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Polícia

Ação conjunta entre Polícia Militar e Polícia Penal resulta em apreensões e prisões em condomínio de Porto Velho

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Para conter criminosos que agem no condomínio Porto Madeira III, em Porto Velho, policiais militares em ação conjunta com policiais penais, empregados na Operação Maximus, realizaram ontem, 31, por volta das 21 horas, prisões e apreensões contra suspeitos naquele local. 

Quando os policiais militares foram vistos nas imediações do condomínio, vários suspeitos fugiram e se esconderam nos apartamentos. Os policiais viram quais foram os blocos em que eles entraram e realizaram abordagens. 

Segundo a PM, em um dos apartamentos,  uma mulher atendeu a guarnição, momento em que foi possível visualizar uma bandeja com certa quantidade de substância aparentando ser maconha em cima do sofá, além de ser possível sentir o forte odor que exalava de dentro do apartamento.  

Com o consentimento da proprietária, os policiais localizaram no apartamento, 40 invólucros embalados de maconha, etiquetados e prontos para a venda, bem como, duas porções de substância de cor branca, aparentando ser cocaína, dois tabletes grandes de substância aparentando ser maconha e duas porções pequenas de substância aparentando ser maconha. 

No local também foram localizados vários apetrechos utilizados na comercialização dos entorpecentes como: uma balança de precisão, um pote de cor branca contendo vários saquinhos plásticos utilizados para embalar e comercializar os entorpecentes, várias etiquetas utilizadas para identificar o produto entorpecente, um rolo de papel filme, uma régua, duas tesouras (uma grande de cor amarela e uma pequena), uma faca com resquícios de entorpecentes, a quantia de R$ 75,20,  maços de papel de seda que eram comercializados juntamente com os entorpecentes. 

Venda fidelizada

A mulher informou aos policiais que vendia cada involucro de entorpecente, pelo valor de R$ 10,00 e que estariam comercializando os entorpecentes ha pouco tempo naquele local. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos conduzidos, dito seus direitos constitucionais e encaminhados a Central de Flagrantes para demais medidas que o caso requer. 

De acordo com a PM, a venda dos entorpecentes era bastante organizada, sendo que na etiqueta havia uma espécie de “fidelidade”, onde a cada 10 etiquetas juntadas, daria direito a uma porção grátis do produto entorpecente. Foram apreendidos ainda um um celular Iphone de cor branca com tela e traseira danificada, um celular Samsung de cor preta e capinha transparente, um celular Samsung, de cor azul furtacor com traseira danificada.

Um mostruário contendo várias peças de semi-joias de procedência duvidosa (sendo 14 anéis de cor dourada, 44 pares de brincos de cor dourada, 10 pingentes de cor dourada, nove  cordões de cor dourada e 10 pulseiras de cor dourada) uma bag de cor preta, um relógio de cor dourada, uma pulseira de cor dourada quebrada, um par de fone JBL de cor preta e uma chave de ignição.

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Denarc deflagra operação contra organização do tráfico interestadual

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Na manhã desta quinta-feira (23), a Polícia Civil de Rondônia, por meio do Departamento de Narcóticos (DENARC), deflagrou a Operação “Metaphorá – Fase II”, denominada “Desmame”, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável pela movimentação de mais de 1,5 tonelada de entorpecentes oriundos da fronteira com a Bolívia, com distribuição para estados da região Centro-Oeste.

Ao todo, estão sendo cumpridas 81 medidas cautelares, sendo 24 mandados de prisão preventiva e 57 mandados de busca e apreensão, nos estados de Rondônia, Goiás e no Distrito Federal. Em Rondônia, as ações ocorrem em Porto Velho, Guajará-Mirim e Vilhena; em Goiás, em Goiânia e Aparecida de Goiânia; e, no Distrito Federal, em Brasília e Ceilândia.

As investigações, iniciadas em abril de 2025, evidenciaram organização criminosa com elevado grau de sofisticação logística, que utilizava caminhões com compartimentos ocultos (“mocós”) e linhas telefônicas estrangeiras para dificultar a atuação dos órgãos de inteligência e repressão.

No núcleo da organização está o investigado A.H.P.R., conhecido como “Bebê”, apontado como peça central no fornecimento de entorpecentes. Conforme apurado, mantinha vínculo com organização criminosa atuante no Estado, exercendo papel estratégico no abastecimento e na articulação interestadual do tráfico.

