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Polícia

Três motocicletas são recuperadas pela Polícia Militar

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Policiais militares do 7º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia recuperaram três motocicletas no município de Ariquemes, uma na segunda-feira, 15, e duas na terça-feira,16. A PM localizou as motocicletas com o apoio da comunidade que denunciou fatos suspeitos.

Na tarde de segunda-feira, 15, foi recuperada uma motocicleta Honda CG 125 Fan, o veículo havia sido furtado naquele dia. A PM encontrou a moto no bairro Jardim Zona Sul após uma pessoa informar que viu o veículo caído na via.

As outras duas motocicletas foram recuperadas na terça-feira, 16, sendo a primeira, uma Honda Pop, encontrada no bairro Setor 03 atrás de um posto de combustível com a ignição danificada, o veículo havia sido furtado no domingo, 14. A terceira motocicleta recuperada foi durante à noite com o auxílio de uma denúncia anônima, onde a Honda CG 150 foi localizada ao lado de uma residência no bairro Jardim Felicidade.

Os veículos recuperados foram apresentados à delegacia para posteriormente serem restituídos a seus proprietários.

Fonte: PM

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Polícia

Família de pastores é suspeita de usar projeto religioso para apoiar facção

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como meio de aproximação e apoio a integrantes de uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). Segundo a polícia, a jovem teria participação em um esquema que também envolveria os pais dela, apontados como pastores evangélicos.

Conforme as apurações, o grupo utilizava um projeto religioso para conseguir acesso a unidades prisionais, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que essa atuação teria permitido contato com presos ligados a uma facção criminosa, além da transmissão de informações, intermediação de recados e apoio logístico e financeiro.

A Polícia Civil informou que os investigados também são suspeitos de movimentar valores recebidos de integrantes da organização criminosa. Segundo a investigação, parte dos recursos teria passado por contas de familiares e terceiros, em uma tentativa de dificultar a identificação da origem do dinheiro. Os valores seriam utilizados para custear viagens, procedimentos estéticos e aquisição de veículos, prática analisada pelos investigadores como possível lavagem de dinheiro.

Ainda de acordo com a polícia, os suspeitos realizavam viagens para uma comunidade no Rio de Janeiro, onde foram encontrados registros em fotos e vídeos de integrantes do grupo religioso ao lado de armas de fogo, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

As imagens analisadas pelos investigadores também mostram supostos integrantes religiosos próximos a lideranças da facção, foragidos da Justiça e pessoas responsáveis pela segurança armada do grupo criminoso. A polícia informou ainda ter identificado registros envolvendo crianças próximas a armamentos e investigados manuseando armas de fogo.

Durante a operação, além da prisão preventiva, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, coleta de equipamentos eletrônicos, quebra de sigilos e a suspensão temporária do acesso dos investigados a unidades prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados. As investigações continuam para analisar o material apreendido e esclarecer a participação de cada envolvido.

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Polícia

Projeto religioso é alvo de investigação por suposto apoio ao CV

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16), a Operação Fariseus para investigar suspeitos de utilizar um projeto religioso como forma de aproximação e apoio a integrantes do Comando Vermelho. A ação foi conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

Segundo as investigações, integrantes de uma mesma família teriam usado o acesso a unidades prisionais, obtido por meio de atividades religiosas, para manter contato com membros da facção, transmitir informações, aproximar familiares e lideranças criminosas, além de auxiliar em questões logísticas e financeiras.

A apuração apontou ainda que mulheres ligadas ao projeto mantinham vínculos pessoais com integrantes da organização criminosa e participavam de viagens ao Rio de Janeiro, algumas delas custeadas pelos próprios criminosos. Durante essas viagens, a polícia identificou registros em fotos e vídeos de integrantes do grupo religioso ao lado de armas de fogo, equipamentos de comunicação e pessoas apontadas como lideranças ou responsáveis pela segurança de membros da facção.

As imagens analisadas pelos investigadores também mostram suspeitos em ambientes onde havia fuzis, pistolas, revólveres, carabinas e rádios comunicadores. Segundo a polícia, também foram encontrados registros envolvendo crianças próximas a armamentos personalizados e investigados manuseando armas.

Além dos supostos vínculos pessoais, a investigação levantou indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas, incluindo o pagamento de procedimentos estéticos e aquisição de veículos em benefício de integrantes do grupo. A suspeita é de que os recursos possam ter sido utilizados para ocultar a origem de valores ligados à organização criminosa.

Conforme a Polícia Civil, conversas analisadas durante a investigação indicaram que integrantes do núcleo familiar mantinham comunicação com presos e teriam intermediado mensagens entre integrantes da facção. Em um dos casos apurados, uma investigada teria solicitado uma punição contra um homem acusado de furto.

A polícia também identificou diálogos relacionados à negociação de uma arma de fogo que estaria escondida em uma propriedade rural utilizada pela família. O material foi analisado junto a outros elementos reunidos durante a investigação.

Durante a operação, foi cumprido um mandado de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão de aparelhos eletrônicos. A Justiça também determinou medidas cautelares, como quebra de sigilos telefônico, telemático e bancário, além da suspensão temporária do acesso dos investigados a unidades prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam com a análise do material apreendido, rastreamento de valores e identificação individual da participação de cada suspeito.

O nome da operação faz referência à suspeita de que a atividade religiosa teria sido utilizada, segundo os investigadores, para facilitar aproximação e suporte a integrantes de uma organização criminosa, desviando-se da finalidade declarada.

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Polícia

Trabalhador morre após queda de andaime e Justiça condena município e empresa

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Os julgadores da 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia mantiveram a condenação solidária por danos morais do Município de Colorado do Oeste e de uma empresa prestadora de serviço em razão de um acidente ocorrido com um trabalhador que realizava  manutenção no Ginásio de Esporte Municipal. Ele morreu em decorrência da queda do andaime. A indenização no valor total de 150 mil reais, será dividida entre três pessoas da família da vítima.

O acidente, ocorrido no dia 21 de março de 2019, de uma altura de aproximadamente 11 metros, decorreu das péssimas condições do equipamento utilizado pela empresa contratada pelo Município.

A sentença do juízo de 1º grau foi mantida em grau de recurso de apelação porque, segundo o voto do relator, o Município de Colorado do Oeste, como tomador do serviço, foi negligente ao não providenciar as condições necessárias para a execução regular do serviço.

Por outro lado, a empresa foi condenada porque o laudo pericial criminal juntado ao processo apontou que a estrutura do andaime fornecido para a realização do serviço estava em péssimo estado de conservação, apresentando trincas e falhas no travamento das rodas, o que causou o tombamento e o consequente acidente.

O julgamento do recurso de Apelação Cível (n. 7000446-58.2020.8.22.0012) foi realizado durante a sessão eletrônica, entre os dias 6 e 10 de julho de 2026. Participaram do julgamento os desembargadores Daniel Lagos (relator do caso), Gilberto Barbosa e o juiz Ilisir Bueno Rodrigues.

Fonte: TJRO

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