Conecte-se conosco

Polícia

MPRO denuncia dentista acusado de contaminar mulheres com HIV

Publicado

em

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou um dentista que atua em Porto Velho e que teria contaminado mulheres com o vírus HIV de forma consciente e criminosa.

Conforme as informações reunidas durante a apuração, o investigado, embora tivesse conhecimento do diagnóstico, teria decidido não aderir ao tratamento antirretroviral. Quando realizado adequadamente e mantida a carga viral indetectável, o tratamento impede a transmissão sexual do HIV. A hipótese investigada é de que a recusa ao tratamento teria integrado uma conduta deliberada destinada à transmissão do vírus às pessoas com quem se relacionava.

O caso está sob a responsabilidade da 35ª Promotoria de Justiça, conduzida pelo Promotor de Justiça Luciano Aquino Rodrigues. Até o momento, quatro vítimas confirmaram a contaminação. Todas receberam acolhimento, apoio psicológico e os encaminhamentos necessários por meio do Núcleo de Atendimento às Vítimas (NAVIT). As ações tramitam na Justiça Estadual, com audiência já realizada com relação a uma das vítimas.

De acordo com a coordenadora do Navit, Promotora de Justiça Eiko Danielli Araki, novas informações repassadas pelas vítimas indicam que o investigado mantinha vida sexual bem ativa e que pode haver outras pessoas que não tenham procurado diagnóstico de eventual contaminação.

O dentista está preso preventivamente desde o dia 11 de junho. Segundo as investigações, mesmo respondendo à ação penal decorrente de atendimentos realizados pela Sala Lilás do Navit, ele continuava se relacionando com mulheres e transmitindo o vírus.

O Ministério Público orienta que outras pessoas que tenham mantido relacionamento com o investigado procurem o Navit. O órgão oferece acolhimento, atendimento especializado e recebe denúncias que possam contribuir para a apuração dos fatos. As denúncias e/ou pedidos de orientações podem ser feitos pelos telefones/WhatsApp (69) 99906-6411 e (69) 98408-9931, ou ainda de forma presencial no edifício-sede do MPRO, localizado na Rua Jamari, n. 1555.

De acordo com as peculiaridades de cada caso, o denunciado poderá responder pelos crimes de estupro; perigo de contágio de moléstia grave e lesão corporal gravíssima. As penas para cada um deles, com as imputações, variam de 2 a 10 anos de prisão, além de multa.

Fonte: MPRO

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

PF mira esquema de R$ 308 milhões e cumpre mandados em Rondônia

Publicado

em

Por

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo desvio de recursos públicos estimado em mais de R$ 308 milhões. A ação cumpre mandados em Rondônia e também nos estados de Mato Grosso, São Paulo e Ceará.

Ao todo, foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 25 ordens de busca e apreensão. Além das diligências, a operação inclui medidas judiciais como bloqueio de bens, restrições financeiras, quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do recolhimento de passaportes e impedimento de deixar o país.

De acordo com a investigação, o caso teve início a partir da análise de um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e uma empresa privada do setor de telefonia, relacionado à devolução de valores originados de uma disputa tributária.

Durante a apuração, os investigadores identificaram indícios de que a negociação poderia ter sido utilizada como mecanismo para viabilizar o desvio de dinheiro público. A suspeita é de que uma estrutura formada por fundos de investimento e empresas intermediárias tenha sido criada para dificultar o rastreamento dos valores e ocultar a movimentação dos recursos.

Segundo a Polícia Federal, os envolvidos podem responder, conforme o andamento das investigações, por crimes como organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, delitos contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.

As medidas determinadas pelo STF também incluem a proibição de contato entre investigados e outras restrições cautelares. A operação busca reunir provas e esclarecer a participação dos envolvidos no suposto esquema.

Continue lendo

Polícia

Ator alegou ter “confundido” criança autista com a namorada ao ser preso por abuso

Publicado

em

Por

O ator Marco Furlan foi preso em flagrante durante uma festa de aniversário, após ser acusado de cometer abuso sexual contra uma criança autista de cinco anos. O caso ocorreu na madrugada do último domingo e está sendo investigado pelas autoridades.

Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, a situação foi descoberta após participantes da comemoração perceberem o choro da criança. A mãe da vítima foi até o local acompanhada de outras pessoas e encontrou o ator junto ao menino.

Em depoimento à polícia, Furlan apresentou versões diferentes sobre o ocorrido. Inicialmente, afirmou que teria passado mal, entrado no quarto por engano e confundido a criança com a namorada. Depois, declarou não se lembrar dos fatos, alegando estar sob efeito de bebida alcoólica.

O ator foi detido no local e encaminhado às autoridades responsáveis pelo caso. A investigação deverá apurar as circunstâncias da ocorrência e reunir elementos para esclarecer o que aconteceu durante a festa.

Continue lendo

Polícia

Homem é encontrado morto dentro de casa em Rondônia

Publicado

em

Por

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Alício Martins, de 64 anos, encontrado sem vida dentro de sua residência, localizada no bairro Cachimbo de Ouro, em Alvorada do Oeste. O caso foi registrado no início da tarde de domingo (2).

Após serem acionados, policiais militares compareceram ao endereço, confirmaram o óbito e isolaram a área para o trabalho da Perícia Técnico-Científica. Os exames iniciais realizados no local não permitiram identificar a causa da morte, que dependerá da conclusão dos laudos periciais.

Durante a vistoria no imóvel, foram encontrados os documentos pessoais da vítima e R$ 172 em dinheiro. No entanto, o aparelho celular de Alício não estava na residência, situação que passou a integrar as linhas de investigação conduzidas pela Polícia Civil.

Uma vizinha relatou aos policiais que recebeu uma mensagem enviada por Alício na noite anterior. Segundo ela, respondeu ao contato pouco tempo depois, mas a mensagem permaneceu sem visualização, indicando que a vítima possivelmente já não teve acesso ao celular.

Concluídos os procedimentos da perícia, o corpo foi removido pela funerária de plantão. A ocorrência foi registrada como morte a esclarecer, e a Polícia Civil dará continuidade às investigações para determinar o que provocou o falecimento.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Correio do Vale

Continue lendo

Trending