Paralelamente, a operação atua na asfixia financeira do grupo. Foram identificadas interpostas pessoas (“laranjas”) utilizadas para ocultação de valores ilícitos, sendo que um dos alvos movimentou aproximadamente R$ 500 mil em um ano, valor incompatível com sua capacidade econômica. As medidas incluem bloqueio de ativos, sequestro de bens e aprofundamento do mapeamento patrimonial.

A ação integra a Operação Protetor das Divisas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio do DENARC de Goiás e da Coordenação de Repressão às Drogas do Distrito Federal.

A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas.

Fonte: Polícia Civil

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Oito pessoas morrem em acidente com van que voltava de velório

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O que era um retorno de despedida terminou em tragédia na manhã desta terça-feira (21), na BR-020, em Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal. Um grave acidente envolvendo uma van deixou oito pessoas mortas e vários feridos.

O grupo seguia viagem da Bahia com destino a São Paulo após participar de um velório. Na van, estavam 13 pessoas, sete delas morreram no local. Entre as vítimas, cinco eram da mesma família.

A oitava vítima fatal estava em uma caminhonete envolvida na ocorrência e foi identificada como Valdivina Lourenço Ferreira, de 60 anos.

De acordo com as informações apuradas, a tragédia começou com uma colisão lateral entre a van e a caminhonete. Após o impacto, o veículo perdeu o controle, saiu da pista e capotou.

Desgovernada, a van ainda invadiu a pista contrária e acabou atingindo frontalmente um caminhão. A sequência de impactos provocou uma cena de destruição e deixou mortos ainda no local.

Equipes de resgate foram mobilizadas rapidamente. O atendimento contou com o apoio do Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Rodoviária Federal. A rodovia ficou parcialmente interditada durante o socorro às vítimas.

Os sobreviventes foram levados ao Hospital Estadual de Formosa. Alguns permanecem em estado grave, incluindo uma adolescente que precisou ser transferida para Goiânia.

O caso segue sob investigação, enquanto familiares enfrentam mais uma dor: a perda inesperada após um momento que já era de luto.

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Namorado preso por feminicídio de ex-candidata a miss é achado morto na cadeia

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Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, preso pelo feminicídio da modelo Ana Luiza Mateus, aos 29 anos, foi encontrado morto no fim da tarde desta quarta-feira (22/4) na cela da Delegacia de Homicídios da capital, da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ). Segundo informações da polícia, ele teria se enforcado utilizando uma bermuda.

A área onde ocorreu a morte passou por perícia ainda no início da noite desta quarta (22/4). O suspeito havia sido preso em flagrante após apresentar o documento do irmão na delegacia. Inicialmente, a Polícia Civil havia divulgado o nome do irmão como sendo do suspeito. A informação foi corrigida posteriormente.

Durante o depoimento, o suspeito afirmou ser “culpado” pela morte da modelo, embora tenha dado declarações contraditórias.

De acordo com as investigações, o homem teria demonstrado comportamento agressivo ao se referir à vítima. “Ele diz que não foi ele que fez, mas que é o culpado. Relatou ofensas, xingamentos e uma série de ataques verbais que configuram violência moral e psicológica contra a mulher”, apontou a PCERJ.

Relacionamento conturbado

Segundo as investigações, Endreo e Ana Luiza mantinham um relacionamento havia cerca de três meses. A principal linha investigativa aponta que o crime teria sido motivado por uma discussão após a modelo manifestar o desejo de encerrar o namoro.

Testemunhos indicam que o suspeito não aceitava o término e teria reagido de forma agressiva, com ofensas e comportamento abusivo. Ana Luiza Mateus foi encontrada morta após cair do 13º andar de um prédio localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, também nesta quarta-feira. As circunstâncias da queda ainda estão sendo investigadas pelas autoridades, que tratam o caso como feminicídio.

O suspeito, que consta como sócio de uma empresa de atendimento automotivo em Campo Grande (MS), teve sua prisão decretada pouco antes de sua morte na cela. Mesmo com a morte do principal suspeito, a Polícia Civil informou que as investigações prosseguem para esclarecer todos os detalhes do caso e confirmar a dinâmica dos fatos.

Ex-candidata a Miss morre após cair de prédio na Barra da Tijuca

Fonte: Metrópoles

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