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Termina nesta quarta prazo para pedir dinheiro do fundo PIS/Pasep
Empregados com carteira assinada e servidores públicos que trabalharam de 1971 a 1988 que querem sacar as cotas do antigo fundo Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) precisam estar atentos. Acaba nesta quarta-feira (30) o prazo para pedir os recursos a serem pagos em outubro.

O dinheiro será depositado em 26 de outubro. O valor médio pago varia de R$ 2,8 mil a R$ 2,9 mil, dependendo do tempo de trabalho e do salário da época.
Quem tem direito
- Trabalhadores com carteira assinada entre 1971 e 1988
- Servidores públicos do mesmo período
- Herdeiros ou dependentes legais, em caso de falecimento
- Quem pediu o dinheiro até 31 de março
O benefício não tem relação com o abono salarial atual do PIS/Pasep, pago anualmente. Trata-se de cotas de um fundo antigo, extinto em 2020.
Como consultar se há dinheiro disponível
A consulta é feita pelo portal Repis Cidadão, com login via conta Gov.br nos níveis prata e ouro.
Passo a passo:
- Acesse o site e faça login com CPF e senha
- Informe o número do PIS/Pasep ou NIS (se solicitado)
- Clique em “pesquisar”
- O sistema indicará se há valores e como proceder
Também é possível consultar pelo aplicativo do FGTS.
Como pedir o pagamento
O pedido pode ser feito de duas formas:
Pelo aplicativo FGTS:
- Acesse “Mais”
- Clique em “Ressarcimento PIS/Pasep”
- Envie os documentos e acompanhe o pedido
Em uma agência da Caixa:
- Leve documento oficial com foto
O pagamento é feito por crédito em conta. Quem não tiver conta na Caixa receberá automaticamente uma poupança social digital, movimentada pelo app Caixa Tem.
Herdeiros?
Herdeiros também podem solicitar o valor, desde que apresentem:
- Documento de identificação
- Certidão de dependentes ou autorização judicial
- Documento que comprove vínculo com o titular
Calendário de pagamentos
O pagamento depende da data em que o pedido foi feito. Veja os próximos lotes:
- Até 30/09/2026 → recebe em 26/10/2026 (novo lote)
- Até 31/10/2026 → recebe em 25/11/2026
- Até 30/11/2026 → recebe em 28/12/2026
- Até 31/12/2026 → recebe em janeiro de 2027
Fonte: Caixa Econômica Federal
O que é o fundo PIS/Pasep
Criado na década de 1970, o fundo reunia recursos para complementar a renda de trabalhadores e servidores. Em 1988, ele foi substituído pelo modelo atual de abono salarial.
Os valores não sacados foram transferidos em 2020 para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, depois, ao Tesouro Nacional. Agora, o governo permite o resgate mediante pedido.
Prazo para sacar
O pedido pode ser feito até setembro de 2028. Após esse prazo, os valores serão incorporados definitivamente ao Tesouro, sem possibilidade de saque.
Canais de dúvidas
A Caixa oferece atendimento pelos seguintes canais:
- Telefone: 0800-726-0207
- SAC: 0800-726-0101
- Ouvidoria: 0800-725-7474
- Site: caixa.gov.br
A orientação é verificar o quanto antes se há valores disponíveis para evitar perder o prazo.
Fonte: Agência Brasil
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WhatsApp amplia controles parentais para adolescentes no Brasil
O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (30) novos recursos de controle parental voltados a adolescentes no Brasil. As ferramentas permitem que pais e responsáveis definam algumas regras de uso do aplicativo e recebam notificações sobre determinadas atividades.
Entre as opções disponíveis está a possibilidade de escolher quem pode visualizar a foto de perfil do adolescente e quem pode adicioná-lo a grupos. Os responsáveis também poderão ser avisados quando o adolescente entrar ou sair de um grupo ou quando houver aumento no número de participantes de um grupo do qual ele faça parte.
As configurações também abrangem os canais e os status. Os pais poderão definir como o adolescente utiliza os canais e quais atualizações de status ele pode visualizar, além de controlar quem poderá ver as publicações feitas pelo adolescente.
Controle sobre a Meta AI
Os responsáveis também poderão escolher o nível de acesso do adolescente à Meta AI, ferramenta de inteligência artificial integrada aos serviços da Meta.
Segundo o WhatsApp, haverá uma configuração padrão para usuários com mais de 13 anos e uma opção mais restritiva, chamada de “Conteúdo limitado”.
As ferramentas são opcionais. Caso o adolescente queira alterar algumas das configurações definidas pelos responsáveis, será necessária a aprovação do adulto por meio de um PIN criado por ele.
Conversas continuam privadas
Apesar das novas ferramentas, os responsáveis não terão acesso ao conteúdo das conversas do adolescente. Mensagens enviadas e ligações realizadas pelo aplicativo permanecem privadas.
Isso significa que pais e responsáveis não poderão ler as mensagens nem receber um relatório indicando com quem o adolescente conversou ou para quem fez ligações.
Segundo a empresa, as novas ferramentas fazem parte da ampliação dos recursos de proteção voltados ao público menor de idade no WhatsApp. A atualização ocorre em meio às discussões no Brasil sobre medidas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Fonte: G1
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Detran-RO alerta para golpe de CNH falsa oferecida pelo WhatsApp
O Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) alerta a população sobre golpes envolvendo ofertas de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) feitas por meio de aplicativos de mensagens.
O alerta foi reforçado após a Ciretran de Ouro Preto do Oeste receber o relato de uma moradora que recebeu pelo WhatsApp uma proposta para obter a CNH sem realizar as provas teórica e prática, mediante pagamento de um valor abaixo do cobrado no procedimento regular.
