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Polícia

Força tarefa desmantela facção responsável por homicídios em operação no Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rondônia

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Na manhã desta sexta-feira, uma Força-Tarefa composta por cerca de 80 policiais civis e militares de Rondônia deflagrou a Operação Persistere, uma ação de grande escala destinada a desmantelar uma facção criminosa responsável por uma série de homicídios e crimes violentos em Vilhena- RO.

A operação, coordenada por força tarefa criada pela Secretaria de Segurança Pública de Rondônia, contou com o comando da Delegacia Regional da Polícia Civil de Vilhena, do Comando Regional de Policiamento III e do 3° Batalhão da PM em Vilhena, além do apoio estratégico da Delegacia da Polícia Civil Especializada em Combate ao Crime Organizado de Rondônia (DRACO 1), Batalhão Especializado em Crime Organizado da PM (BPTAr) e das Secretarias de Finanças (SEFIN) e Justiça (SEJUS).

A operação integrada, que se estendeu por Vilhena, Porto Velho e também por Estados como Santa Catarina e Rio de Janeiro, resultou na expedição de 41 mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens, incluindo R$ 2.500.000,00 e uma Land Rover blindada, veículo de luxo que foi apreendido no Rio de Janeiro e era utilizado pelo líder da facção criminosa.

O alvo central da operação foi a facção criminosa originada em Vilhena, que iniciou suas atividades em 2023 e foi responsável por uma onda de violência em Vilhena ao longo de 2024, incluindo mais de duas dezenas de homicídios, além de roubos de motocicletas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, inclusive um atentado de tiros havido num balneário, próximo da cidade.

A operação de hoje é o ápice de uma investigação criminal de oito meses, que envolveu integração de unidades em um esforço conjunto para desarticular o grupo criminoso.

Entre os principais alvos da operação está Ítalo Brendo Gomes Neves, líder da fação criminosa vilhenense que já havia sido preso em uma ação anterior da força-tarefa de Vilhena, com o apoio de policiais do Rio de Janeiro. Com a deflagração da Operação, Ítalo Brendo enfrenta agora novo mandado de prisão e sequestro de bens. Além dele, o pai e a esposa do líder da facção também foram alvos, sob a indícios de integrarem a organização criminosa e participarem ativamente de suas operações ilícitas.

A Operação Persistere representa um golpe significativo contra a criminalidade organizada em Rondônia, trazendo alívio à população de Vilhena e destacando a eficácia da cooperação entre as forças de segurança pública.

“Persistere” foi denominação estrategicamente nomeada para refletir a essência de sua missão no combate ao Crime Organizado em Vilhena-RO. O termo “Persistere”, do latim, significa “perseverar” ou “manter-se firme”, simbolizando a determinação e a resistência das forças de segurança diante da onda de violência que assolou a cidade, provocada pelo confronto entre facções criminosas. Essa nomenclatura foi escolhida para transmitir a ideia de continuidade e firmeza nas ações policiais, reforçando o compromisso inabalável de restaurar a ordem e a paz pública na região.

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Polícia

Adolescente é apreendido após atirar na namorada de 17 anos

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Um adolescente de 16 anos foi apreendido na tarde deste sábado (06) suspeito de atirar contra a própria namorada, uma jovem de 17 anos, na zona leste de Porto Velho.

O caso aconteceu na rua Goianésia, no bairro Jardim Santana. De acordo com informações apuradas, os dois mantinham um relacionamento, e durante uma situação ainda não totalmente esclarecida, o adolescente teria utilizado uma arma artesanal de calibre 32 para efetuar o disparo, que atingiu a cabeça da vítima.

A jovem foi socorrida em estado gravíssimo e encaminhada ao Hospital João Paulo II, onde permanece internada sob cuidados médicos.

Após o ocorrido, o suspeito foi apreendido e levado ao Departamento de Flagrantes, onde está à disposição da Justiça.

A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do crime.

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Jovem de 22 anos é encontrada morta após suposto sequestro

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A jovem Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi encontrada morta na tarde de quarta-feira (3), no município de Aripuanã, localizado no noroeste de Mato Grosso. O caso mobilizou as forças de segurança da região e está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com as informações, a vítima teria sido sequestrada antes de ser localizada sem vida em um estabelecimento da cidade. As circunstâncias que levaram ao crime ainda não foram esclarecidas pelas autoridades.

Durante as diligências realizadas após a descoberta do corpo, equipes das polícias Civil e Militar atuaram de forma conjunta e conseguiram prender dois homens suspeitos de participação no caso.

O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames periciais que deverão auxiliar nas investigações.

A Polícia Civil segue apurando os fatos para identificar a motivação do crime e determinar o grau de envolvimento dos suspeitos presos.

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Mãe é condenada à prisão perpétua pela morte do filho de 14 meses

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Uma mulher de 36 anos foi condenada à prisão perpétua, com mínimo de 22 anos, após ser considerada culpada pela morte do próprio filho, um bebê de apenas 14 meses.

O caso, noticiado pelo The Sun, chocou o Reino Unido. Segundo o Tribunal da Coroa de Cambridge, Emma Barnett preparou uma mistura de leite com medicamentos e a ofereceu ao filho, Oakley, poucas horas depois de uma decisão judicial determinar que a criança seria retirada de sua guarda.

A audiência, que culminou na decisão, ocorreu em 8 de novembro de 2024. A mulher participou de forma remota, alegando que ela e o filho estavam indispostos. Ao final da análise do caso, o tribunal determinou que Oakley fosse colocado sob a proteção dos serviços sociais.

Segundo o processo, citado pelo The Sun, a mulher já havia perdido a guarda de outros cinco filhos: quatro foram encaminhados para acolhimento familiar de longo prazo, enquanto um passou a viver com o pai.

Horas após a decisão judicial, porém, Barnett retirou os medicamentos em uma farmácia e seguiu para a Floresta de Epping, em Essex. Para os investigadores, a movimentação fez parte de uma tentativa de dificultar a sua localização.

A preocupação das autoridades aumentou após Barnett enviar uma mensagem a uma assistente social informando que precisava se desfazer do celular. O conteúdo levou ao início de uma busca.

Quando os policiais chegaram à residência da mulher, em Debden, precisaram arrombar a porta para entrar no imóvel. Barnett foi localizada escondida no sótão da casa, enrolada em cobertores ao lado do filho inconsciente.

Inicialmente, ela afirmou que Oakley estava dormindo. Pouco depois admitiu aos agentes ter causado a morte da criança. Equipes de emergência conseguiram reanimar o coração do menino, mas ele entrou em coma e morreu posteriormente no hospital.

Durante o julgamento, familiares prestaram uma homenagem emocionada ao bebê. Em nota, descreveram Oakley como uma criança que “enchia qualquer ambiente com luz, risos e amor”.

Fonte: R7

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