato administrativo publicado no ano de 2020
O julgamento do caso ocorreu entre os dias 6 e 10 de julho de 2026, durante a realização da sessão eletrônica. Participaram do julgamento, os desembargadores desembargador Osny Claro, Francisco Borges (relator do caso) e Aldemir de Oliveira.
Fonte: TJRO
Polícia
PF faz operação contra desvio de recursos públicos
Contratos sob suspeita somam mais de R$ 51 milhões
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (16/7), a Operação Talha Real, com o objetivo de combater malversação de recursos públicos federais da educação, destinados a uma secretaria pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
São cumpridos 21 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, nas cidades acreanas de Rio Branco, Epitaciolândia e Senador Guiomard. Durante o cumprimento dos mandados, um dos investigados foi preso em flagrante por posse ilegal de munições de uso permitido e conduzido à Superintendência Regional da Polícia Federal.
Além dos mandados de busca e apreensão, o Poder Judiciário determinou o bloqueio de bens móveis, imóveis e de valores dos envolvidos, bem como a suspensão temporária das atividades de seis empresas. O valor total dos contratos investigados ultrapassa a cifra de R$ 51 milhões.
Os responsáveis poderão responder pelos crimes de peculato, corrupção ativa e/ou passiva, fraude à licitação, frustração do caráter competitivo da licitação, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Adolescente desaparece após mãe proibir uso de redes sociais
Uma adolescente de 17 anos está desaparecida desde a noite de quarta-feira (15), após sair de casa no bairro União, em Vilhena (RO). O desaparecimento foi comunicado à Polícia Civil, que passou a investigar o caso.
A jovem foi identificada como Jhenifer Kauane. Segundo relato da mãe à polícia, ela deixou a residência sem avisar para onde iria e sem levar o próprio telefone celular, o que dificultou qualquer tentativa de contato por parte da família.
Conforme o registro da ocorrência, a mãe informou que, pouco antes do desaparecimento, havia decidido restringir o acesso da filha às redes sociais por causa de problemas relacionados ao comportamento da adolescente, que estaria deixando de cumprir tarefas em casa e demonstrando atitudes de desobediência. Ainda de acordo com a família, a jovem teria criado um novo perfil em uma plataforma digital sem o conhecimento dos responsáveis.
Ao sair de casa, Jhenifer levou apenas uma bolsa com o uniforme da escola onde estuda, localizada na região central do município. A mãe afirmou que a atitude surpreendeu a família, já que a adolescente nunca havia desaparecido ou deixado a residência sem avisar anteriormente.
A Polícia Civil apura o caso e busca informações que possam ajudar a localizar a jovem. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Jhenifer Kauane pode entrar em contato, de forma anônima, pelos telefones 190, da Polícia Militar, ou 197, da Polícia Civil.