Os suspeitos chegaram a enviar imagens de documentos supostamente emitidos, com QR Code, para tentar dar aparência de autenticidade à oferta. Após analisar o caso, servidores identificaram a tentativa de golpe, orientaram a denunciante e registraram um Boletim de Ocorrência (BO).
O Detran-RO reforça que a CNH só pode ser obtida por meio dos procedimentos oficiais e que o órgão não oferece o documento por aplicativos de mensagens nem autoriza terceiros a prometer facilidades para sua emissão.
Além do prejuízo financeiro, quem fornece dados pessoais aos golpistas pode ficar exposto a outros crimes. O órgão também alerta que uma CNH falsificada não tem validade legal e que seu uso pode resultar em responsabilização criminal.
Em caso de dúvida, a orientação é procurar uma unidade do Detran-RO ou utilizar os canais oficiais de atendimento do órgão.
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Mudanças na emissão e no controle de receitas médicas entram em vigor
A partir desta quarta-feira (30), o Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passa a disponibilizar funcionalidades específicas para a emissão e o controle eletrônico de receitas médicas.

Em nota, a Anvisa destacou que a mudança não significa o fim das receitas em papel nem a obrigatoriedade de emissão eletrônica. A nova etapa, segundo a agência, apenas amplia as possibilidades disponíveis para prescritores, sistemas de prescrição, farmácias e drogarias.
Ainda de acordo com a Anvisa, a adoção das funcionalidades eletrônicas será gradual, conforme a preparação de cada setor e os prazos previstos para cada tipo de receita.
Novidades
Entre as principais novidades está a possibilidade de emissão eletrônica das notificações de receita, como as de cor azul e amarela, que, até então, eram emitidas somente em papel.
A nova etapa também amplia o controle eletrônico de outros tipos de receitas, como as receitas de controle especial e as receitas sujeitas à retenção, incluindo as de antimicrobianos e agonistas de GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.
“As receitas em papel continuam válidas e seguem sendo utilizadas, de acordo com as regras aplicáveis a cada tipo de receita”, reforçou a Anvisa.
Entenda
O Sistema Nacional de Controle de Receituários foi criado pela Anvisa com o objetivo de centralizar a gestão e ampliar a fiscalização de receitas utilizadas na prescrição de medicamentos sujeitos a controle especial.
O sistema entrou em funcionamento em julho de 2024, inicialmente para apoiar as vigilâncias sanitárias na concessão e no controle das numerações.
Com o SNCR, a numeração das notificações de receita passou a ser gerenciada em uma base nacional. As vigilâncias sanitárias, entretanto, permanecem responsáveis pela concessão e pelo controle das numerações – agora, com o apoio do sistema nacional.
O que muda
A partir de 30 de setembro, uma nova via de emissão passa a estar disponível: a emissão eletrônica integrada ao SNCR.
As notificações de receita podem ser emitidas eletronicamente, de acordo com os modelos e as regras definidos pela Anvisa. Estão contempladas notificações de receita A, B e B2, além das destinadas a retinoides de uso sistêmico e à talidomida.
“Os modelos eletrônicos são específicos para uso em sistemas de prescrição integrados ao SNCR e são diferentes dos modelos destinados à impressão”, destacou a agência.
Transição de receitas brancas
A implantação das funcionalidades eletrônicas será gradual. No caso das receitas de controle especial e das receitas sujeitas à retenção, chamadas de receitas brancas, haverá um período de transição para integração ao SNCR.
Até 29 de outubro, poderão coexistir:
- receitas em papel;
- receitas brancas eletrônicas sem integração ao SNCR;
- receitas brancas eletrônicas integradas ao SNCR.
“A emissão eletrônica continua sendo uma possibilidade. Os serviços poderão adotar a nova via à medida que estiverem preparados”, detalhou a Anvisa.
Já a partir de 30 de outubro, quando uma receita branca for emitida eletronicamente, ela deverá estar integrada ao SNCR. “Isso não significa que a emissão eletrônica se torna obrigatória. As receitas em papel continuam sendo uma opção, conforme as regras aplicáveis”.
De acordo com a agência, a lógica é permitir uma adaptação gradual dos diferentes setores, sem substituir de imediato uma via pela outra.
Para quem prescreve
Ainda de acordo com a Anvisa, os profissionais continuarão utilizando seus sistemas de prescrição eletrônica, que deverão se integrar ao SNCR para utilizar os serviços necessários à emissão dos receituários eletrônicos.
No caso das notificações de receita, a solicitação da numeração à vigilância sanitária local continua sendo necessária, lembrando que as numerações destinadas às receitas eletrônicas são diferentes das destinadas às receitas físicas.
“Depois de disponibilizada a numeração pela vigilância sanitária, o sistema de prescrição se comunica com o SNCR para emitir a receita eletrônica, de acordo com o modelo e as regras aplicáveis”, informou a agência.
O profissional não precisa acessar diretamente o SNCR para emitir a receita. “A comunicação com o sistema será feita pelo serviço de prescrição eletrônica. A Anvisa já disponibilizou a documentação técnica da API e ambiente de treinamento para que desenvolvedores e empresas possam adaptar e testar seus sistemas.”
Como ficam farmácias e drogarias
Ao receber uma receita eletrônica, o estabelecimento poderá consultar as informações no SNCR e utilizar as funcionalidades disponíveis para:
- verificar a autenticidade da numeração;
- confirmar os dados do prescritor;
- registrar a utilização da receita.
O registro da utilização permite acompanhar o uso da receita e contribui para evitar a reutilização da mesma numeração.
Nos modelos eletrônicos de notificação de receita, o QR Code também permitirá consultar as informações no SNCR e facilitar a verificação da numeração e o registro de utilização.
Fonte: Agência Brasil
