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Polícia

Em Jaru: Assassino de Beatriz é condenado a 37 anos e quatro meses de prisão

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O Tribunal do Júri de Jaru (RO) realizou o julgamento do réu Erik Moraes, de 22 anos, acusado de matar a facadas a namorada, Beatriz Ferreira, quando ela tinha apenas 14 anos e estava grávida.

O crime ocorreu em fevereiro de 2023, em Colina Verde, distrito de Governador Jorge Teixeira (RO). De acordo com as investigações da Polícia Civil, o crime teria sido premeditado pelo réu após a menina terminar o relacionamento com ele.

O julgamento ocorreu nesta sexta-feira em Jaru. Familiares e amigos da vítima marcaram presença no plenário usando camisas com uma foto de Beatriz, exigindo justiça.

Segundo informações, Erick Morais esteve presente, mantendo a cabeça baixa na maior parte do tempo. Ele foi retirado do recinto quando o pai e a mãe da vítima foram chamados para depor. No total, cinco testemunhas foram ouvidas.

Após o julgamento, o réu foi condenado a 37 anos e 4 meses de reclusão pelo assassinato de Beatriz Ferreira. Essa decisão marca um desfecho importante neste caso de feminicídio, trazendo um pouco de justiça para a família da vítima e para a sociedade como um todo.

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Polícia

Homem é encontrado morto sobre árvore após dias desaparecido

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A vítima encontrada morta em cima de um pé de tamarindo, na manhã desta quinta-feira (10), foi identificada como Valdirlei Gonçalves da Silva, de 50 anos. O corpo estava em uma residência localizada no cruzamento das ruas José Bonifácio e Álvaro Maia, no bairro Olaria, em Porto Velho.

Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, Valdirlei morava no imóvel e costumava subir na árvore para colher tamarindos. Ele estava desaparecido, e moradores perceberam um forte odor antes de encontrarem o corpo, que já estava em avançado estado de decomposição.

Há suspeita de que a vítima tenha sofrido um mal súbito enquanto estava na árvore, mas a causa da morte ainda não foi confirmada.

Matéria em atualização

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Polícia

Mulher é suspeita de matar a mãe a marteladas após vê-la com o companheiro

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu uma mulher suspeita de matar a mãe a marteladas, em São Gonçalo, região metropolitana do estado Fluminense, nessa quarta-feira (9/9). A filha teria cometido o crime após ver o companheiro junto com a mãe e acreditar que ambos mantinham relações sexuais por 9 anos.

A vítima foi identificada pela polícia como Delza Maria Alves Costa, de 77 anos.

De acordo com a investigação, a suspeita foi com um martelo em mãos para casa da mãe, situada em Itaboraí. No local, teria encontrado a mãe e o companheiro juntos.

Posteriormente, a suspeita questionou a mãe sobre a suposta relação sexual com o campanheiro. Após a resposta, ela passou a destruir objetos, móveis da casa e, em seguida, atingiu a vítima com diversas marteladas no corpo dela, incluindo a cabeça.

O companheiro tentou interromper as agressões mas também foi atingido com uma martelada na cabeça.

Após o caso ser comunicado à PCERJ, agentes fizeram diligências no local, cruzamento de dados com investigadores da corporação e desvenderam a dinâmica do crime. Com isso, a mulher foi localizada e presa em São Gonçalo.

“As diligências realizadas pela equipe da Delegacia de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) revelaram ainda que a presa já havia agredido a própria mãe em outras ocasiões e feito ameaças de morte contra ela”, informou a PCERJ.

Revelada a dinâmica do crime, policiais a interrogaram e a suspeita confessou que foi a autora das marteladas que resultaram na morte da mãe.

A suspeita irá responder por feminicídio, em contexto de violência doméstica e familiar, “com agravamento em razão da idade da vítima”. Ela está presa de forma preventiva e segue à disposição da Justiça.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Operação “Ganatum II” combate esquema de sonegação de ICMS no setor pecuário

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Rondônia (CIRA/RO) deflagrou, nesta quinta-feira (10/9), a Operação GANATUM II, destinada a combater um esquema estruturado de sonegação de ICMS relacionado à comercialização interestadual de gado entre Rondônia e Mato Grosso.

A investigação apura a atuação de uma possível organização criminosa voltada à prática de crimes contra a ordem tributária. Conforme os indícios reunidos, animais eram adquiridos de produtores rurais rondonienses sem a emissão das correspondentes notas fiscais, utilizando-se apenas a Guia de Trânsito Animal (GTA).

Na sequência, eram emitidos documentos fiscais simulando a transferência dos bovinos entre estabelecimentos pertencentes ao mesmo titular, com a utilização indevida da hipótese de não incidência do ICMS. Os animais, contudo, seriam entregues diretamente aos verdadeiros compradores em Mato Grosso, sem o devido registro das operações perante os órgãos fazendários.

As apurações também identificaram indícios da utilização de pessoas interpostas para ocultar os reais operadores e beneficiários das transações, bem como de propriedade rural desprovida de estrutura compatível com o expressivo volume de animais formalmente movimentado. O estabelecimento teria sido utilizado apenas para conferir aparência de regularidade às operações.

Até o momento, as investigações identificaram operações que, em conjunto, superam R$ 30 milhões, evidenciando a elevada dimensão econômica das transações sob apuração.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 12 endereços, distribuídos por seis municípios dos estados de Rondônia e Mato Grosso.

A ação mobilizou aproximadamente 70 integrantes e foi realizada de forma integrada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia, por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF), pela Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia, pela Procuradoria-Geral do Estado de Rondônia e pelas Polícias Civis dos Estados de Rondônia e Mato Grosso.

A Operação GANATUM II reafirma o compromisso das instituições integrantes do CIRA/RO com o combate à fraude fiscal estruturada, a proteção da ordem tributária e a recuperação de recursos públicos.

Fonte: MPRO

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