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Política

Projeto de Lei da Deputada Federal Cristiane Lopes busca atender necessidades de pacientes com doenças raras

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Em celebração ao Dia Mundial das Doenças Raras, comemorado no último dia 29
de fevereiro, a deputada federal Cristiane Lopes (União Brasil) marcou presença na
Sessão Solene em Homenagem a causa no Plenário da Câmara dos Deputados em
Brasília.

Com total comprometimento com a causa, em 2023 protocolou o Projeto de Lei nº
2684, que propõe a instituição da Política de Atenção Integral à Saúde das Pessoas
com Doenças Raras.

Segundo a deputada, o projeto visa estabelecer o Subsistema de Atenção Integral
às Doenças Raras dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), “meu objetivo é
proporcionar um atendimento mais eficiente e inclusivo para os pacientes afetados
por essas condições”, explicou.

As doenças raras, segundo a definição do Ministério da Saúde, afetam até 65
indivíduos a cada 100 mil pessoas. A complexidade dessas condições se manifesta na diversidade dos sinais e sintomas que variam de caso a caso e de pessoa para
pessoa, dificultando muitas vezes o diagnóstico e o acesso ao tratamento
adequado.

O Dia Mundial das Doenças Raras, criado em 2008 pela Organização Europeia de
Doenças Raras (Eurordis), tem como objetivo disseminar o conhecimento sobre
essas condições, buscar apoio para os pacientes e incentivar pesquisas para o
desenvolvimento de tratamentos mais eficazes.

Diante desse cenário, a atuação incansável da deputada Cristiane Lopes na defesa
dos direitos das pessoas com doenças raras tem sido fundamental para sensibilizar
a sociedade e as autoridades sobre a importância de garantir o acesso igualitário a um tratamento de qualidade para todos os brasileiros, independentemente da
raridade da condição que enfrentam.

Ao abordar a situação atual da assistência à saúde das pessoas com doenças raras
no Brasil, a deputada Cristiane Lopes ressaltou a desassistência em vários estados do país e a necessidade preeminente de uma reformulação no modelo de
atendimento. “Juntos, unimos nossas vozes para ampliar a conscientização e
promover a inclusão. Contem comigo nesta pauta tão importante!”, concluiu.

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Política

AGU pede que STF reconheça validade do reajuste do Bolsa Família

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família.

O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal. O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro.

O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777.

A atualização dos valores está prevista na legislação do Bolsa Família e busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias, de acordo com o governo.

Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo.

Para o órgão, a Lei nº 14.601/2023 prevê a atualização dos pagamentos por meio de correção monetária. 

“Trata-se, portanto, de providência inserida na execução ordinária e continuada de política pública já existente, em observância ao marco normativo reconhecido por essa Corte como apto a concretizar a ordem injuncional. O decreto representa ato de manutenção e atualização de programa social permanente, e não a criação de vantagem inédita ou excepcional”, argumenta a AGU. 

O caso será decidido pelo ministro Gilmar Mendes. 

Fonte: Agência Brasil

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Política

Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de Vida

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida neste ano.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS. 

A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse que a medida facilita a vida dos pensionistas. 

“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.

Segundo a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.

Fonte: Agência Brasil

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Política

STJ mantém condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão

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A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, a condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão pela morte do pastor Anderson do Carmo de Souza, em 2019, quando ele era seu marido.

A Corte concordou com decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que, em 2022, já havia mantido a condenação da ex-deputada a 50 anos de prisão.

Em 2022, Flordelis dos Santos de Souza foi condenada pelo Tribunal do Júri pelos crimes de homicídio triplamente qualificado consumado, homicídio duplamente qualificado tentado, associação criminosa armada e uso de documento falso. 

A ex-deputada foi considerada culpada por planejar o assassinato, ocorrido na casa da família em Niterói (RJ). A motivação, segundo a acusação do Ministério Público, foi o controle das finanças da família e a forma rígida como o pastor administrava os conflitos entre os integrantes.

Segunda instância

A defesa de Flordelis recorreu ao STJ, após a 2ª Câmara Criminal TJRJ negar, por unanimidade, recursos de apelação. 

À segunda instância, os advogados alegaram diversas nulidades processuais, entre as quais a não apresentação de alegações finais na fase de pronúncia e a falta de fundamentação das qualificadoras do crime.

A relatora do caso, desembargadora convocada Nilsoni de Freitas, contudo, entendeu não ter ficado demonstrado o prejuízo concreto para a defesa da ex-deputada. 

A Sexta Turma manteve também a decisão que anulou a absolvição de Rayane dos Santos, Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira – a neta biológica e os dois filhos adotivos da ex-deputada que são acusados de participar do crime. 

Fonte: Agência Brasil

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