Polícia
Homem leva tiro no rosto ao olhar briga de vizinhos – VEJA O VÍDEO
Bruno Júnior, 33 anos, foi morto com um tiro no rosto enquanto tentava observar uma confusão na casa ao lado de sua residência, no distrito de Pirapó, em Apucarana, norte do Paraná. O incidente ocorreu durante uma confraternização na casa vizinha, no último sábado (09.03). Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento do incidente.
Testemunhas relataram que, durante a confraternização, um disparo de arma de fogo foi ouvido, seguido de confusão. Intrigado, Bruno subiu no muro para espiar o que ocorria, momento em que foi alvejado e morreu no local, antes da chegada dos socorros médicos.
A Polícia Militar informou que o atirador, identificado como Agnaldo da Silva Oroski, 41 anos, entregou-se às autoridades nesta quinta (14/3). Durante o depoimento, Agnaldo justificou o disparo alegando legítima defesa, pois pensava estar diante de uma tentativa de invasão à sua residência. Ele relatou ter ouvido ruídos no telhado e, ao investigar armado, avistou uma pessoa tentando escalar o muro de sua casa.
Contrariamente às declarações de Agnaldo, testemunhas afirmaram que o mesmo efetuou diversos disparos antes de atingir Bruno. Na residência do acusado, a polícia apreendeu a pistola calibre 380 utilizada no crime, além de espingardas e munições.
A prisão de Agnaldo foi efetivada na quarta-feira (13), sob um mandado judicial. Atualmente, ele se encontra detido na cadeia pública de Londrina, enfrentando acusações por Homicídio qualificado
Polícia
Começa julgamento de chacina em Rondônia
Teve início nesta segunda-feira (4) pela manhã, em Guajará-Mirim, o julgamento referente à chacina que vitimou quatro pessoas da mesma família no bairro Santa Luzia, em 30 de dezembro de 2013. A sessão de júri popular é realizada no Tribunal do Júri da comarca. O principal acusado, Tanus dos Santos, é apontado como autor dos disparos que mataram a namorada, os dois filhos dela e o irmão, em um crime motivado por ciúmes.
As vítimas foram Luciane Almeida, que na época tinha 28 anos, seus filhos Renato Almeida Paiva, de 5 anos, e Elizandro Almeida Lima Tavares, de 16, além do irmão dela Jokley Lima de Freitas, de 21 anos.
Mesmo foragido desde 11 de abril de 2016, quando fugiu do presídio Pandinha, em Porto Velho, o réu é julgado à revelia. O crime ganhou grande repercussão pela brutalidade e pelo fato de todas as vítimas serem da mesma família.
A sessão é presidida pelo juiz do TJRO Renan Kirihata. Na acusação, atuam os promotores de Justiça Luciano Aquino Rodrigues e Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, do Ministério Público do Estado. A defesa é representada pelos defensores públicos estaduais Pedro Graziel Filgueira Peixoto e Gabriel Rabi Mendes Chaves.
A expectativa é que a sessão se estenda ao longo de todo o dia, com os detalhes do caso sendo apresentados pelas testemunhas e debates entre acusação e defesa, até a decisão final do corpo de jurados.
Fonte: TJRO
Polícia
Polícia Civil prende suspeito de feminicídio em terra indígena
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de São Miguel do Guaporé, prendeu, na manhã desta segunda-feira (05), o suspeito de assassinar a indígena C. A. O crime ocorreu na Terra Indígena Arikapú, zona rural do município.
Autor e vítima mantinham um relacionamento afetivo com histórico de conflitos e ameaças. A mulher foi morta com um disparo de arma de fogo e, após a ação, o homem fugiu do local levando a arma utilizada.
O suspeito foi encaminhado ao Sistema Prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia reforça seu compromisso no combate à violência doméstica e familiar, trabalhando de forma ininterrupta para que crimes contra a vida, especialmente contra mulheres e populações vulneráveis, não fiquem impunes.
DENUNCIE Colabore com a segurança pública. Denúncias podem ser feitas pelos números 197
WhatsApp (69) 3216-8940.
O sigilo é garantido.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Operação policial fecha ponto de tráfico e apreende diversos produtos suspeitos
Na noite do último domingo, 03, guarnições de radiopatrulha deslocaram-se até a Rua dos Profetas, no bairro Primavera, em Ji-Paraná, após reiteradas denúncias anônimas indicando que o local funcionava como ponto de venda de entorpecentes.
Ao chegarem, os policiais visualizaram diversos usuários em frente ao imóvel, que passaram a alertar sobre a presença da viatura, momento em que um indivíduo fugiu pelos fundos, não sendo localizado de imediato. Durante averiguação, constatou-se que o imóvel não possuía características de residência, sendo utilizado exclusivamente para a prática ilícita.
No interior, foram localizados diversos objetos sem comprovação de origem lícita, entre eles ferramentas, correntes, uma escova elétrica, um maçarico, uma caixa de eletrodos e duas bicicletas, havendo fundada suspeita de serem provenientes de furtos, conforme padrão apontado nas denúncias.
Todo o material foi apreendido e apresentado na UNISP para identificação dos proprietários e continuidade das investigações.
Já na madrugada, por volta das 04h30min, durante diligências, os militares localizaram um indivíduo apontado como responsável pelo ponto. Ao perceber a aproximação policial, ele tentou fugir, sendo acompanhado e abordado.
Durante busca pessoal, foram encontradas aproximadamente 10 pedras de crack prontas para venda, porções de maconha, nove munições calibre .22 e uma munição calibre .38. O abordado admitiu ter estado no local denunciado e confirmou sua participação na atividade ilícita.
Em nova varredura no imóvel, foram apreendidos seis aparelhos celulares, dinheiro em espécie, joias e uma televisão de 55 polegadas, todos em circunstâncias que indicam vínculo com o tráfico e possível receptação.
No local, também foi identificada uma mulher em uso de tornozeleira eletrônica desligada, caracterizando possível descumprimento de medida judicial.
Os envolvidos e todo o material foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública, reforçando a atuação da Polícia Militar no combate ao tráfico de drogas e crimes associados, que impactam diretamente na segurança da comunidade.

Fonte: Polícia Militar
